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Crônicas de Elminster
 
No Abraço do Sol Negro
Parte 11
Por Ed Greenwood
Tradução por Otávio Tavares.


O Sábio do Vale das Sombras tem algo a dizer sobre muitas coisas. Apesar de ter as paginas da revista Dragon, Dungeon Adventures e da Polyhedron Newszine, o Velho Mago ainda tem mais a falar sobre os Reinos. Sem querer enfurecer o arquimago, decidimos que seria melhor dar a ele uma coluna semanal na qual vamos debater os melhores pontos.

Escute bem, jovem...



Formalmente conhecido como “a Mão do Escuro” (um título inalterado desde os dias em que fora uma rocha pessoalmente consagrada pelo próprio Bane), o altar é uma superfície polida, um bloco retangular de pedra negra tão grande quanto uma carroça. Ele é posicionado transversalmente à longa coxia de acesso, exatamente em frente ao santuário (ao topo dos sete degraus que ascendem a partir dos bancos dos fiéis). Durante os serviços, este altar é normalmente flanqueado por dois braseiros luminosos da altura de um homem sustentados por tripés e coberto com itens usados durantes rituais, e às vezes, sacrifícios.

Em outras ocasiões, oferendas são colocadas sobre o altar por adoradores autorizados a dele se aproximar apenas quando usando um cinto de correntes seguro por sacerdotes vigilantes. Este ritual denota a humildade devota do suplicante submetendo-se ao controle do deus, mas os sacerdotes irão puxar as correntes sem hesitação para arrebatar um suplicante para longe do altar e evitar sua profanação ou a pilheria de oferendas. (A profanação consiste normalmente em cuspir no altar, mas pode ser também submetê-lo ao toque de algo consagrado a outro deus. Na maioria das vezes uma arma usada para atacar o altar ou o derramamento deliberado de água benta — o que muitas vezes causa estranhos fogos guinchantes que se erguem no local do contato — ou mesmo um item de oferenda colocado sem reverência).

Os voonlaranos acreditam que o massivo altar pode ser empurrado para o lado para revelar um fosso de tesouros amontoados com as ossadas de todos os sacerdotes do templo que morreram na cidade, os quais são costumeiramente sepultados nesse lugar para produzir guardiões morto-vivos para o templo. Mover o altar requereria muitas pessoas fortes empurrando juntas, contudo, servos leigos confirmaram que parelhas e vigas-alavancas são mantidas de prontidão aos fundos do templo, dando solidez ao rumor.

Duas vezes grupos aventureiros reportaram que o Sol entalhado pode emitir raios de voraz poder mágico de seus olhos e das pontas de seus raios. Estes efeitos demonstravelmente ocorrem sob o controle direto de sacerdotes presentes no santuário. Uma dessas testemunhas, o mago Hastaltun de Athkatla da Mão de Kalamdaer (outrora de Athkatla e mais recentemente de Ormath) acredita que essas defesas derivam de poderes liberados por uma quantidade de varinhas montadas no entalhe; as varinhas são encantadas para permiti-las serem miradas e disparadas a partir de um lugar abaixo, provavelmente por qualquer um portando um de muitos dispositivos de controle (braçadeiras encantadas seriam os mais prováveis). Por outro lado, o guerreiro Halver Durstread, do mesmo grupo, jura que um tirano da morte ou outro beholder magicamente controlado deve estar aprisionado dentro do entalhe, e magicamente compelido a disparar seus poderes aos comandos do clero.

Qualquer que seja a verdade no assunto, está claro que “os Abençoados pelo Escuro” (como o clero do templo é coletivamente chamado) podem valer-se dos precisos feixes de poder mágico, não maiores que uma mão humana, para atingir, a partir do Sol, todo o Salão Sagrado, o altar, ou qualquer outro lugar no ou além do santuário, ao seu comando, contra qualquer ser que julguem perigoso — e que em oportunidades um sacerdote do tempo usou estes poderes contra um de seus companheiros sacerdotes, ainda que isso tenha visivelmente envolvido algum tipo de intenso esforço mental para controlar a magia do templo.



Sobre o Autor

Ed Greenwood é o homem que lançou os Reinos Esquecidos em um mundo que não os esperava. Ele trabalha em bibliotecas, escreve fantasia, ficção científica, terror, mistério e até estórias de romance (às vezes coloca tudo isto em um mesmo livro), mas está ainda mais feliz escrevendo Conhecimento dos Reinos, Conhecimento dos Reinos e mais Conhecimento dos Reinos. Ainda existem alguns quartos em sua casa com espaço para empilhar seus escritos.

Os Últimos Dias de Glória © Todos os direitos reservados 2004 - Forgotten Realms™ e seus personagens são marcas registradas da Wizards of The Coast Inc.
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