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Livreto de Mintiper
 
Cripta da Mão Negra
Parte Quatro
Por Eric L. Boyd
Tradução por Airton Alves Medina; revisado por Daniel Bartolomei Vieira.


Mintiper Lua Prateada é um dos lendários bardos dos Reinos Esquecidos, e contos de suas aventuras têm sido há muito recontados ao redor do fogo da lareira através do Norte em formas musicais, poéticas e narrativas. Transcrito no Reduto dos Sábios em Lua Argêntea pelo Guardião do Reduto, o Livreto de Mintiper é uma compilação das baladas, poemas e contos do Harpista Solitário. Páginas selecionadas deste diário foram anotadas e passadas para as mãos deste cronista e vão ser reveladas aqui em uma coluna periódica.



Cripta da Mão Negra

Pratalunar correu pelas catacumbas com o grupo de carniçais babando em seus calcanhares. O sangue gotejava de um ferimento profundo e demais cortes, testemunhando os dentes afiados e garras cruéis dos comedores de carne, e seu estômago revirava em oposição ao forte e pungente cheiro de carniça. Seguindo em frente ele pode escutar os loucos uivos de um outro grupo de carniçais correndo para cortá-lo em pedaços, deixando-o sem opções exceto correr para dentro da câmara lateral mais próxima, barrar a porta e trancar-se, esperando que esta fosse a sala que procurava.

Com os olhos arregalados devido ao medo, Pratalunar olhou pela da sala, percebendo os ossos de corpos pútridos e rastros de sangue espalhados pelo chão e nos muros. Antigamente um lugar seguro para os cidadãos de Chifre Ascal em tempos de guerra, a sala tinha sido transformada em um macabro quarto de jogos para os demônios cederem ao seu próprio desejo. Com acelerado desespero, Prata Lunar correu para o fundo da câmara e mergulhou nas maculadas e repulsivas águas da cisterna. A Senhora da Sorte estava afável com ele, pois no fundo do sujo reservatório ele encontrou a pequena depressão na forma de uma mão esculpida em uma pedra que ele procurava.

Com o sentimento de morte iminente, Pratalunar pressionou sua mão direita contra o símbolo do Lorde Negro e então flutuou de volta até a superfície. O meio-elfo encontrou-se em uma poça escura no centro de uma câmara com muros de basalto e um teto alto e arqueado, e seu medo desvairado rapidamente se transformou em uma consciência de temerosa magnificência. Diretamente acima dele se agigantava uma imensa mão de obsidiana posicionada a 1,8 m de altura, pairando no alto, acima da sala. As muralhas estavam alinhadas com uma dúzia de sarcófagos de obsidiana, a tampas dos quais estavam todas esculpidas na forma de um humano masculino coberto com as vestimentas do Senhor da Escuridão.

Tomando cuidado para não perturbar qualquer coisa dentro da cripta profana, Pratalunar fez seu caminho pela sala, estudando cada figura esculpida uma após a outra. Finalmente ele encontrou o que procurava, algo cuja aparência distorcida ridicularizava os nobres aspectos do há muito tempo morto Grande Mago de Lua Argêntea, Ederan Nharimlur. Empurrando de lado a pesada tampa, o meio-elfo se deitou dentro de seus úmidos confins e fechou-se lá dentro durante o período de três aterrorizantes batimentos cardíacos.

Após aquilo que aparentou ser uma eternidade, as paredes do esquife lentamente dissolveram, e o meio-elfo encontrou-se de pé em uma fenda estreita na base da face mais a oeste do penhasco da antiga válvula ígnea conhecida como Chifre de Ascal. Era somente uma questão de tempo até que os grupos de carniçais encontrassem sua trilha novamente, mas pelo menos ele estava livre do Forte Portão do Inferno e tinha uma breve vantagem inicial.

fragmento de uma narrativa épica intitulada "Tempestade Infernal"
atribuída a Mintiper Lua Prateada
Ano da Harpa (1.355 CV)

Observações do Guardião

Mintiper Lua Prateada tem sido há muito reconhecido como o único homem que atacou o forte guardado por carniçais de Portão do Inferno e viveu para contar a história. A recente queda desse baluarte do mal de séculos de idade assegura que ele vai ser o único a ter feito isso [1]. Como mencionado em uma observação anterior, o herói do épico “Tempestade Infernal”, Pratalunar, é simplesmente um codinome comumente empregado por Mintiper e por aqueles que têm contado a ele sobre suas aventuras. Nesta narrativa, no mínimo, o conto de Mintiper é definitivamente autobiográfico [2].

Existe pouco entendimento entre os sábios em como exatamente quando a invasão do famoso Mintiper à fortaleza tomada pelos demônios ocorreu. Enquanto alguns sábios colocam o acontecimento antes do meio-elfo encontrar os Homens do Luar, outros cronistas acreditam que isso aconteceu imediatamente após a Batalha da Passagem da Pedra Virada ou muitos anos após, durante os cinco anos que ele passou com os druidas de Árvores Altas após seu retorno para o Norte. Entretanto, tem se estabelecido que Mintiper não compôs seu épico “Tempestade Infernal” até o ultimo ano de sua residência entre os druidas de Árvores Altas. O Diário de Ilygaard Falcão da Tempestade, Druida do Círculo de Árvores Altas, que agora permanece no Reduto dos Sábios em Lua Argêntea, fala sobre Mintiper ter criado a narrativa épica como um presente para sua companheira, a escrava Noura, nos estágios anteriores de sua decadência na loucura e morte, como um modo de dar a ela esperança como se o maior dos horrores pudesse ser superado [3].

Esta passagem da narrativa “Tempestade Infernal” indubitavelmente descreve a Cripta da Mão Negra, um reduto que se diz estar dentro das profundezas do Forte Portão do Inferno e que possui os ossos e tesouros da Irmandade da Mão Negra. Este grupo de magos adoradores de Bane foi fundado em Chifre Ascal imediatamente após a queda de Myth Drannor. A Irmandade se dirigiu ao exílio no Ano do Capuz (765 CV) após as autoridades de Chifre Ascal terem descoberto as atividades do grupo, somente para ressurgir em Lua Argêntea um ano depois de seus espiões terem sido empregados como construtores do Grande Palácio de Lua Argêntea. A maioria dos magos da Mão Negra foi encontrada e executada, ainda que alguns tenham escapado com um número de artefatos mágicos de valor incalculável, incluindo o cajado de Lua Argêntea do Grande Mago Ederan, a manopla de Taarnahm, o Vigilante, e o colar de Tasmia. Aqueles que sobreviveram retornaram em segredo para um lugar seguro em Chifre Ascal, onde os Irmãos restantes estavam presos nos rápidos conflitos agravantes e nos jogos de poder entre os magos desta cidade. No Ano dos Espinhos (856 CV), os últimos magos da Mão Negra caíram ante aos ataques de feiticeiros rivais e o aparecimento de multidões de baatezu que haviam se infiltrado em Chifre Ascal. De todos os locais de poder da Irmandade, imagina-se que somente a lendária Cripta da Mão Negra tenha escapado da descoberta, ainda que o conto de Pratalunar sugira que alguns meios de acessar o reduto subterrâneo ainda sobrevivem e permanecem conhecidos nos dias de hoje.

Da descrição de Mintiper podemos concluir que o símbolo de Bane está esculpido no fundo de uma cisterna em uma das congregações menores sob Chifre Ascal, assumindo que o símbolo tenha sobrevivido à destruição do Forte Portão do Inferno, e que, ao colocar a mão direita no mesmo, este podia ser empregado como um portal para a Cripta da Mão Negra, que reside em outro lugar dentro do Chifre de Ascal (nenhuma sugestão é fornecida em relação se ou não a passagem mágica na direção inversa é também possível) [4].

Uma comparação desta consideração com uma encontrada nos Anais da Companhia Leme das Estrelas, um grupo de aventureiros que saqueou um templo do Lorde Negro há aproximadamente um século atrás, sugere que a Cripta é guardada por uma mão sagrada de Bane, um tipo raro de relíquia mágica algumas vezes encontrada protegendo os mais secretos altares de templos dedicados ao Lorde Negro. O meio pelo qual Pratalunar escapou da atenção do Lorde Negro não é expresso, ainda que talvez seu cuidado em evitar perturbar qualquer coisa contida dentro da Cripta tenha assegurado sua integridade [5].

Ederan Nharimlur ficou conhecido como Olhos de Gato após cometer um erro de cálculo com a magia encontrar familiar no Ano dos Presságios Perigosos (707 CV), que misturou sua forma com a de um felino invocado, dando a ele uma leve pelugem dourada que cobria sua pele, e olhos amarelo esverdeados como os de um gato. A inclusão da representação distorcida do Grande Mago no meio da Irmandade é indubitavelmente uma chacota sugerindo relação ao roubo vingativo de seu cajado de Lua Argêntea também como um distinto marcador indicando qual sarcófago funciona como um portal de saída da Cripta. Quem saberia quais horrores espreitam dentro dos sarcófagos que Pratalunar não perturbou? Conteriam eles os tesouros saqueados de Lua Argêntea [6]?

Notas do Cronista

[1] A queda do Forte Portão do Inferno foi o trabalho do Mestre das Brumas da Cidadela das Brumas, da barda Cryshana Vale de Fogo e de Víbora Mágica, um clérigo de Mystra. No Ano da Manopla (1.369 CV), o ilusionista e os dois Harpistas empregaram um artefato conhecido com o Cristal do Guardião do Portal para danificar as poderosas proteções que envolviam o forte guardado por carniçais e trazer a destruição da atual cidadela.

As ruínas de Forte Portão do Inferno agora atraem aventureiros, apesar dos perigos que permanecem e os esforços daqueles atendendo o Chamado de Turlang para selá-los. A Cripta da Mão Negra pode facilmente ser inserida nas catacumbas do Forte Portão do Inferno como um lugar seguro de mérito questionável. O Mestre é encorajado a integrar este cenário no módulo Hellgate Keep.

[2] Veja o Livreto de Mintiper #2 – A Árvore das Almas Atormentadas, para futuras discussões do personagem Pratalunar e o cepticismo geral de que Mintiper tenha participado de todas as grandes aventuras atribuídas ao Harpista Solitário.

[3] Noura, filha do líder beduíno Khytor Moramu, teve uma morte lenta e tiritante enquanto sua loucura avançava, e nem mesmo Mintiper pode descobrir exatamente como pará-la. A condição de Noura era o resultado de uma, até aqui, desconhecida doença que faz os tecidos do cérebro gradualmente apodrecerem. A doença se propaga por uma espécie de flor que se assemelha a uma orquídea vermelho-sangue que é nativa do Pandemônio e do Abismo e que cresce somente no meio de cadáveres. Tais flores, conhecidas como orquidáveres, liberam uma forma de pólen que exala um cheiro de decadência, atraindo chasme (um tipo de demônio alado), carniçais e outros comedores de cadáveres. Quando até mesmo uma minúscula quantidade de pólen de uma orquidávere é inalada por uma espécie inteligente não nativa dos Planos Inferiores, a loucura inevitavelmente segue através do curso de alguns meses enquanto a mente literalmente apodrece. Por razões ainda não conhecidas, algumas vezes o pólen fica latente por anos antes dos sintomas se manifestaram, enquanto outras vítimas demonstram sinais de loucura quase que imediatamente. Se deixado não consagrado (ou seja, não abençoado) após a morte (devido à doença apodrecer a mente ou algum outro fator), os corpos de humanóides que sofrem deste destino erguem-se dentro de vinte e quatro horas como carneçais, e o fedor que exalam fica impregnado com o pólen da orquidáveres, tornando seu nocivo ataque potencialmente letal se alguém falhar em um teste de resistência de Fortitude.

O destino de Noura foi compartilhado por no mínimo um punhado de outros na região do Vale Superior desde a queda de Chifre Ascal no Ano da Maldição (882 CV), mas somente após sua morte no Ano da Harpa (1.355 CV) fez os druidas de Árvores Altas finalmente determinarem a causa de seu declínio. Ainda que sempre completamente rara, orquidáveres crescem desordenadamente na Floresta Longínqua, um dos muitos horrores Abissais que maculam esta antiga floresta, e a doença apodrecer a mente tem atormentado muitos que ousaram caminhar sob os galhos da floresta. Além disso, esta doença não é desconhecida no Sul, já que magos trabalhando para os Ladrões das Sombras, que usam o pólen reunido das orquidáveres da Floresta Longínqua, desenvolvem uma variação letal de óleo mágico aromático conhecido como putrescência que, se aquecido, causa sintomas similares naqueles que inalam seus vapores.

Nenhuma cura para apodrecer a mente é conhecida, enquanto magias como remover doença, cura completa e neutralizar venenos têm se provado completamente ineficazes, e remédios herbais, tais como bálsamo para febre e folha materna não fornecem nenhum beneficio aparente. No entanto, textos sagrados do culto de Moander sugerem que os asseclas do Mensageiro da Escuridão podem ter desenvolvido uma versão mais poderosa de podridão vagarosa (como a magia de clérigo de 3º nível detalhada no suplemento Tome of Magic) que afeta tanto a carne animal como as plantas. Tal magia pode manter à distância qualquer progressão desta doença, mas achar um pergaminho apropriado requer tanto sorte quanto uma investida nos arruinados baluartes do culto caído.

[4] Tanto a Cripta da Mão Negra quanto o portal cisterna o levaram a sobreviver à devastação feita pelo Cristal do Guardião do Portal. O portal cisterna se encontra dentro de uma das congregações menores, como mapeado no módulo Hellgate Keep. A Cripta da Mão Negra fica encaixada em rocha sólida entre as Congregações Menores e o nível superior das Guarnições Profundas, novamente como mapeado no módulo Hellgate Keep. O Portal da Mão Negra é bidirecional, com passagem da Cripta para cisterna engatilhada por uma mão direita igual ao entalhe esculpido no centro do fundo da poça na Cripta. O portal é protegido contra a passagem de criaturas nativas dos Planos Inferiores, e, portanto, a Cripta nunca será aberta pelos demônios do Forte Portão do Inferno. O ar dentro da Cripta da Mão Negra é mantido fresco por meios mágicos, e as tochas possuem fogo mágico que não pode ser apagado, exceto por uma bem sucedida dissipar magia.

[5] A gigantesca mão de obsidiana que guarda a Cripta é certamente uma mão sagrada de Bane. Ela não atacou Mintiper visto que o bardo meio-elfo não é de tendência benigna, mas é caótico e neutro em etos, e porque Mintiper não perturbou nada exceto o portal de saída. A mão sagrada de Bane atacará qualquer um que entre na Cripta e seja de tendência benigna, bem como qualquer um que perturbe qualquer um dos sarcófagos (exceto o único utilizado por Mintiper) de qualquer modo, seja por meio físico, mágico ou psiônico.

[6] A forma esculpida de Ederan é reconhecível, mesmo por aqueles que nunca tenham visto seu rosto, por causa da íris em forma de fenda de um gato e a tênue quantidade de pêlos em sua pele. Estes indícios são somente perceptíveis se alguém sabe o que está procurando ou se passarem no mínimo uma hora estudando as formas esculpidas dos vários sarcófagos olhando por alguma coisa distinta. O portal dentro do sarcófago é ativado como descrito acima, e somente funciona em uma direção.

Os outros sarcófagos contem as formas mumificadas dos magos da Mão Negra sepultados. Na opção do Mestre, os restos mortais podem se animar como espectros, múmias conjuradoras ou até mesmo liches, se perturbados. Um compartimento secreto sob cada múmia contém o grimório e tesouros pessoais do mago morto. Apesar das esperanças do Guardião, o cajado de Lua Argêntea do Grande Mago Ederan, a manopla de Taarnahm, o Vigilante e o colar de Tasmia não foram encontrados dentro da Cripta, visto que foram confiscados dos últimos magos sobreviventes da Irmandade por seus assassinos e permanecem em algum lugar dentro do forte guardado pelos carniçais (breves sumários dos poderes de dois dos três itens podem ser encontrados no módulo Hellgate Keep). Porém, a Cripta da Mão Negra contém muitos artefatos mágicos únicos, incluindo a kiira Aunglor, o cajado-cachimbo de Jaluster e três dos Pergaminhos de Ardentym, escritos pelo Circulo das Chamas.

Referências

Introdução

Referências gerais a Mintiper Lua Prateada são citadas na primeira coluna do “Livreto de Mintiper”.

Cripta da Mão Negra

  • O bem sucedido ataque de Mintiper ao Forte Portão do Inferno é descrito na revista Dragon #187, pág. 50, e no suplemento Code of the Harpers, págs. 65 a 68.

  • Os vários títulos do deus morto Bane, incluindo o Lorde Negro e Senhor das Trevas, são fornecidos no suplemento Faiths & Avatars, pág. 36.

  • A Batalha da Passagem da Pedra Virada ocorreu no Ano da Bota (1.343 CV), conforme o suplemento The North: Cities, pág. 50. De acordo a revista Dragon #187, pág. 50 e o suplemento Code of the Harpers, pág. 65 a 68, Mintiper seguiu para o sul através da Floresta Alta (uma viajem que levaria no mínimo muitos meses), se uniu aos Cavaleiros da Floresta de Turlang por um curto período (talvez uma estação), começou a roubar ao longo da parte mais ao sul da Costa da Espada (onde viveu durante tempo suficiente para acumular uma reputação, talvez alguns anos), se uniu a um barco pirata baseado em Nelanther (por talvez não mais que alguns meses), viveu por um tempo em Myratma guiando aventureiros para Shoonach (por talvez um par de anos), se tornou um mercenário (por talvez alguns meses), viajou através das Terras Caídas até Árvores Altas (uma viagem que provavelmente levou cerca de alguns meses) e, então, viveu entre os druidas de Árvores Altas por cinco anos. Isso se estendeu através de onze anos, então no Ano da Harpa (1.355 CV) parece ter sido uma data apropriada tanto para a morte de Noura quanto para a criação da narrativa épica “Tempestade Infernal”. Isso também se dá a apenas alguns meses antes do Ano das Sombras (1.358 CV), através das quais as explicações acima mencionadas sobre Mintiper são mais provavelmente atuais.

  • A queda do Forte Portão do Inferno no Ano da Manopla (1.369 CV) é narrada no suplemento The Wilderness: The North, págs. 11 a 12, no suplemento Volo’s Guide to All Things Magical, págs. 106 a 108, e no módulo Hellgate Keep, págs. 7 a 8.

  • Os cinco anos de longa residência de Mintiper entre os druidas de Árvores Altas na companhia de Noura e a história e decadência da garota escrava em conseqüência da loucura e morte no final desse período são discutidos na revista Dragon #187, pág. 50, e no suplemento Code of the Harpers, págs. 65 a 68.

  • Bálsamo para febre, conhecido por curar temporariamente insanidade, e a folha materna, conhecida por curar doenças, são discutidas no suplemento FR5 – The Savage Frontier, pág. 60.

  • Os Irmãos da Mão Negra e os itens que eles roubaram de Lua Argêntea são discutidos no suplemento The North: Cities, pág. 48, e no módulo Hellgate Keep, pág. 8 e 16.

  • As Grandes Mãos Sagradas de Bane são detalhadas no suplemento FA1 – Halls of the High King, pág. 49, e Encyclopedia Magica: Volume 2, pág. 562.

  • A história e surgimento de Ederan Nharimlur são discutidos no suplemento The North: Cities, pág. 48, no módulo Hellgate Keep, pág. 8 e 16, e (indiretamente pela referência a Ecamane Prata Genuína) tanto nos suplementos Cormanthyr: Empire of Elves, págs. 41 a 42 e Fall of Myth of Drannor, pág. 8. Os vários cajados de Lua Argêntea são discutidos no suplemento Seven Sisters, págs. 111 a 112 e na revista Dragon Annual #1, págs. 54 a 60.

  • Kiira são detalhadas no suplemento Cormanthyr: Empire of Elves, págs. 152 a 153 e menções são feitas da Casa Aunglor possui uma kiira dentro dela. A Casa Aunglor, incluindo a Arquimaga do Clã Ecaeris Aunglor, são discutidos no suplemento Cormanthyr: Empire of Elves, págs. 47, 78, 86, 99, 102, 105, 117 e 120 e no suplemento Fall of Myth of Drannor, págs. 6 e 41. O fato de a Senhora Ecaeris Aunglor ser uma estudante da Torre da Canção do Vento é descrito no suplemento Cormanthyr: Empire of Elves, pág. 158. O fato de os magos da Torre da Canção do Vento começarem a reforçar itens mágicos para a segurança de Chifre Ascal é descrito no suplemento Fall of Myth of Drannor, pág. 19. Isso resultou no fato de a Irmandade da Mão Negra adquirir a kiira Aunglor após sua chegada em Chifre Ascal.

  • Jaluster era um mago Ascalhi que foi rasgado em pedaços pelos demônios durante a queda de Chifre Ascal enquanto tentava salvar a cidade de sua dominação. Diz-se que ele destruiu três liches e, no mínimo, cinco tanar’ri nesse dia antes de perecer. Ainda que seu orizon tenha sido energizado pelo bardo Maerstar, o cajado-cachimbo do arquimago estava aparentemente perdido anos antes da Irmandade da Mão Negra. Veja Pages from the Mages, pág. 63.

  • Os Pergaminhos de Ardentym consistem de 38 folhas de véu e são detalhados no suplemento Fall of Myth of Drannor, págs. 55 a 58. O fato de alguns terem sido removidos de Myth Drannor para Chifre Ascal no inicio do Ano do Oráculo Sinistro (694 CV) é descrito no suplemento Fall of Myth of Drannor, págs. 18 a 19. Sucedeu que a Irmandade da Mão Negra adquiriu alguns ou todos dos Pergaminhos de Ardentym após sua chegada em Chifre Ascal.



Sobre o Autor

Eric L. Boyd escreveu artigos para a Dragon Magazine, Dungeon Adventures, e Polyhedron Magazine. Seus créditos no desenvolvimento de jogos incluem Faiths & Avatars (Crenças & Avatares), Volo's Guide to All Things Magical (Guia de Volo para Todas as Coisas Mágicas), Powers & Pantheons (Poderes & Panteões), Demihuman Deities (Divindades Semi-Humanas), Drizzt Do'Urden's Guide to the Underdark (Guia de Drizzt Do'Urden para o Subterrâneo), Cloak & Dagger (Manto & Adaga), e o Faiths & Pantheons (Crenças & Panteões). Em adicional escreve sobre seu jogo mundial favorito, Eric dirige o desenvolvimento de um grupo de software em Ann Arbor, Michigan.

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