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Crônicas de Elminster
 
A Casa de Helm
Parte 7
Por Ed Greenwood
Tradução por Gilvan Gouvêa; revisado por Daniel Bartolomei Vieira.


O Sábio do Vale das Sombras tem algo a dizer sobre muitas coisas. Apesar de ter as paginas da revista Dragon, Dungeon Adventures e da Polyhedron Newszine, o Velho Mago ainda tem mais a falar sobre os Reinos. Sem querer enfurecer o arquimago, decidimos que seria melhor dar a ele uma coluna semanal na qual vamos debater os melhores pontos.

Escute bem, jovem...



O templo voonlarano de Tempus é um pavilhão aberto que fica no lado oeste do Caminho do Norte, logo ao sul do Pântano do Suplicio. O templo fica em campo aberto e ao lado de uma trilha de carroças que atravessa alguns quilômetros através dos pastos até um vale com afloramento de rochas perto de Árvore Verde, onde vivem muitos carvoeiros. Nenhum sacerdote residente cuida do altar, mas ele é frequentemente visitado pelo clero viajante, que toma conta do altar com toda a atenção porque teme que os cyricistas o profanem e saqueiem.

Talvez o mais atento deles seja Martelo de Deus Beldryn Klynrin (humano CN Clr7), que viaja com pelo menos dois guerreiros veteranos e um ou mais clérigos menores de uma base ao norte de Sembia. Beldryin “o Ousado” é um homem duro e destemido que está bem ciente dos planos de Bron, dos Zhents e dos cyricistas locais – e não é sobre confrontá-los e prometer a fúria de Tempus se encontrar evidência de roubo nas oferendas deixadas no templo. É claro, Beldryin considera o Bron como responsável não importa quem tenha feito.

Constituído de maciças placas de pedra, o templo consiste de um piso elevado contendo um bloco de pedra manchado de sangue como altar central. O teto é feito de uma única placa de pedra apoiada em quatro pilares maciços que se inclinam para fora como as pernas de uma banqueta de ordenhar virada pra baixo. Pilares menores sobem do chão interior, paralelos às colunas que apóiam o teto, mas terminam a cerca de um metro e meio do chão; eles são usados para mostrar elmos e outras relíquias de batalha deixadas como oferendas ao Deus da Guerra. Muitos invasores que atacaram os voonlaranos deixaram manoplas ensangüentadas ou outros troféus de batalha aqui quando se retiraram – uma prática que deixou o Bron furioso, apesar de que ele não ousa fazer nada sobre isso graças ao medo de sentir a fúria do Lorde das Batalhas.

O Prêmio da Deusa

O templo de Chauntea em Voonlar é conhecido como um oásis de flores exuberantes, arbustos floridos e jardins densos, cortados por caminhos serpenteantes de ladrilho e com pequenos bancos cobertos (iluminados durante a noite, se desejado, pela magia globos de luz) e pequenos lagos. O Prêmio vende caquis, marmelo, temperos, ervas e bebidas curativas medicinais, e sementes para os cidadãos locais e viajantes de passagem. Eles também vendem algumas poções de cura, apesar de que elas são vendidas discretamente ao invés de abertamente, e possuem um suprimento escasso.

Um belo tempo de finas torres de sino e extensos jardins, o Prêmio mantém três dormitórios de viajantes para os peregrinos de Chauntea e é conhecido por abrigar aventureiros que fogem dos cyricistas e da justiça do Bron. As cabanas são ligadas por túneis subterrâneos que são usados para aquecer e bombear água para várias estufas dentro dos limites murados to templo

Os visitantes podem identificar facilmente os portões dos Jardins do Prêmio pela sua forma circular, pelo musgo e pelas flores que crescem nas portas duplas, e pelos desenhos de feixes de trigo nas proximidades ou acima dos batentes das portas circulares. Estas portas são feitas de madeira viva e sustentadas por robustas barras de ferro, sendo de antiga fabricação anã, segundo os boatos.



Sobre o Autor

Ed Greenwood é o homem que lançou os Reinos Esquecidos em um mundo que não os esperava. Ele trabalha em bibliotecas, escreve fantasia, ficção científica, terror, mistério e até estórias de romance (às vezes coloca tudo isto em um mesmo livro), mas está ainda mais feliz escrevendo Conhecimento dos Reinos, Conhecimento dos Reinos e mais Conhecimento dos Reinos. Ainda existem alguns quartos em sua casa com espaço para empilhar seus escritos.

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