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Crônicas de Elminster
 
Na Casa da Escuridão
Parte 12
Por Ed Greenwood
Tradução por Airton Alves Medina.


O Sábio do Vale das Sombras tem algo a dizer sobre muitas coisas. Apesar de ter as paginas da revista Dragon, Dungeon Adventures e da Polyhedron Newszine, o Velho Mago ainda tem mais a falar sobre os Reinos. Sem querer enfurecer o arquimago, decidimos que seria melhor dar a ele uma coluna semanal na qual vamos debater os melhores pontos.

Escute bem, jovem...



Alguns Harpistas advertem que o próprio templo possui outros poderes para revelar intrusos e enfraquecer suas magias, e para aumentar o poder, duração, e precisão das magias da Escuridão Sagrada enquanto eles estiverem dentro de suas muralhas. Embora isso pareça provável (tendo em conta que isso é um aspecto conhecido de outros templos Cyricistas que iniciaram como templos sagrados de Bane), isso não foi ainda investigado e descrito com qualquer detalhe por qualquer observador externo.

No fundo do santuário estão grandes tapeçarias, através da qual o Exaltado (o patriarca e suas duas “Mãos”) pode aparecer, elas ocultam uma abertura na muralha que conduz a uma galeria posterior que conduz a uma descida até a mais nova parte do templo: uma longa, baixa, e horrível ala de cozinhas e despensas que se estende a leste e que une o Salão Sagrado com uma sala de jantar.

Horrores de elmo são conhecidos por manterem-se como silenciosos, guardiões imóveis em vários pontos em torno do templo—para serem ativados quando suas condições forem reunidas (geralmente tais comandos envolvem intrusos, mas os comandos específicos destes “Vigilantes Silenciosos” são segredos do templo) ou quando eles são tocados e ordenados por qualquer clérigo de Bane residente neste templo.

Em anos recentes, vários trabalhadores coagidos (muitos fiéis procurando adquirir sua liberdade da desgraça do templo, ou pessoas que estão em débito com o templo) foram pressionados a trabalhar em uma áspera série de progressivas muralhas que estão gradualmente confinando o próprio templo—isto é, uma passagem de pedra que conduz de uma base até a muralha principal e então até a próxima base, ao redor dela, e de volta para a muralha novamente. E assim em grande parte, esta “soberba passagem” atravessa as muralhas norte e leste do templo (apesar de seções ao longo da muralha norte possuir o dobro de tombamentos sujeitos ao peso do gelo do inverno). Ele é unido ao solo por muitos pilares de sustentação fracos e degraus, e ostenta muralhas ameadas cujas seteiras são coroadas com os mesmos espinhos de metal negro irregularmente distorcido como os das muralhas externas do templo. Ele é o local favorito para o Exaltado intimidar adoradores subordinados em empregar perigosas ou humilhantes tarefas, permitindo a ele fazer o perigo ser lançado para longe dele, e semi-privacidade para conversar tendo um lugar a esta altura. Quando completado, ele vai ser adicionado às rotas de patrulha dos guardas (oh sim, o templo possui guardas, dos quais falarei mais após), e vai conceder ao clérigo um modo mais fácil de muitas vezes inspecionar o teto, e enviar trabalhadores para reparar goteiras.

Deve ser notado que em não menos do que quatro ocasiões nos últimos dois anos, trabalhadores caíram através do teto até suas mortes no Salão Sagrado abaixo—e que uma jovem Voonlarreana (amplamente imaginada ter sido a consorte dele, e de alguma forma descontentou, o Exaltado) foi recentemente acorrentada e estendida no teto para morrer ao sol, seus olhos bicados pelos abutres—somente para cair sobre as cabeças de um clero visitante durante um ritual quando os pássaros chegavam para banquetear nela mostrando também ser pesada para o decadente teto onde ela estava.

A parte do nível mais baixo do solo do templo sagrado é a parte final mais a leste da nova ala norte, onde o “Final da Despensa” passa muito de seu tempo inundada com até água até o tornozelo. Mofo e bolor brotam espessamente aqui, e servos ou fiéis suplicantes que tenham desagradado o Exaltado tem sido conhecidos por serem trancados aqui para tiritarem na água—muitas vezes presos abaixados com pedras para mantê-los meio submersos—por dias. Em meses mais quentes, enguias vivas são soltas nesta poça fétida para contínua procriação para o cozimento—e quando elas estão nadando quase famintas, aprisionamento “no molhado” pode ser realmente desagradável.

Monstro

Horrores de Elmo
Constructo Grande
Dados de Vida: 18d10 (99 pv)
Iniciativa: -1 (Des)
Deslocamento: 6 m (não pode correr)
CA: 30 (-1 tamanho, -1 Des, +22 natural)
Ataques: 2 pancadas corpo a corpo +23
Dano: Pancada 2d10+11
Face/Alcance: 1,5 m x 1,5 m/3 m
Ataques Especiais: Sopro
Resistência: Fort +6, Ref +5, Von +6
Habilidades: For 33, Des 9, Con —, Int —, Sab 11, Car 1
Perícias: Ouvir +5, Observar +5, Natação +5
Tesouro: Nenhum
Tendência: Sempre neutro

Notas: Imune a efeitos de ação mental, veneno, doença, e efeitos similares. Não sujeito a golpes decisivos, dano de contusão, dano de habilidade, dreno de energia, ou morte por dano massivo. Imune a todas as magias, habilidades similares à magia, e efeitos sobrenaturais, exceto como segue. Efeitos de eletricidade o deixam lento (como a magia lentidão) por 3 rodadas, sem teste de resistência. Efeitos de fogo cancelam qualquer efeito de lentidão no golem e curam 1 ponto de dano para cada 3 pontos de dano que eles deveriam de outro modo receber.

Sopro: Primeira ou segunda rodada de combate—nuvem de gás venenoso, cubo de 3 metros diretamente na frente do golem que dura 1 rodada, ação livre a cada 1d4+1 rodadas; teste de Fortitude (CD 17), dano inicial 1d4 temporário de Constituição, dano secundário morte.



Sobre o Autor

Ed Greenwood é o homem que lançou os Reinos Esquecidos em um mundo que não os esperava. Ele trabalha em bibliotecas, escreve fantasia, ficção científica, terror, mistério e até estórias de romance (às vezes coloca tudo isto em um mesmo livro), mas está ainda mais feliz escrevendo Conhecimento dos Reinos, Conhecimento dos Reinos e mais Conhecimento dos Reinos. Ainda existem alguns quartos em sua casa com espaço para empilhar seus escritos.

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