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Crônicas de Elminster
 
O Deus Negro Reformado
Parte 9
Por Ed Greenwood
Tradução por Otávio Tavares.


O Sábio do Vale das Sombras tem algo a dizer sobre muitas coisas. Apesar de ter as paginas da revista Dragon, Dungeon Adventures e da Polyhedron Newszine, o Velho Mago ainda tem mais a falar sobre os Reinos. Sem querer enfurecer o arquimago, decidimos que seria melhor dar a ele uma coluna semanal na qual vamos debater os melhores pontos.

Escute bem, jovem...



O pináculo negro deste templo de rochas pretas dedicado a Cyric é de longe a mais alta estrutura em Voonlar e suas torres sobrepujam o populacho em mais de uma forma. Vielas convergindo tanto do Passeio Norte quanto do Passeio de Runstal levam ao templo que encontra-se à nordeste do encontro destas duas estradas, dentro de seu próprio terreno murado.

Aqueles terrenos são ovais e cercados por duas muralhas concêntricas de pedra cobertas por cravos de metal negro irregularmente inclinados (para desencorajar escaladas) e distanciadas apenas cerca de seis pés uma da outra; o espaço entre as muralhas é rondado por quatro cães de guerra famintos; cada um deles mantido em seu próprio arco da muralha por “portas” internas de barras de metal que podem ser erguidas (por meio de alavancas no interior da muralha) para permitir que todos os cães cheguem a determinada secção caso um intruso seja detectado. Há abundantes histórias em Voonlar contando que ocasionalmente alguém era devorado por um desses cães enquanto tentando alguma brincadeira envolvendo entrar ou deixar o templo — e de pessoas que apenas desapareceram e acredita-se firmemente terem sido devoradas pelos “Furiosos Cães Negros”.

Dois portões perfuram as muralhas: um impetuoso portão aberto à norte para a Rukth Negro, um longo e estreito campo em sentido sudeste-noroeste cultivado por servos do templo; e um maior e mais largo portão principal (feito de basalto negro, criado à semelhança de uma gigantesca boca dentada pela qual se deve passar, costumeiramente bloqueada por portões de metal negro repletos de cravos e correntes cruzadas e com portinholas para lanças que permitem aos defensores no interior correrem pequenas placas de metal e golpearem o exterior com lanças sobre desocupados, guerreiros de crenças rivais e outros visitantes indesejados) que volta-se para o sudoeste abrindo-se para a viela do templo.

O solo sagrado do templo dentro das muralhas é pavimentado, com um arbusto, erva comum, ou lâmina de grama para ser vista — sacerdotes desgraçados ou funcionários leigos do templo são mantidos ocupados sobre seus joelhos, ou mesmo rastejando sobre seus estômagos, arrancando qualquer coisa que ouse crescer — e é quase completamente preenchido com o próprio templo.

O Deus Negro Reformado é um edifício grande e pobremente construído, a qual as muralhas inclinadas e protuberantes tem sido reforçada por muitos suportes (escoras de pedras angulares) para evitar seu desmoronamento. Ele tem o formato de uma robusta torre de entrada, que se ergue por três pisos como o torreão de um forte e só então começa a estreitar-se (por outros oitenta pés) em forma de agulha, muitas vezes como um espiral atingido com eletricidade. Este abre-se em um Salão Santificado, um ventoso, ecoante e sempre frio salão de adoração, o qual tem um teto mal vedado cerca de setenta pés acima (jorros de chuva caem aqui e ali dentro dele durante as tempestades), pedras de pavimentação afundadas e desiguais mais apropriadas para uma ruína que para uma estrutura ocupada, um saguão com passagens laterais em ambos os lados com portas que se abrem para aposentos sacerdotais, salas de despojos comunais, recuos (câmaras de banhos e latrinas), apartamentos de hóspedes, escadas que descem para porões de armazenagem e masmorras abaixo, câmaras de espera e audiência, capelas laterais para fiéis visitantes e ofícios.

Suplicantes adentrando o Salão Santificado verão fileiras de assentos planos flanqueando uma larga coxia central que segue entre pilares de suporte (acrescentados após o telhado por duas vezes ruir devido a pesadas nevascas e com preces gravadas para Cyric) para um santuário construído em posição mais elevada e dominado por um altar e Sol Negro esculpido e suspenso muito precariamente sobre ele por meio de várias massivas correntes presas a uma viga do teto.

Monstro

Furiosos Cães Negros
Animal Médio
Dado de Vida: 2d8+4
Iniciativa: +2 (Des)
Desl: 12 m
CA: 16 (+2 Des, +4 natural)
Ataques: mordida +3
Dano: mordida 1d8+3
Face/Alcance: 1,5 m por 1,5 m/1,5 m
Qualidades Especiais: Faro
Resistência: Fort +5, Ref +5, Von +1
Habilidades: For 15, Des 15, Con 15, Int 2, Sab 12, Car 6
Perícias: Ouvir +5, Observar +5, Natação +5
Tesouro: Nenhum
Tendência: Sempre Neutro



Sobre o Autor

Ed Greenwood é o homem que lançou os Reinos Esquecidos em um mundo que não os esperava. Ele trabalha em bibliotecas, escreve fantasia, ficção científica, terror, mistério e até estórias de romance (às vezes coloca tudo isto em um mesmo livro), mas está ainda mais feliz escrevendo Conhecimento dos Reinos, Conhecimento dos Reinos e mais Conhecimento dos Reinos. Ainda existem alguns quartos em sua casa com espaço para empilhar seus escritos.

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