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Coletânea dos Reinos
 
Uthmere, Parte Sete

Por Ed Greenwood
Tradução por Ricardo Costa.


Mais Lugares para Ficar

Aqui está o restante das estalagens de Uthmere; elas melhoram sensivelmente a medida que a lista avança.

O Coração do Lar: 2 pp/quarto/noite (22 quartos, estábulos por 5 pp/noite extra), taxa inclui uma bacia de água quente para o banho; no lado oeste da Vôo da Flecha, primeiro edifício dentro do Portão Norte, estábulos anexos (oeste); refeições simples (ensopados, pães quentes, queijos, cerveja aguada) disponíveis (a preços altos); quartos modestos, mas mobiliados confortavelmente; Existe uma tímida tentativa de manter fora espiões, a não ser que estes sejam hóspedes pagantes.

O Leão Marinho:[1] 6 pp/quarto/noite (28 quartos, estábulos inclusos), taxa inclui um banho quente, uma sopa matinal, um prato de peixe defumado, e um pão com molho; no lado da Vôo da Flecha, primeiro prédio ao sul da Ponte do Vale, estábulos em um quarteirão ao leste; a toda hora há um serviço de quarto com queijos e pratos doces (3 pp/prato!); os quartos são limpos, agradáveis, grandes e confortavelmente mobiliados; segurança sempre presente e servos vigilantes.

O Sótão do Capitão: 2 po/quarto/noite (36 quartos), 8 po/suite/noite (10 suites), com estábulos (6 pp/animal/noite) e depósito para carruagens (4 po/veículo/noite, incluindo lavagem e pequenos reparos) por um valor extra; taxa inclui banhos quentes sempre que for requisitado; refeições completas disponíveis a toda hora (1 po/jantar/refeição), todos os vinhos por um valor extra (preço padrão de 12 a 14 po/garrafa); os quatros são impecáveis, mobiliados luxuosamente e acompanhados de um servo para manter as lâmpadas acesas, rearranjar a mobília ao gosto do hóspede, ajudá-lo a se banhar e vestir, e cuidar de seus pertences; as suites são ainda melhores (e incluem um suprimento complementar de frutas frescas e queijos renovados constantemente - e pratos doces; seguranças sempre presentes no saguão, além de guarda-costas de aluguel fornecidos pela casa (1 po/dia, hóspede pode escolher o sexo, aparência e habilidades. Todos são treinados em etiqueta) e mensageiros (5 pp/mensagem); espiões são mantidos fora.

Palácio do Lorde Uthlain

Os poucos e felizardos hóspedes convidados a ficar no Palácio do Lorde podem esperar luxo até maior do que o fornecido pelo Sótão do Capitão, sem custo. Eles terão guarda-costas independentemente de tê-los solicitados (e podem esperar que seus pertences sejam discretamente examinados), servos do palácio [2] dormindo em quartos exteriores as suites, e convites para uma desconcertante sucessão de refeições e “degustações”,[3] algumas das últimas em piscinas de águas aquecidas e aromatizadas.

O Palácio é adornado com algumas câmaras ovais verdadeiramente espetaculares, muitas com galerias em sacadas, monstros empalhados e montados pelas paredes -- e troféus pendurados – e quase todas tendo grandes e ornamentadas clarabóias de vidro transparente.

É um edifício grande, com um grande salão de entrada ladeado por câmaras de audiência (as quais a maioria do povo pode ver, visto que os processos da corte são realizados ali), e que dá para uma sala do trono e um grande salão de banquetes. Estes cômodos ocupam o centro do Palácio, que possui três alas.

A ala ao norte, que é a mais luxuosa, consiste de salas privativas do Lorde Uthlain e sua família. Rumores[4] dizem que ela contém passagens secretas e mesmo elevadores, ligando galerias subterrâneas onde o lorde mantém tesouros, incluindo alguns itens mágicos e misteriosos servos construtos (cuja coleção é o seu passatempo mais querido). Quase tudo que o povo uth já viu dela foi a ampla escada, ascendendo sob um tapete largo e escarlate, pelos degraus e patamares, a oeste em direção as câmaras reais; o lorde e a família descem grandiosamente estes degraus.

O restante do piso térreo do Palácio é a morada dos Sete Gigantes que pessoalmente servem o lorde; suas câmaras dormitórios estão sob a ala do Palácio que fica na direção do mar, e os quartos onde descansam estão sob a ala na direção da terra. Suas presenças são o porquê do piso térreo do Palácio ter tetos elevados e mobília em escala grande.

Os pisos superiores da ala do Palácio na direção da terra abrigam os lordelainos que “habitam” (a maior parte deles) acima dos escritórios onde trabalham (eles se alimentam nos salões das cozinhas e de jantar). Estes pisos incluem os registros contábeis da cidade e arquivos.

Os pisos superiores da ala ao mar do palácio é onde os convidados de honra permanecem (com seus servos), em apartamentos antes usados pelos lordelainos para reuniões.[5] Estes pisos estão ao alto de jardins gramados, varridos pelo vento marinho, que descem até um rochedo íngreme e perigoso (que dizem ser guardado contra intrusos e pessoas que tentem escapar por gárgulas ou guardiões igualmente incansáveis).

Três outros prédios estão dentro dos muros do Palácio.

O maior, ao sudeste do Palácio, é o dos estábulos do lorde e casa de carroças; existe um arsenal abaixo dele e um quartel dos Porretes acima.

O menor, a leste do Palácio, é a Cripta dos Lordes, onde a maioria dos antigos lordes da cidade e seus parentes próximo, estão sepultados. Ele está costumeiramente lacrado.

O prédio ao nordeste do Palácio é a Casa de Lady Thale. Construída pela irmã de um lorde, a muito tempo morta, que nunca casou-se, “só tinha cabeça para diversão”, e que preferia habitar em reclusão, a Casa é um luxuoso palácio em miniatura e é usado de tempos em tempos para importantes reuniões de comércio, ou para convidados que não querem permanecer no Palácio (ou que não confiam em ficar por lá). Dizem que é assombrada – por presenças incorpóreas que espionam os convidados para o lorde.

Existem muitas, muitas histórias sobre galerias, oficinas, poços, conecções para o Subterrâneo, celas em masmorras e monstros aprisionados -- e até mesmo cavernas conectando o mar e uma câmara privada contendo um barco para fuga do lorde! – jazendo sob os pátios gramados do Palácio.[6]

Notas de Rodapé

1. O leão marinho (retratado em pose idêntica na ilustração do Livro dos Monstros, sem a pedra) é o símbolo do escudo de Uthmere, visto pouco atualmente porque o Lorde Uthlain não gosta dele. Contudo, ele permanece gravado em placas de pedra acima dos portões da cidade e no ponto central da Ponte do Vale, em uma grande porta dupla revestida de ferro nos muros do Palácio, e em antigos documentos da cidade.

2. Alguns servos do palácio parecem cortesões educados espionando convidados para o lorde ou pelos menos para algum lordelaino superior.

3. Nós, do mundo real, poderíamos nomear uma degustação no Palácio como “um bate papo com queijos e vinhos” ou como um “coquetel”. Geralmente ele consiste de pessoas reunidas, conversando e experimentando safras finas e mordiscando tortas, queijos, e doces, na companhia de pessoas “importantes”, bem vestidas e arrogantes da comunidade local e seus companheiros visitantes em Uthmere. Existe uma evasiva comum para aqueles que não querem participar destas reuniões, do tipo “vou levar os lagartos de estimação de Lorde Uthlain para se exercitarem”.

4. Corretamente, insiste Elminster.

5. De acordo com Elminster, este é lugar onde há mais reuniões de lordelainos, e muitos lordelainos não passam o dia sem participar de pelos menos três delas. É um trabalho que dá fome e sede também, por isto refeições são sempre servidas.

5. Quase todas elas são reais, avisa Elminster. O lorde atual, diz o mago, não sabe metade do que existe sob seus pés. Felizmente para ele, os Mestres das Sombras também não -- ainda.

Nós temos falado pouco do Lorde de Uthmere, mas isto irá mudar no próximo capítulo desta série de Conhecimento dos Reinos.



Sobre o Autor

Ed Greenwood é o homem que lançou os Reinos Esquecidos em um mundo que não os esperava. Ele trabalha em bibliotecas, escreve fantasia, ficção científica, terror, mistério e até estórias de romance (às vezes coloca tudo isto em um mesmo livro), mas está ainda mais feliz escrevendo Conhecimento dos Reinos, Conhecimento dos Reinos e mais Conhecimento dos Reinos. Ainda existem alguns quartos em sua casa com espaço para empilhar seus escritos.

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