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Coletânea dos Reinos
 
Árvore do Alvorecer, Parte Quatro
IV: Os Quatro Encontram a Aventura
Por Ed Greenwood
Tradução por Ricardo Costa; revisado por Daniel Bartolomei.

 


Ormsiir Mrhulaedir gentilmente recusou-se a responder as ansiosas questões de seu filho sobre suas viagens e encontros noturnos, mas apenas saber que seu pai saía para encontrar pessoas poderosas em segredo, para tratar de assuntos importantes mexeu com algo em Oenel. Ele sabia que precisava fazer estas coisas também - fazer algo importante, algo que o pudesse fazer tão excitado quanto estava em uma tarde, quando uma mulher alta e de passos largos e rápidos, "acidentalmente" chocou-se com seu pai enquanto ele e Oenel estavam descarregando um carrinho de mão de produtos na chuva. Ormsiir virou-se, depois de trocarem rápidas desculpas mútuas, com uma piscadela de olhos para o seu filho - e uma espada brilhante escondida, que não estava antes sob seu manto.

Desde o primeiro encontro, os quatro da Árvore do Alvorecer concordaram em manter inteiro segredo, mesmo de seus pais. Também concordaram que correr por Águas Profundas, proclamando suas idéias poderia atrair ridicularização e a visita não amistosa da guarda e uma longa residência em uma cela da masmorra por "espalhar desordem". Eles deveriam ir pelo mundo como camundongos, rápidos e quietos, e procurar por uma localização adequada para o seu reino antes de mencionar "Árvore do Amanhecer" para alguém.

Ardeep era o local lógico para uma colônia élfica, mas era muito próximo de Águas Profundas (por esta razão poderia ser facilmente alcançada por milhares, e qualquer um destes poderia tentar dominá-la - para não dizer sobre as ordens que os Lordes de Águas Profundas poderiam dar a Guarda da Cidade sobre qualquer reino novo às portas de sua cidade). E agora, o local era muito pequeno para manter tantos elfos, já que sempre sofreu pelo desmatamento que rapidamente a fez cada vez menor, além de rumores que o local está cheio de drows à espreita, humanos foras-da-lei e monstros. A Floresta Alta era mais remota, mais vasta e antiga, mas elfos da floresta já a habitavam, além de entes, korreds e coisas mais sombrias. Existem lendas de que a Corredeira do Unicórnio é solo sagrado para divindades humanas também. Para saber a verdade sobre tudo isto, terão apenas de ir lá e ver.

Nemmer "emprestou" um mapa do Norte da Costa da Espada de um mestre de caravana, rapidamente copiado e devolvido, e então os quatro da Árvore do Alvorecer gastaram horas olhando e se maravilhando. O que era o Bosque Prateado? A Floresta do Jardim da Cripta? A Floresta da Névoa? A Floresta Casca de Troll tinha mesmo trolls? A Bosque da Lua tinha elfos da lua? Como o Bosque de Inverno Remoto parecia? E a Floresta Distante? E o que seria a "Floresta Esquecida"?

Eles teriam que explorá-las todas. Talvez pudessem encontrar aventureiros que estivessem estado em uma destas florestas para perguntá-los o que havia realmente por lá, mas como fazer isto sem revelar o motivo pelo qual estavam interessados? E como confiar nas respostas daqueles que poderiam estar protegendo os tesouros que poderiam ter encontrado, ou que poderiam estar exagerando nos perigos que enfrentaram para parecerem mais heróicos?

É claro que qualquer floresta viva poderia ter seus próprios habitantes, e qualquer novo reino élfico poderia se estabelecer somente após batalhas para expulsar os habitantes indesejáveis. Ainda mais que eram eles somente quatro jovens e inexperientes elfos; qualquer lugar que escolhessem seria convidativo suficiente para deixá-los sobreviver por lá por anos até que pudessem fundar uma pequena fortificação élfica e começassem o longo e cuidadoso processo de crescimento até chegarem a um reino, sem atrair a atenção de orcs, dragões famintos ou outros predadores - e sem deixar que surja um tirano entre os elfos, que tome o controle da Árvore do Alvorecer e a torne algo horrível.

Sim, suas tarefas eram quase impossíveis. Desnorteados, partiram para Ardeep, apenas para vê-la por si próprios e aprender o que era habitar em um bosque selvagem.

Eles já tinham uma arma poderosa: podiam julgar a si próprios com honestidade. Tasar é um sonhador, que podia imaginar direções e resultados e ver como a realidade de agora poderia mudar para transformar os desejos na realidade do amanhã. Rauve é o estrategista do tipo "como vamos dar o fora daqui", que sempre forja planos alternativos com Tasar e analisa como todos os detalhes se encaixam. Nemmer é o polêmico, o elfo que "questiona os detalhes até que eles estejam corretos e revisados pela natureza prática do mundo real". Oenel é o pensador prático que pergunta "de onde virão a água e os suprimentos?".

Em Ardeep eles quase foram exterminados por feitiços de uma drow, que estava sozinha em uma clareira. Ela era uma sacerdotisa de Eilistraee, e invocou Qilué Veladorn para interrogá-los - e ela os fez revelar seus sonhos.

E Qilué prometeu sussurrar o nome da Árvore do Alvorecer para muitos elfos, de todos os lugares, para espalhar esperança… e ver o que poderá acontecer…



Sobre o Autor

Ed Greenwood é o homem que lançou os Reinos Esquecidos em um mundo que não os esperava. Ele trabalha em bibliotecas, escreve fantasia, ficção científica, terror, mistério e até estórias de romance (às vezes coloca tudo isto em um mesmo livro), mas está ainda mais feliz escrevendo Conhecimento dos Reinos, Conhecimento dos Reinos e mais Conhecimento dos Reinos. Ainda existem alguns quartos em sua casa com espaço para empilhar seus escritos.

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