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Crônicas de Elminster
 
Servindo ao Sol Negro
Parte 15
Por Ed Greenwood
Tradução por Airton Alves Medina.


O Sábio do Vale das Sombras tem algo a dizer sobre muitas coisas. Apesar de ter as paginas da revista Dragon, Dungeon Adventures e da Polyhedron Newszine, o Velho Mago ainda tem mais a falar sobre os Reinos. Sem querer enfurecer o arquimago, decidimos que seria melhor dar a ele uma coluna semanal na qual vamos debater os melhores pontos.

Escute bem, jovem...



Gormstadd justifica os atrasos no concerto e renovação do templo de dois modos. Ele mantém um conselho formado a partir de seu Exaltado ocupado em debater se ou não os solos sagrados devem ser expandidos ao norte, envolvendo os custos de uma nova muralha e a perda de alguns dos Rukth Negros, ou expandir dentro da terra ocupada através de habitações privadas, que vai envolver o custo de compra de tais propriedades e—para ganhar apoio local—removendo os habitantes para novas habitações aos custos do templo. O único campo vazio próximo ao templo está devidamente a leste, e é uma terra pantanosa além da muito inundada Despensa Leste; sua encharcada condição já fez essa área da muralha afundar alarmantemente.

A segunda justificativa para o contínuo atraso é através de suas próprias altamente lamentadas (e inventadas) dificuldades em encontrar trabalhadores que ele possa confiar. Ele insiste que qualquer um que colocar o pé dentro do próprio templo seja obrigado a ser um declarado e verdadeiramente entusiasta (através de serviços ou generosas oferendas) adorador do Sol Negro—e declara que suas tentativas de atrair Cyricistas que sejam construtores ou que trabalhem com telhados ou lenhadores de outros locais têm desse modo em grande parte falhado—a crença da Escuridão Absoluta esta florescendo de modo que todos os tais trabalhadores possuem longas listas de tarefas ainda não iniciadas, e Voonlar deve somente tomar seu lugar muito depois abaixo delas.

O ativamente conspirador Patriarca Negro de Voonlar comanda seus Sagrados Negros consistindo de trinta humanos: dois Mãos Negras (Guerreiros de 6º nível); quatro Tormentos do Sol Negro (Guerreiros de 3º nível); oito Sombras Solares (Guerreiros de 2º nível); e dezesseis Dedos de Cyric (Guerreiros de 4º nível).

Os Dedos são os bem treinados (e localmente profundamente odiados, como os selvagens que com porretes e lâminas e presas de cães executam a política do templo—e não estão acima de “acidentalmente” incendiar carroças, depósitos de safras, e até os lares daqueles que eles não gostam da cara) guardas do templo. Mantidos em grandes templos Cyricistas e enviados para Voonlar para substituir guerreiros perdidos em incursões aventureiras, eles são sentinelas experientes. Treinados no manejo de espadas longas e arcos curtos, eles utilizam armadura de placas e usam escudos (diferente de seus predecessores que usavam cota de malha), empregando seis cães de guerra a qualquer hora que eles sejam enviados para fora da região do templo sagrado (mantendo em um canil próximo, mas mantidos aparte, os Cães Negros Raivosos, em celas de pedra posicionadas nas muralhas em ambos os lados do portal norte). Gormstaad certamente com razão considera a maioria deles como espiões colocados perto dele por Cyricistas de outros lugares, e está cautelosamente agindo a cada passo entre os leais e até fanáticos clérigos do Sol Negro sempre quando ele possa estar sob suas observações.

Ele também está bem atento que embora a maioria imprudentemente ambiciosa de seu clero esteja entre os mais jovens Sombras Solares, o perigo real para ele vem da possível traição de parte de seus dois Mãos Negras, Meirgin “Adagas” Garra de Vento e Bastabar Yulgont. Gormstaad tem estado cautelosamente estimulando uma contenda entre eles, jogando um contra o outro até seu ódio—disfarçado pela suave cortesia que não engana ninguém—ser tão profundo e selvagem que eles nunca possam trabalhar juntos contra o Patriarca Negro.

Gormstaad tem sido escutado convocar as duas “minhas verdadeiras víboras”, indubitavelmente uma referência a velha sentença, “Templos dos deuses negros são verdadeiros ninhos de víboras; o poder de tais divindades é muito claro quando alguém considera como raramente as cobras picam uma a outra”.



Sobre o Autor

Ed Greenwood é o homem que lançou os Reinos Esquecidos em um mundo que não os esperava. Ele trabalha em bibliotecas, escreve fantasia, ficção científica, terror, mistério e até estórias de romance (às vezes coloca tudo isto em um mesmo livro), mas está ainda mais feliz escrevendo Conhecimento dos Reinos, Conhecimento dos Reinos e mais Conhecimento dos Reinos. Ainda existem alguns quartos em sua casa com espaço para empilhar seus escritos.

Os Últimos Dias de Glória © Todos os direitos reservados 2004 - Forgotten Realms™ e seus personagens são marcas registradas da Wizards of The Coast Inc.
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