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Livreto de Mintiper
 
Árvore das Almas Atormentadas
Parte Dois
Por Eric L. Boyd
Tradução por Airton Alves Medina; revisado por Daniel Bartolomei Vieira.


Mintiper Lua Prateada é um dos lendários bardos dos Reinos Esquecidos, e contos de suas aventuras têm sido há muito recontados ao redor do fogo da lareira através do Norte em formas musicais, poéticas e narrativas. Transcrito no Reduto dos Sábios em Lua Argêntea pelo Guardião do Reduto, o Livreto de Mintiper é uma compilação das baladas, poemas e contos do Harpista Solitário. Páginas selecionadas deste diário foram anotadas e passadas para as mãos deste cronista e vão ser reveladas aqui em uma coluna periódica.



Árvore das Almas Atormentadas

Enquanto fazia seu caminho através das terras interiores do Norte, Pratalunar e seus cinco companheiros escolheram acampar no topo de uma colina rochosa próxima, coroada por um carvalho robusto e retorcido. Ainda que o ponto mais alto da colina pudesse ser facilmente defendido contra orcs e outros monstros, à noite que se seguiu foi de horror atemorizante, já que o grupo necessitava repousar para dormir no local à sombra de um monstro.

Pratalunar foi o primeiro a perceber que alguma coisa estava errada, pois despertou com um sobressalto no meio da noite para descobrir que ninguém o tinha acordado para alertar quanto à troca de responsabilidade na guarda. Próximo à margem da luz do fogo estava um de seus companheiros aparentemente cochilando contra o tronco do grande carvalho ao invés de estar de vigia em seu turno.

Enquanto fazia seu caminho na direção da forma sonolenta de seu amigo, Pratalunar tropeçou em uma rocha que não estava lá quando se deitou para dormir. Se curvando para examinar a pedra, Pratalunar percebeu com aparente horror que aquilo era a cabeça cortada de seu amigo, aparentemente rasgada do resto de seu corpo por uma maldita raiz da árvore que estava se debatendo próxima ao chão. Uma gargalhada nervosa vinda da base da árvore atraiu seu olhar para o corpo do seu amigo. Uma cabeça idêntica a original tinha se ajustado sobre os ombros de seu amigo morto e ergueu-se no ar enquanto falava alto e insanamente, revelando-se fixada na ponta de um galho grosso.

Momentos depois, a colina irrompeu com raízes que procuravam enlaçar os intrusos. Os galhos do grande carvalho balançavam para trás e para frente, batendo nos companheiros enquanto despertavam assustados. Uma dúzia de cabeças na ponta dos galhos dançava de acordo com e a partir de cima da contenda, expelindo pragas e magias nos combatentes abaixo. Em resposta, os companheiros soltaram jatos de chama mágica, porém com nenhum efeito, já que a Arvore das Almas Atormentadas se recusava a queimar.

Com afobado desespero, Pratalunar e seus companheiros fugiram descendo pelo lado da inclinação mais escarpada, esquivando-se do bosque cerrado de galhos constritores que irrompiam a enquanto corriam. Com a ajuda de Tymora, quatro sobreviveram, incluindo Pratalunar, mas os gritos ensandecidos de seus companheiros mortos nunca cessaram de ecoar em suas cabeças.

Lenda popular geralmente recontada
e atribuída a Mintiper Lua Prateada
Ano da Queda da Lua (1.344 CV)

Observações do Guardião

O conto da Árvore das Almas Atormentadas é uma das mais populares “histórias de fantasmas” recontados pelos bardos através do Norte para audiências estabelecidas na frente de um caloroso fogo com uma caneca cheia na mão e a porta firmemente barrada. Como entre muitas de tais histórias atribuídas a Mintiper, o herói deste conto utiliza o nome Pratalunar, uma alternativa óbvia para “Lua Prateada”. No entanto, nunca é esclarecido em tais contos se os eventos recontados aconteceram ou não, e, em casos onde há algum núcleo de verdade para o conto, se o herói é ou não próprio Mintiper ou algum outro cujo conto ele esta recontando [1].

Das muitas histórias semelhantes atribuídas a Mintiper, sábios tais como eu mesmo, possuem há muito tempo curiosidade sobre a Árvore das Almas Atormentadas em particular. A suposta localização desta entidade profana nunca é duas vezes a mesma quando o conto é recontado, porém, um exame detalhado das conhecidas viagens de Mintiper encaixa com um padrão de considerações similares pertencentes a outros viajantes sugerindo uma provável localização no topo de Turlangtor [2]. Além disso, a existência de tal árvore robusta no topo desse pico pode ser uma descrição tanto para o nome comum da colina e o desaparecimento de mais do que um grupo de perseguidores extraviados da somente recentemente redescoberta do Vovô Árvore [3].

Se a árvore existe e é tão velho como suspeito, a Árvore das Almas Atormentadas representa tanto uma grave ameaça para a região [4] quanto uma oportunidade para aprender mais sobre os legados de Ammarindar, Delzoun, Eaerlann, Sharrven, Siluvanede e até Aryvandor. Seu suposto poder de prender as almas sugere que ela pode conter presa a consciência de criaturas que viveram durante o ápice destes impérios antigos. Pode alguém ser hábil ao contatar ou até mesmo libertar tais espíritos e descobrir mais das heranças antigas e conhecimento mágico do Norte [5]?

Notas do Cronista

[1] O conto da Árvore das Almas Atormentadas é em grande parte verdadeiro, baseado em uma noite de pesadelos passada por Mintiper Lua Prateada e os cinco outros sobreviventes da Batalha da Passagem da Pedra Virada, apenas antes deles entrarem mais ao norte da Floresta Alta. Ainda que Prata Verdadeira tenha se tornado um personagem tão popular que apareça em muitos contos que não se originaram de Mintiper, a maioria, se não todos, estas iniciadas pelo Harpista Solitário são atualmente consideradas originais. Está simplesmente além da imaginação da maioria das pessoas que até mesmo o lendário Harpista Solitário possa ter tido tantas aventuras assim, julgando pelo cepticismo nas anotações do Guardião e comentários similares de outros sábios.

[2] A Árvore das Almas Atormentadas está de fato situada no topo de Turlangtor, o pico no extremo oeste dos cumes rochosos que ficam ao sul do Rio Rauvin e corre a leste até a Passagem da Pedra Virada, e então nomeado pela sua proximidade das Florestas de Turlang. As raízes centrais da árvore descem profundamente para dentro do centro rochoso que forma o núcleo da colina, e suas raízes entrelaçam aproximadamente cada pedra e acúmulos de sujeira na camada exterior da colina rochosa. Cada tentativa com o intuito de matar a Árvore das Almas Atormentadas, se por incêndio ou outros meios, falhou, já que a árvore nunca falha em crescer novamente até um tamanho imenso a partir as raízes que permaneceram ilesas. De todas as probabilidades, a Árvore das Almas Atormentadas pode somente ser morta permanentemente pela destruição da colina rochosa em pedaços desde sua base, um feito além das capacidades de todos aqueles que têm tentado. Mesmo assim, talvez não seja o suficiente de qualquer forma, já que a tenacidade da árvore em permanecer viva pode bem ser atribuída às prolongadas energias da distorcida Alta Magia élfica de eras passadas. Porém, aqueles procurando meramente escapar do aperto da árvore podem prevalecer se infligirem dano o suficiente para destruir esta parte da planta que cresce acima do solo. Embora em vão, tal vitória impede efetivamente a habilidade da Árvore das Almas Atormentadas de atacar por dias ou até mesmo por semanas.

[3] Turlang, o Pensativo, é o ente com eras de idade que lidera os Regentes dos Bosques (entes) da Floresta Alta.

O Vovô Árvore é um lar ancestral diferente de qualquer outro que repousa nas profundezas da Floresta Alta, a leste dos Picos Perdidos. Este robusto carvalho estava perdido há muito tempo atrás quando a tribo do Urso Azul foi levada para longe por seus espíritos guardiões, e foi somente recentemente redescoberto no Encontro do Escudo do Ano da Bandeira (1.368 CV). Os Fantasmas da Árvore, uma tribo que se dividiu da tribo do Urso Azul há muitos anos atrás com o advento da corrupção de Tanta Hagara e cujos membros estavam há muito procurando seu lar ancestral original, agora residem próximo a Vovô Árvore, trabalhando para preservá-lo e para preservar as florestas ao redor.

Em anos anteriores, mais do que um observador do Vovô Árvore confundiu a Árvore das Almas Atormentadas com o lendário lar ancestral da tribo Urso Azul. Tais enganos são compreensíveis em observações passadas, ainda que não menos fatal, pois ambas as árvores são de proporções monstruosas e se erguem acima de seus arredores. Uma conseqüência de tais peregrinações de má sorte é que muitas relíquias e outros itens mágicos têm se perdido pelas ladeiras de Turlangtor. Se a Árvore das Almas Atormentadas puxa tais itens que estão no chão para dentro da colina ou se eles são recuperados pelos viajantes tempos depois, é desconhecido, mas somente alguns destes itens de magia têm sido recuperados nas vizinhanças imediatas da árvore. Entre estes itens ainda se acredita estarem perdidos o Olho da Convenção de Sepiolita, o Pacote Sagrado de Ursas Garra Azul e a Lâmina de Pedra de Athalantar. Viajantes dentro da região são aconselhados a serem cuidadosos se acaso acharem tais itens nas ladeiras de uma colina com laterais escarpadas, pois isso pode não ser a sorte de Tymora que sorri sobre eles, mas o olhar atravessado das cabeças da Árvore das Almas Atormentadas.

[4] Em aparência, a Árvore das Almas Atormentadas é algo parecida com um cruzamento entre um carvalho vermelho e uma árvore com cabeças mortas, como detalhado no Ravenloft Monstrous Compendium: Appendix III: Creatures of Darkness, mas ela possui um conjunto de poderes únicos diferentes de qualquer outra encontrada nos Reinos.

Tendo em torno de 30 m de altura com um tronco de 6 m de diâmetro em sua base, a Árvore das Almas Atormentadas possui literalmente milhares de galhos e raízes. A Árvore das Almas Atormentadas possui 30 Dados de Vida e um Bônus Base de ataque de +19. O tronco da árvore possui 150 Pontos de Vida e uma Classe de Armadura de 17 e Dureza 8 (vindos da dureza da casca). Ela recebe 1d8 pontos de dano para cada galho ou raiz cortado, cada um dos quais é considerado ter CA 15, mas tal dano não é levado em conta em relação ao total do tronco. A Árvore das Almas Atormentadas é amplamente resistente à mágica (Resistência à Magia 26) e completamente imune a fogo mágico e normal.

A Árvore das Almas Atormentadas pode atacar fisicamente com seus galhos e raízes qualquer um que permaneça sobre ou sobrevoando próximo às ladeiras de Turlangtor. Qualquer um dentro de 27 m do pico de Turlangtor ou do tronco da árvore está sujeito a 1d8 ataques de impacto pelos galhos da árvore, cada um dos quais infligindo 1d12 pontos de dano. Qualquer um que permanecer em qualquer lugar nas ladeiras de Turlangtor é obrigado a obter sucesso em um teste de resistência de Reflexos a cada rodada ou ficará preso nas raízes da árvore (isto equivale a um ataque não mágico da magia constrição, de duração ilimitada. A vitima ou seus aliados são obrigados a cortar 3d4 raízes para libertá-lo das raízes entrelaçadas da árvore. Se não for resgatado, aqueles que estiverem presos pelas raízes vão eventualmente morrer de fome e suas almas vão ser absorvidas para dentro da árvore).

A Árvore das Almas Atormentadas pode manifestar cerca de uma dúzia de cabeças por vez, nas pontas de seus galhos. Cada cabeça é idêntica àquela de uma vitima anterior e retém as habilidades de conjuração, habilidades mágicas inatas e poderes psiônicos que possuía em vida no momento de sua morte, bem como uma fragmentada coleção de memórias. Magias são readquiridas vinte e quatro horas após serem conjuradas e habilidades similares à magia e poderes psiônicos retornam na mesma taxa que tinham no momento da morte. A Árvore das Almas Atormentadas contem literalmente centenas de espíritos aprisionados, e ela pode variar quais cabeças manifestar conforme seu gosto, removendo ou manifestando no máximo uma cabeça por rodada. Curiosamente, a Árvore não aparenta selecionar quais cabeças manifesta baseado nos presentes poderes que elas podem empregar, mas de preferência escolhendo cabeças que mais provavelmente aterrorizem todos que estejam (se houver alguém) no topo de Turlangtor.

No lugar de água e luz solar, a Árvore das Almas Atormentadas subsiste com o sangue e almas de criaturas inteligentes. A árvore absorve qualquer sangue derramado no solo dentro do alcance de suas raízes (isto é, em qualquer lugar nas ladeiras de Turlangtor). Uma vez que uma simples gota de sangue do sangue de qualquer criatura seja absorvido, o destino da vitima fica, desde então, preso com a árvore, a menos que uma magia remover maldição seja, por alguma razão, conjurada antes da morte da destinada criatura. Com a morte (ou seja, ter os pontos de vida reduzidos a abaixo de -10), a alma da vitima é absorvida para dentro da árvore de um modo semelhante à magia arcana de 8º nível aprisionar a alma, não importando quanto tempo tenha se passado ou a distância entre a vítima amaldiçoada e a Árvore das Almas Atormentadas (assumindo que a vítima esteja dentro do mesmo plano no momento de sua morte). Uma vez que isto ocorra, a alma aprisionada pode somente ser salva pelo corte físico de sua cabeça que está na árvore e ser colocada em contato com qualquer um dos restos de sua forma mortal. Felizmente, o desejo da árvore de aterrorizar geralmente resulta na cabeça de tal vítima se manifestar enquanto seus companheiros confrontam a Árvore das Almas Atormentadas nas ladeiras de Turlangtor.

[5] É teoricamente possível contatar as essências dentro da Árvore das Almas Atormentadas, ainda que tal comunicação seja modificada com a mácula de loucura e atrapalhada pela memória incompleta. Tal comunicação pode ser estabilizada através de psionicismo ou telepatia mágica ou por versões necromânticas da magia idiomas. Enquanto cortar uma cabeça efetivamente “mata” o canal de comunicação com a inteligência aprisionada até a árvore escolher manifestar a cabeça da criatura novamente, tais comunicações são obrigadas a tomar lugar nas ladeiras de Turlangtor enquanto simultaneamente luta-se contra a Árvore das Almas Atormentadas. Se tal comunicação for alguma vez empreendida, alguns dos espíritos que podem ser alcançados incluem Rei Connar V, um dos últimos anões monarcas de Ammarindar; Neldarnoth, o Três Vezes Amaldiçoado, um refugiado Netherese que se tornou um dos mais admirados arquimagos Ascali antes de seu desaparecimento; Taanyth Vyshaan, antigamente um ancião do clã governante de Aryvandaar durante a Quinta Guerra da Coroa; Usunaar Neirdre, um cavaleiro dragão Siluvanedenn que desapareceu durante a Guerra das Sete Cidadelas; e Valdyr Martelo de Batalha, mestre do clã e lendário escultor de runas de Delzoun no ápice do Reino do Norte.

Referências

Introdução

Referências gerais a Mintiper Lua Prateada são citadas na primeira coluna do "Livreto de Mintiper".

Árvore das Almas Atormentadas

  • Turlangtor foi pela primeira vez mencionado e situado na Dragon #236, pág. 57.

  • As Florestas de Turlang são discutidas no The North: The Wilderness, págs. 52, 68, e no FR5The Savage Frontier, págs. 10, 49.

  • O monstro conhecido como uma “árvore com cabeças mortas” é detalhado no Ravenloft Monstrous Compendium Appendix III: Creatures of Darkness, págs. 28-29.

  • Turlang, o Pensativo, é discutido no The North: The Wilderness, págs. 52, 68, e no FR5The Savage Frontier, págs. 10, 49.

  • O Vovô Árvore e a tribo dos Fantasmas da Árvore são discutidos no The North: The Wilderness, págs. 19, 22, 31-32, 54-55, 57, e no FR5The Savage Frontier, págs. 25, 52, 54, 64. A tribo do Urso Azul é discutida no The North: The Wilderness, págs. 11-12, 18, 29, 31-32, 54, e no FR5The Savage Frontier, págs. 23-24.

  • Sepiolita é um tipo de rocha dura que pode ser esculpida e que se parece com osso, como discutido no Volo’s Guide to All Things Magical, pág. 44. Uma convenção é um grupo de três bruxas, e um olho da bruxa é geralmente uma jóia através da qual as participantes de uma convenção podem observar acontecimentos, não importando qual à distância que esteja sendo usada, como descrito no Livro dos Monstros, pág. 37.

  • Pacotes sagrados são símbolos sagrados de xamãs Uthgardt, como detalhado no The North: The Wilderness, pág. 32, e Powers & Pantheons, págs. 69-70. Por seu nome, o Pacote Sagrado de Ursas Garra Azul sugere por si só ser uma relíquia de um antepassado xamã da tribo Urso Azul.

  • Laços entre o povo da há muito tempo caída Athalantar e os Fantasmas da Árvore dos dias atuais são descritos na Dragon #218, pág. 26. Helm Lâmina de Pedra foi o primeiro rei de Athalantar, após Elminster, a destronar os Lordes Magos, e o nome da Lâmina de Pedra de Athalantar sugere que ele ou seus descendentes a empunharam.

  • Detalhes de Aryvandor, Ammarindar, Delzoun, Eaerlann, Sharrven e Siluvanede estão espalhados através de uma ampla variedade de fontes. As fontes prinicipais são Cormanthyr: Empire of the Elves, FR11Dwarves Deep, Hellgate Keep, e Dragon #218, págs. 26-37.

  • Rei Connar IV é mencionado no Hellgate Keep, pág. 16, sendo que Rei Connar V é o último monarca. A história de Chifre Ascal é discutida no Hellgate Keep, págs. 4-8. Siluvanede e a Guerra das Sete Cidadelas são discutidas no Cormanthyr: Empire of the Elves, págs. 32-33, e Dragon #218, págs. 34-35. Casa Neirdre é discutida no Cormanthyr: Empire of the Elves, pág. 116. O clã Vyshaan de Aryvandaar é discutido no Cormanthyr: Empire of Elves, págs. 21-23, 29-31.



Sobre o Autor

Eric L. Boyd escreveu artigos para a Dragon Magazine, Dungeon Adventures, e Polyhedron Magazine. Seus créditos no desenvolvimento de jogos incluem Faiths & Avatars (Crenças & Avatares), Volo's Guide to All Things Magical (Guia de Volo para Todas as Coisas Mágicas), Powers & Pantheons (Poderes & Panteões), Demihuman Deities (Divindades Semi-Humanas), Drizzt Do'Urden's Guide to the Underdark (Guia de Drizzt Do'Urden para o Subterrâneo), Cloak & Dagger (Manto & Adaga), e o Faiths & Pantheons (Crenças & Panteões). Em adicional escreve sobre seu jogo mundial favorito, Eric dirige o desenvolvimento de um grupo de software em Ann Arbor, Michigan.

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