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Livreto de Mintiper
 
Myth Glaurach
Parte Cinco
Por Eric L. Boyd
Tradução por Airton Alves Medina; revisado por Daniel Bartolomei Vieira.


Mintiper Lua Prateada é um dos lendários bardos dos Reinos Esquecidos, e contos de suas aventuras têm sido há muito recontados ao redor do fogo da lareira através do Norte em formas musicais, poéticas e narrativas. Transcrito no Reduto dos Sábios em Lua Argêntea pelo Guardião do Reduto, o Livreto de Mintiper é uma compilação das baladas, poemas e contos do Harpista Solitário. Páginas selecionadas deste diário foram anotadas e passadas para as mãos deste cronista e vão ser reveladas aqui em uma coluna periódica.



Myth Glaurach

Não mais amantes juraram sua fidelidade,
Ou observaram o firmamento.
Não mais as crianças cantaram e dançaram,
Ou sonharam com distante acolhimento.

(REFRÃO)
Por todos os arredores estão ossos ensangüentados,
E sonho despedaçado agora perdido.
Um mar de orcs trouxe somente a morte,
Myth Glaurach foi o exigido.

Não mais as torres pairaram alto,
Ou lançam suas sombras na profundeza.
Não mais pedras tornam-se muralhas,
Para formar uma vigorosa fortaleza.

(REFRÃO)

Não mais os campos ficaram dourados com os grãos,
Ou poços forneceram água fluente.
Não mais tomos contêm cultivado conhecimento,
Ou ensinado velhos pensamentos novamente.

(REFRÃO)

– balada intitulada "O Despertar da Horda"
atribuída a Mintiper Lua Prateada
Ano da Abóbada (1.353 CV)

Observações do Guardião

Apesar de ser comumente atribuída ao Harpista Solitário, O Despertar da Horda é atualmente o trabalho de um cantor da magia de Eaerlann que morreu no Ano do Galho Quebrado (864 CV) e cujo nome está perdido pela história. Mintiper redescobriu a balada e a popularizou em anos recentes, a julgar pela confusão sobre a correta atribuição e sua inclusão neste livreto (deve-se notar que, no lugar de “Myth Glaurach”, a maioria dos bardos substitui o nome por o de uma outra cidade ou reino que caiu diante uma horda de orcs que seja mais bem conhecida para sua audiência no momento de executar esta balada. Naturalmente, esta pratica contribui para a continua obscuridade de Myth Glaurach).

O Diário de Ilygaard Falcão da Tempestade, Druida do Circulo de Árvores Altas, que agora permanece no Reduto dos Sábios em Lua Argêntea, fala da primeira performance de Mintiper de O Despertar da Horda no Ano da Abóbada (1.353 CV). De acordo com as estimativas de Ilygaard, Mintiper apresentou a balada para um público de druidas ao explicar que a balada veio até ele em uma visão muitos anos antes, durante a angústia de um pesadelo aterrorizante em uma noite de permanência no meio de algumas ruínas que ficavam a leste de Forte Portão do Inferno. O Harpista Solitário e sua companheira, a escrava Noura, tinham procurado refúgio em uma pequena câmara sob algumas ruínas cobertas de trepadeiras enquanto faziam seu caminho na direção oeste da Floresta Longínqua até Árvores Altas, tentando evitar os demônios e grupos de carniçais de Forte Portão do Inferno. Ainda que os sonhos de Noura dentro das ruínas fossem tranqüilos, Mintiper passou a noite vividamente revivendo a morte de um mágico cantor élfico cuja cidade estava sendo invadida por uma horda de orcs. Durante o curso do pesadelo, Mintiper de algum modo descobriu a centenária última do elfo, O Despertar da Horda, composta durante o saque de Myth Glaurach enquanto o sangue do cantor mágico lentamente escoava [1].

A minha crença é que Mintiper aprendeu esta balada enquanto se comunicava com o espírito de um habitante de Myth Glaurach há muito tempo morto, talvez pelo caminho de uma até aqui desconhecida propriedade do mythal dito ainda estar cobrindo as ruínas da cidade. A magia do mythal que envolve Myth Glaurach seja talvez a mais jovem e a menos conhecida de todas estas áreas de magia viva que são encontradas nos Reinos [2]. Enquanto Myth Glaurach não tem nenhuma longa, nem particularmente ilustre história antes de sua destruição, poucos contos de tesouros fabulosos ou magia são ligados ao seu nome [3]. Apesar disso, este local pouco conhecido é um lugar de grande poder mágico, e suas ruínas têm sido há muito tempo um conveniente solo de preparação para aventureiros ousando explorar a cidadela de Forte Portão do Inferno [4].

O mythal de Myth Glaurach foi erguido no Ano da Folha Virada (590 CV) sobre a cidade Eaerlanni de Glaurachyndaar, conhecida nesta era como a Cidade dos Pergaminhos [5]. Magos humanos e élficos de Chifre Ascal, Eaerlann, Evereska, Lua Argêntea e Myth Drannor participaram na conjuração, empregando uma variação da magia criar mythal de Mythanthar baseada, em partes, no trabalho anterior de Mythanthar [6]. Os maiores participantes na criação do mythal foram Ecamane Prata Genuína, Khelben Arunsun, Tisharu Craulnober e Tellshyll, o Idoso [7]. Havia a intenção de que Myth Glaurach fosse a primeira de três cidades aliadas envoltas em mythal, porém os planejados mythais mágicos sobre Chifre Ascal e Lua Argêntea nunca foram erguidos [8].

Myth Glaurach foi invadida pela Horda Presa de Nether no Ano do Galho Quebrado (864 CV), apenas dezoito anos após seus defensores terem facilmente repelido a, muito maior, Horda do Canino Sangrento. Por gerações, historiadores militares têm debatido os fatores por trás desta tragédia, mas a maioria dos sábios concorda que Rei Malraug dos Picos de Nether, um orc venerável de tremenda astúcia, simplesmente excedeu em esperteza os comandantes excessivamente confiantes do exército de Myth Glaurach em sua segunda tentativa de invadir suas defesas.

Uma surpreendente explicação para a queda de Myth Glaurach é revelada no diário de um orc xamã desta era, um volume pouco conhecido intitulado Vida com Presas encontrado na Fortaleza do Arauto. De acordo com este relato, Myth Glaurach era protegida contra qualquer criatura que tivesse consumido carne de pessoas, um rito de passagem para se tornar um guerreiro na maioria das tribos orcs da região. Após a dizimação da Horda Canino Sangrento, o deus de um olho dos orcs revelou a causa de sua falha para seus xamãs sobreviventes na região. Após ele informar seus vassalos em sua visão coletiva, Malraug, então, proibiu toda uma geração de orcs de consumir a carne de seus odiados adversários. A paciência dos orcs foi recompensada aproximadamente duas décadas após, quando o mythal de Myth Glaurach não forneceu impedimento para a Horda do Canino Sangrento.

Se esta consideração puder ser acreditada, isso pode bem explicar porque muitos grupos de aventureiros têm encontrado refúgio entre as ruínas de Myth Glaurach ao fugir dos demônios de Forte Portão do Inferno e de seus grupos de carniçais famintos [9]. Outras propriedades do mythal de Myth Glaurach se perderam, foram esquecidas ou acabaram corrompidas pela decadência, ainda que aqueles que sobrevivem têm permitido aos habitantes do Forte Portão do Inferno e a certos aventureiros ousados produzir encantamentos poderosos para reabastecer a magia que carregam consigo [10].

Notas do Cronista

[1] Mais discussões acerca do Diário de Ilygaard Falcão da Tempestade, sobre a escrava Noura e sobre a longa e difícil viagem de Mintiper através do Vale Superior podem ser encontrados no artigo Livreto de Mintiper #4: Cripta da Mão Negra.

[2] Acredita-se que existam quatro mythals mágicos em Faerûn, incluindo um erguido sobre o Monte Imperial de Shoonach no Ano da Chama Negra (229 CV), o erguido sobre Myth Drannor no Ano das Estrelas Voadoras (261 CV), o mythal de Myth Glaurach, e um, por enquanto, ainda não identificado.

[3] Embora Myth Glaurach esteja largamente esquecida, exceto entre o Belo Povo, sua importância histórica excede, em grande parte, àquela a qual este Guardião atribui, e as ruínas desta antiga cidade ainda contêm alguns dos maiores tesouros do reino élfico de Eaerlann. Outros tesouros foram saqueados pelos demônios do Forte Portão do Inferno e podem ainda estar dentro das ruínas da vizinha Chifre Ascal. Nestes poucos contos que falam da Cidade dos Pergaminhos, menções são feitas sobre o Arco Brilhante de Delimbiyra, a Coroa da Lágrima do Dragão de Sharrven e o Cajado Quebrado das Canções das Estrelas, nenhum dos quais alguma vez foi recuperado.

[4] Veja Livreto de Mintiper #4Cripta da Mão Negra e o módulo Hellgate Keep para adicional discussão deste caído baluarte do mal.

[5] Fundada antes da ascensão de Netheril, Glaurachyndaar era uma pequena cidade na parte mais a leste de Eaerlann, próxima à confluência do Rio Aulantrar (Correnteza Profunda) e o Rio Estrela de Prata, bem conhecida por sua escola de feitiçaria élfica. Após a Queda de Netheril, os Altos Magos de Glaurachyndaar unificaram o conselho governante de Chifre Ascal para advogar a reeducação dos arcanistas sobreviventes de Netheril nos caminho da magia élfica. Através do curso dos próximos oito séculos, os magos élficos de Glaurachyndaar trabalharam com atenção aos refugiados Netherese que residiam em Chifre Ascal, fazendo a Cidade dos Pergaminhos um candidato ideal para emular o exemplo de Myth Drannor.

[6] Registros de Mythanthar sobre a criação do mythal e suas notas rudimentares sobre sua magia de criar mythal foram anotados em uma agenda de trabalho conhecida como o Livro de Mythanthar. Durante a criação do mythal de Myth Drannor, ladrões entraram na arruinada torre de Mythanthar e roubaram sua agenda de trabalho,que nunca foi recuperada. No entanto, uma de suas colaboradoras, Srinshee, possuía uma cópia dos registros de Mythanthar e a única cópia completa da magia criar mythal de Mythanthar, mas o Especular de Srinshee desapareceu, junto com sua proprietária, no Ano do Julgamento Severo (666 CV).

Pelo menos três magos são conhecidos por terem estudado o Especular de Srinshee antes do desaparecimento dela: Elminster Aumar, o lendário Sábio do Vale das Sombras, o Escolhido Sem Nome, que depois adotou o nome de Khelben "Cajado Negro" Arunsun, o Velho, e Tisharu Craulnober, uma elfa da lua de Eaerlann da Casa Craulnober (Tisharu era a irmã mais velha de Elanjar Craulnober e tia avó de Elaith Craulnober, bem como a última de seu clã a residir em Eaerlann). O Craulibram contem o único registro conhecido das descobertas da Senhora Tisharu, que dizem avançar a arte da criação do mythal além daquela que Mythanthar alcançou em um aspecto chave: o mythal de Myth Glaurach aparenta ser muito mais resistente do que o mythal de Myth Drannor de acordo com a profanação de seu ambiente natural e a proximidade de criaturas de planos inferiores. Estes avanços sem dúvida explicam a relativa saúde de Myth Glaurach apesar dos longos séculos da presença de muitos demônios na região de Vale Superior. O Craulibram desapareceu durante a criação do mythal de Myth Glaurach, exatamente como o Livro de Mythanthar, há muitos séculos atrás. Ele também nunca foi recuperado, ainda que sussurros persistentes sugerem que ele esteja escondido dentro das ruínas de Myth Glaurach.

O único outro registro conhecido de uma magia arcana criar mythal foi escrito por Qysar Shoon IV no Ano da Chama Negra (229 CV). O Necroqysarus, como o conjunto de doze volumes de grimórios do necromante é conhecido, nunca foi recuperado, portanto os detalhes exatos do único mythal verdadeiro conhecido por ter sido criado por um mago não élfico nunca foi estudado. Porém, uma lenda assustadora sobrevive desde essa era que sugere que Shoon IV sobreviveu à conjuração, apesar de servir como o conjurador primário, ao drenar a força vital dos quatro conjuradores secundários e dos quatro terciários ao invés de sua própria. O grupo atual era composto de cortesões humanos que o Necroqysar ludibriou para que eles servissem como colaboradores voluntários na criação do mythal. O segundo grupo consistia de quatro feiticeiras élficas cativas, todas as quais dizem ainda estarem assombrando as catacumbas sob o Monte Imperial como banshees.

[7] O mythal que envolve a arruinada cidade de Myth Glaurach é um mythal mágico que tem durado por aproximadamente 700 anos e vai durar por mais aproximadamente uns 400, apesar da crescente forma corrompida. No período de sua criação, o mythal de Myth Glaurach estava imbuído com 5 poderes maiores e 19 poderes menores. Aproximadamente 500 pontos de vida foram drenados durante a criação do mythal de Myth Glaurach, então o mythal vai permanecer integro e saudável por aproximadamente cinco séculos. Nos últimos três séculos, o mythal perdeu 1 poder maior e 7 poderes menores. Dois dos poderes maiores restantes estão corrompidos, bem como 7 dos poderes menores.

Como indicado anteriormente, o conjurador central da variação da magia criar mythal de Mythanthar, neste caso, era Tisharu Craulnober. Ela imbuiu um poder maior e um menor no mythal. Quatro conjuradores secundários participaram na criação do mythal de Myth Glaurach, incluindo Aelynthi das Águias, uma elfa da lua de descendência Eaerlanni e Arquimaga do Clã da Casa Alenuath, Isinghar “Runa Sobrenatural” Estrela de Ferro, um anão escultor de runas e arquimago de Ammarindar, o Escolhido Sem Nome (veja acima), e Tsaer “o Chifre” Nyamtharsar, um elfo da lua de descendência Eaerlanni e Arquimago do Clã da Casa Nyamtharsar. Cada um adicionou um poder maior para o mythal. Seis conjuradores terciários também participaram na criação do mythal de Myth Glaurach, incluindo Caerthynna das Pedras Serpeantes, uma elfa da lua de descendência Eaerlanni e uma famosa criadora de pedras iônicas, Durngrym, um humano itinerante incantatar, Ecamane Prata Genuína, um humano que depois se tornou o primeiro Grande Mago de Lua Argêntea, Jaluster de Chifre Ascal, um humano arquimago cujo horizonte mais tarde sobreviveu à queda do Forte Portão do Inferno, Nyaalsir, o Olho das Estrelas, um elfo da lua de descendência Eaerlanni, e Symrustar Auglamyr, uma elfa da lua de Cormanthor e Escolhida de Mystra. Cada um adicionou três poderes menores para o mythal (a incompleta e, de certa forma, incorreta lista de participantes feita por este Guardião reflete tanto a influência natural dos acadêmicos do Reduto dos Sábios em relação as grandes figuras na história de Lua Argêntea quanto a distorção natural dos relatos históricos através do tempo. Enquanto Khelben tomou grandes dores para manter sua identidade como o Escolhido Sem Nome distinta de seu atual disfarce, a inclusão dele feita por este Guardião na lista de criadores do mythal de Myth Glaurach é puramente casualidade).

[8] Embora planos para criar o “Myth Ascal” nunca tenham sido realizados, a queda de Chifre Ascal no Ano da Maldição (882 CV) necessitou que alguma coisa fosse feita para conter os demônios que aparentavam se posicionar para conquistar o Norte. No Festival do Verão, no Ano da Clareira Abandonada (886 CV), um grupo de Harpistas e magos poderosos criaram um quase mythal ao redor do que se tornou conhecido como Forte Portão do Inferno, usando conhecimento colhido do Livro de Mythanthar (ou particularmente, O Especular de Srinshee) em conjunto com outras fontes de poder ocultas em Chifre Ascal antes de sua queda pelos elfos. O poder primário deste quase mythal era aprisionar todos demônios maiores ou verdadeiros dentro das muralhas do Forte Portão do Inferno e os prevenir de convocar outros de sua espécie como reforços.

Da mesma forma, nenhum mythal foi alguma vez erigido sobre Lua Argêntea, ainda que muitas proteções poderosas tenham sido criadas ao redor da Gema do Norte desde o Ano do Oráculo Sinistro (694 CV). O estabelecimento de Luruar tem levado até uma nova quantidade enorme de rumores de que Alustriel procura erguer um mythal sobre sua cidade capital do reino, mas por agora os planos para a criação de “Myth Lurue” são meramente suposições.

[9] Como a maioria dos demônios, carniçais, orcs e trolls já consumiram a carne de anões, elfos ou humanos, o primeiro maior poder do mythal de Myth Glaurach descrito abaixo faz destas ruínas um razoável local seguro para grupos de aventureiros ativos no Vale Superior. No entanto, esta propriedade do mythal foi descoberta pelos governantes do Forte Portão do Inferno antes de sua queda e é conhecido pela maioria dos demônios sobreviventes. Eles desenvolveram a tática de manter um ou mais grupos de carniçais criados recentemente em estoque que nunca tenham consumido carne humana ou semi-humana. Estes grupos eram, então, usados para afastar oponentes dos confins do mythal, e nesse ponto os demônios podiam lhes destruir ao seu bel prazer. Além disso, um punhado de cambions e demônios-alu feiticeiros baseados no Forte Portão Inferno voluntariamente se abstiveram do paladar da carne humana e semi-humana para que pudessem ter vantagem dos acréscimos da Arte do mythal.

[10] Como apresentado, o mythal que envolve Myth Glaurach possui os seguintes 4 poderes maiores, 2 dos quais estão corrompidos:

1) O mythal barra a entrada de qualquer criatura que tenha consciente e deliberadamente consumido carne élfica, humana ou anã em qualquer momento do seu passado, tenha ela vindo de cima, abaixo ou do nível do solo. O mythal atua como uma barreira mágica eficaz tão sólida como uma montanha de pedra contra a entrada delas. Qualquer um agindo pela primeira vez dentro dos confins da cidade ou qualquer um que consiga entrar por meios desconhecidos sofre automaticamente 1d8 pontos de dano enquanto o mythal crepita ao redor dele e aleatoriamente teletransporta para mais de setecentos e cinqüenta quilômetros da Floresta Alta.

Além disso, o mythal possui um efeito tranqüilizante em criaturas Animais ou Semi-inteligentes (ou seja, que possuam valores de Inteligência na extensão de 1 a 4). Os animais não atacam outras criaturas enquanto estiverem dentro dos confins do mythal, não importa o quão estejam famintas, a menos que sejam atacadas ou especificamente treinadas para fazê-lo ou ordenadas pelos seus mestres. Esta propriedade do mythal garante a segurança dos numerosos companheiros animais, familiares e outros animais de estimação que fazem de Myth Glaurach seu lar.

Até o presente, este poder do mythal permanece inalterado.

2) A qualquer instante, o mythal envolve todos os conjuradores em um manto de ate três magias de sua escolha. Conforme o conjurador entra no mythal, até três magias de sua escolha podem ser tiradas de sua memória para formar o manto, ainda que elas possam ser subseqüentemente repreparadas, se desejado, e nenhum espaço de magia é consumido no processo. As magias contidas dentro do manto podem ser engatilhadas pelo silencioso ato de vontade com um tempo de execução de uma ação a cada período de vinte quatro horas durante o tempo que o conjurador permanecer dentro do mythal.

Este poder do mythal não mais funciona como originalmente designado e se tornou corrompido. Agora, qualquer conjurador entrando no mythal perde três magias da memória e os efeitos destas magias são engatilhados sobre o conjurador e possivelmente sobre seus arredores imediatos (se menos do que três magias estão atualmente preparadas, então todas as magias preparadas serão perdidas). Por exemplo, magias de toque atuam com se o conjurador tivesse tocado o alvo intencionado. Magias com áreas de efeito gerais são conjuradas centradas no próprio conjurador. Uma magia tal como recipiente arcano (uma magia de mago de 5º nível) coloca a força vital do conjurador dentro de uma gema em algum lugar dentro do mythal. O efeito exato de qualquer magia aleatória conjurada por este processo é deixado para o Mestre determinar.

3) Enquanto dentro dos confins do mythal, um conjurador não necessita repreparar magias arcanas. Magias arcanas retornam para sua memória exatamente vinte e quatro horas após serem conjuradas, se a magia foi conjurada ou, por outro lado, perdida enquanto o conjurador estiver dentro dos confins do mythal e se este não saiu do mythal desde a conjuração da mesma. É óbvio que um conjurador pode repreparar magias de mago se assim desejar e é obrigado a fazer isso em ordem de trocar uma magia na lista de magias preparadas. Magias divinas, itens mágicos e habilidades similares à magia inatas não são afetadas por este poder do mythal.

Até o presente, este poder do mythal permanece inalterado.

4) A qualquer instante, o mythal de Myth Glaurach aprimora a habilidade élfica de entrar no devaneio (o devaneio é um estado semelhante ao sonho experimentado somente pelos elfos, como descrito no suplemento Complete Book of Elves, pág. 34). Se desejar, qualquer elfo de sangue puro entrando em devaneio enquanto dentro dos confins do mythal pode voluntariamente controlar quais memórias alcançar primeiro para serem vividamente realçadas. Muitos Teu’Tel’Quessir usam esta propriedade do mythal no crepúsculo de suas vidas para ajudar no registro de suas experiências passadas, uma prática que aprimora de forma gigantesca as famosas bibliotecas de Myth Glaurach.

Este poder do mythal não mais funciona como originalmente designado e se tornou corrompido. Agora, qualquer criatura com até mesmo um pequeno traço de descendência élfica é invadida por pesadelos horríveis se entrarem em devaneio ou dormirem enquanto estiverem dentro dos confins do mythal. A maioria de tais pesadelos gira em torno da destruição de Myth Glaurach, enquanto o sonhador revive os horrores experimentados por um dos elfos mortos durante a destruição da cidade. Ao despertar de tais pesadelos, uma criatura afetada por este poder do mythal é automaticamente afetada por uma magia medo (como a magia de mago de 4º nível) sem direito a nenhum teste de resistência. No entanto, há 10% de chance por noite que enquanto experimentar as visões atemorizantes, uma criatura de descendência élfica colha um bocado de conhecimento antigo relativo à cidade na época que ela foi saqueada, como determinado pelo Mestre.

Como apresentado, o mythal que envolve Myth Glaurach possui os seguintes 12 poderes menores, 7 dos quais estão corrompidos e muitos dos quais requerem um conhecimento de uma das propriedades secretas do mythal para ativar. 

1) A qualquer instante, qualquer gema que não tenha sido usada como adorno dentro do mythal de Myth Glaurach pode ser colocada em órbita ao redor da cabeça de uma criatura, e, ao fazer isso, a criatura pode extrair as inatas propriedades mágicas latentes inerentes à maioria, se não todas, espécies de gemas de um modo semelhante à utilização de uma pedra iônica.

Este poder do mythal não mais funciona como originalmente designado, com a decadência do mythal corrompendo este poder em um perigoso efeito mágico. Qualquer gema dentro das fronteiras do mythal possui 1% de chance cumulativa por dia de liberar aleatoriamente uma inata propriedade mágica latente (uma vez liberada, a chance de uma magia irromper por qualquer gema em particular começa novamente em 0%). Por exemplo, se uma ravenar (um tipo de turmalina) for pega dentro de um efeito mágico dos confins do mythal, há uma chance de que ela “beba” o efeito mágico e irrompa com três relâmpagos causando de 6d6 de dano em direções aleatórias. Veja o suplemento Volo’s Guide to All Things Magical, págs. 34 a 54, para um compêndio das propriedades mágicas inatas associadas a diferentes variedades de gemas. O efeito exato do mythal em cada tipo de gema é deixado para o Mestre determinar. Na opção do Mestre, gemas moldadas em itens mágicos, tais como a gema de percepção, uma jóia de perfeição ou as gemas de um elmo da magnificência, são imunes a este corrompido poder do mythal.

2) Qualquer criatura que conheça o segredo pode usar o mythal para fornecer um auxilio metamágico para uma única magia, habilidade inata ou efeito similar à magia criado dentro do mythal. Este auxílio, em efetividade, é equivalente em efeito a um dos seguintes Talentos (ou seus reversos), como determinado pela criatura liberando o efeito base: Ampliar Magia, Aumentar Magia, Estender Magia, Potencializar Magia. Por exemplo, um mago conjurando uma bola de fogo ou engatilhando um cajado de fogo pode usar este poder do mythal para adicionar 50% de dano (ou seja, Potencializar Magia), ampliar a área de efeito em 100% (ou seja, Ampliar Magia), o dobro da duração (ou seja, Estender Magia) ou aumentar o alcance em 100% (ou seja, Aumentar Magia). Não é possível através deste poder afetar uma magia, habilidade inata ou efeito similar à magia engatilhado por uma outra criatura, nem é possível auxiliar o poder de um efeito mágico se ele for de um nível muito alto para ser afetado por pelos Talentos metamágicos mencionados acima.

Até o presente, este poder do mythal permanece inalterado.

3) À vontade, qualquer criatura que conheça o segredo pode direcionar o mythal para recarregar um item mágico com cargas de maneira idêntica àquela do mythal de Myth Drannor.

Veja o suplemento Cormanthyr: Empire of Elves, pág. 146, para mais detalhes deste poder do mythal, que, até o presente, permanece inalterado.

4) A qualquer instante, qualquer criatura que conheça o segredo do mythal de Myth Glaurach pode ajustar a temperatura e umidade ambiente efetiva que elas tenham experimentado, como desejado.

Este poder não mais funciona como originalmente designado. A decadência do mythal corrompeu este poder tanto que agora as ruínas aleatoriamente experimentam variações rígidas de temperatura e umidade independente do clima do lado de fora dos confins do mythal. Dessa forma, enquanto o ambiente de Myth Glaurach possa, por acaso, ser compatível com o mundo exterior, é quase tão provável estar seco e frio demais na parte de dentro durante um dia chuvoso de verão no mundo exterior, bem como estar compatível com o ambiente sufocante de uma selva do sul durante um dia frio e com neve no mundo exterior.

5) A qualquer instante, qualquer gata prenha dentro do mythal de Myth Glaurach possui um 10% de chance de parir uma ninhada de gatos élficos.

Este poder não mais funciona como originalmente designado. A decadência do mythal corrompeu este poder de modo que qualquer felino morto dentro de seus confins vai se erguer como um gato da cripta com vontade própria, e muitas dúzias de felinos mortos-vivos (a maioria da variação “normal”) agora caminham pelas ruínas, atacando todas as coisas vivas que encontram. Veja o suplemento Monstrous Compendium Annual: Volume 2, pág. 26, para detalhes sobre os gatos da cripta.

6) A qualquer instante, qualquer um capaz de conjurar magias arcanas pode ler escritos mágicos como se sob os efeitos de uma magia ler magias enquanto dentro dos confins do mythal.

Este poder não mais funciona como originalmente designado. A decadência do mythal corrompeu este poder de modo que todos os escritos mágicos e não mágicos são ocultados com uma magia confundir idiomas (como o reverso da magia de mago de 1º nível compreender idiomas) pelo tempo que permanecerem dentro dos confins do mythal. Este efeito pode ser temporariamente negado através de uma magia compreender idiomas ou magia similar ou efeito similar à magia. Porém, há 25% de chance que qualquer escrita tornada legível por tais meios irromper com todos os efeitos de uma magia runas explosivas (como a magia de mago de 3º nível) quando for lida.

7) Qualquer criatura que conheça o segredo pode usar o mythal para barrar o interior de uma estrutura completamente fechada contra observação e teletransportação. Através deste poder, todos os tipos de adivinhações mágicas ou psiônicas dentro de um espaço fechado podem ser bloqueadas. Da mesma forma, todo tipo de transporte mágico ou psiônico para dentro de um espaço fechado pode ser bloqueado. Se existir qualquer meio de entrar na estrutura, seja isso uma janela aberta, uma porta aberta ou um buraco de qualquer tamanho na muralha de uma estrutura fechada, este poder do mythal não funciona. Uma abertura é considerada selada se qualquer forma de material a bloquear completamente, seja ela é uma porta de madeira, uma janela de vidro, um pedaço de tecido ou uma muralha de ferro magicamente criada. Gases e campos de energia não constituem selo para uma abertura, então uma muralha de energia ou uma muralha de fogo não são suficientes para bloquear a abertura. Exemplos de estruturas fechadas podem alcançar de uma câmara subterrânea selada até uma barraca de tecido com as abas atadas e fechadas, até uma fortaleza instantânea de Daern.

Até o presente, este poder do mythal permanece inalterado. Porém, a arruinada cidade possui poucas estruturas completamente fechadas, tornando este poder muito menos útil do que foi uma vez.

8) Qualquer criatura que conheça o segredo pode usar o mythal para projetar imagem (como a magia de mago de 7º nível) à vontade. Somente uma imagem projetada pode ser mantida em qualquer dado período, e uma imagem projetada pode alcançar em qualquer lugar dentro das fronteiras do mythal tão logo enquanto permaneça dentro do raio de visão de seu criador.

Até o presente, este poder do mythal permanece inalterado.

9) A qualquer instante, qualquer um que conheça o segredo pode fazer o mythal fornecer acompanhamento musical apropriado para qualquer canção lírica ou qualquer som tocado em um instrumento musical.

Este poder não mais funciona como originalmente designado. A decadência do mythal corrompeu este poder de modo que toda música criada dentro do mythal é distorcida por um eco discordante (música criada fora do mythal, mas dentro da distância de audição daqueles dentro do mythal não é afetada). A cacofonia resultante aumenta constantemente o volume durante o que a música continua, até abafar inteiramente a composição original. Mesmo após a música parar, os ecos discordantes persistem por 3d10 rodadas, diminuindo gradualmente o volume. Conforme a música parecer emanar da localização dentro do mythal, onde foi tocada, o som dissonante triplica a chance de atrair monstros errantes (a chance base de atrair monstros errantes é deixada para o Mestre determinar como apropriado para sua campanha).

Além disso, este corrompido poder do mythal interrompe toda magia com um componente musical liberada dentro dos confins do mythal. Magias que empregam música como componente material, incluindo canções mágicas, uma rara forma de magia empregada quase exclusivamente por alguns elfos, funcionam como se dentro de uma zona de magia selvagem se conjuradas dentro dos confins do mythal. Igualmente, efeitos similares à magia de instrumentos musicais encantados também são afetados como se dentro de uma zona de magia selvagem quando empregados dentro dos confins do mythal.

10) A qualquer instante, qualquer um que conheça o segredo pode fazer o mythal lhe proteger com os efeitos de uma magia proteção contra o ferro menor (como a magia de mago de 5º nível) à vontade.

Este poder não mais funciona como originalmente designado. A decadência do mythal corrompeu este poder de modo que armas de metal empregadas dentro dos confins do mythal não são afetadas pelos ajustes mágicos à Classe de Armadura. Por exemplo, um manto de resistência ou braçadeiras de defesa não fornecem proteção contra armas de metal, e armaduras e escudos mágicos são considerados não mágicos para propósitos de determinar a Classe de Armadura contra ataques com armas de metal. Armas que incluam tanto componentes metais quanto não metais são similarmente desimpedidos pelas proteções mágicas se o componente de metal da arma infligir o dano atual.

11) Qualquer conjurador capaz de conjurar magias arcanas e que conheça o segredo pode usar o mythal para conjurar lendas e histórias (como a magia de mago de 6º nível) no máximo uma vez a cada período de vinte quatro horas. Em casos onde a magia lendas e histórias levar mais do que vinte quatro horas para se conjurada, somente uma magia lendas e histórias pode estar em progresso em qualquer dado período.

Até o presente, este poder do mythal permanece inalterado.

12) A qualquer instante, qualquer um que conheça o segredo pode fazer o mythal criar uma extensão de energia brilhante semelhante a uma espada (equivalente aos efeitos de uma espada de Mordenkainen, uma magia de mago de 7º nível, mas com duração ilimitada, enquanto a concentração do conjurador for mantida) à vontade.

Este poder não mais funciona como originalmente designado. A decadência do mythal corrompeu este poder de modo que se qualquer magia da escola de energia for conjurada dentro dos confins do mythal, ela automaticamente falhará. Ao invés disso, uma espada de Mordenkainen aparece e imediatamente ataca o conjurador. A extensão de energia brilhante semelhante a uma espada continua seu ataque enquanto o conjurador permanecer dentro dos confins do mythal ou até obter um sucesso em dissipar magia (trate como se ela fosse conjurada por um conjurador de 18º nível) usada para destruí-la.

A escola de energia, originalmente definida no suplemento Player’s Option: Spells & Magic, inclui magias como armadura arcana, manopla arcana, mísseis mágicos, escudo arcano, disco flutuante de Tenser, aríete, maça de Belsham, cajado de energia, punho voador, onda de energia, lança de disrupção, levitação, gosto encantador de Quimby, gancho dos céus, lâmina rodopiante, malha invisível, mandíbulas múltiplas, garra de Caligarde, escapar ao golpe, toque constritor de Geirdorn, adaga espectral de Othnal, esfera resiliente de Otiluke, lâmina sussurrante, corrente suspirante, suspensão, telecinésia, empurrão de Thultaun, muralha de energia, manopla de dentes, repulsão, cubo de força, espada de Mordenkainen, esfera telecinética de Otiluke e mecanismo mágico. Para uma listagem de magias adicionais, onerosamente revisada da lista do Player’s Option: Spells & Magic, veja o suplemento Wizard’s Spell Compendium: Volume Four, pág. 1117.

Referências

Introdução

Referências gerais a Mintiper Lua Prateada são citadas na primeira coluna do “Livreto de Mintiper”.

Myth Glaurach

  • Myth Glaurach foi discutida pela primeira vez no suplemento Ruins of Myth Drannor: Campaign Guide, pág. 22, no qual é descrito que esta se situava nas Terras do Norte da Costa da Espada, nas extensões superiores do Vale Delimbiyr, próximo ao Forte Portão do Inferno dos dias atuais. Esta passagem descreve que a cidade foi totalmente destruída por hordas de orcs há muito tempo atrás, e que tudo o que restou são ruínas cobertas de trepadeiras e algumas câmaras subterrâneas e túneis de esgoto, agora lar para monstros. O mythal permanece forte através destas ruínas, porém, é usado por certos aventureiros ousados e pelos habitantes malignos de Forte Portão do Inferno para produzir poderosos encantamentos e para reabastecer a magia que carregam. Esta cidade Eaerlanni é descrita como a mais recente envolta em um mythal mágico (um dos quatro mythals mágicos nos Reinos desde 650 CV) no suplemento Cormanthyr: Empire of Elves, pág. 148, sugerindo que o mythal de Myth Glaurach foi erguido mais próximo a 650CV do que 261 CV (quando o mythal de Myth Drannor foi criado).

  • Cantores da magia e canções de magia são discutidos no suplemento Complete Bard’s Handbook, págs. 56 a 58, e ao longo do romance Elfsong.

  • A longa e difícil viagem de Mintiper sobre a parte mais a oeste da margem de Anauroch, através da Floresta Longínqua, e através do Vale Superior, bem como seus cinco anos de longa residência entre os druidas de Árvores Altas na companhia de Noura são discutidos na revista Dragon #187, pág. 50, e no suplemento Code of the Harpers, págs. 65 a 68.

  • O Rio Aulantrar (Correnteza Profunda) e o Rio Estrela de Prata são discutidos no suplemento Volo’s Guide to the North, pág. 189. Eles compõem os dois rios mais a oeste dos três que são coletivamente conhecidos como as Garras.

  • A existência de quatro mythals mágicos envolvendo o Monte Imperial de Shoonach, Myth Drannor, Myth Glaurach e um outro lugar desconhecido, são descritos no suplemento Cormanthyr: Empire of Elves, pág. 148. Ainda que a data exata da criação do mythal sobre o Monte Imperial de Shoonach não tenha sido até agora definida, uma leitura mais cuidadosa do suplemento Empires of the Shining Sea, págs. 26 e 43, sugere que isso ocorreu entre 227 CV e 236 CV. A criação do mythal de Myth Drannor é datada no suplemento Cormanthyr: Empire of Elves, pág. 37.

  • O Rio Delimbiyr é também conhecido como o Rio Brilhante, como descrito no suplemento The North: The Wilderness, pág. 63, mas a origem deste nome não é explicada.

  • O reino élfico de Sharrven, que clamou as margens mais ao sul da Floresta Alta, é discutido na revista Dragon #228, pág. 34, no suplemento Cormanthyr: Empire of the Elves, págs. 32 a 34 e no romance Elminster: Making of a Mage. A atual referência também faz nota do fato que os elfos de Sharrven controlam magias para tomarem a forma de dragão, e que os Lordes Magos de Athalantar caçaram muitos dragões na região como resultado disso.

  • Canções das Estrelas são discutidas no romance In Sylvan Shadows, págs. 85, 114 a 116, 185 a 186, 212 a 224, 246, 249 a 252.

  • Khelben Arunsun foi conhecido como o Escolhido Sem Nome de 464 CV até 714 CV, como descrito no suplemento Cormanthyr: Empire of Elves, pág. 40, e no suplemento Fall of Myth Drannor, págs. 27 a 28.

  • A Casa Craulnober foi totalmente destruída em cerca de 740 CV, deixando somente dois sobreviventes: Elanjar Craulnober e seu neto infante, Elaith Craulnober, como descrito no suplemento Evermeet: Island of Elves (capa dura), pág. 385. Esta data pode ser registrada pelo comentário que Zoar Flor da Lua chegou em Encontro Eterno em 715 CV (novamente, veja o suplemento Evermeet: Island of Elves (capa dura), pág. 293), e que o Forte Craulnober foi saqueado por invasores do Subterrâneo 25 anos depois (novamente em Evermeet: Island of Elves (capa dura), pág. 387). Como o mythal de Myth Glaurach foi erguido em 590 CV antes da chegada da destruição da Casa Craulnober, a existência de Tisharu Craulnober até este período não contradiz qualquer Conhecimento dos Reinos existente.

  • Telshyll, o Idoso, é identificado como o primeiro mago que residiu em Lua Argêntea em 539 CV, de acordo com o suplemento The North: Cities, pág. 47.

  • O Livro de Mythanthar é discutido no suplemento Cormanthyr: Empire of Elves, pág. 143, no suplemento Fall of Myth Drannor, pág. 60 e no módulo Hellgate Keep, pág. 5. Qysar Shoon IV é discutido no suplemento Empires of the Shining Sea, págs. 26 e 43.

  • As regras que administram a criação e corrupção de mythals mágicos são detalhadas no suplemento Cormanthyr: Empire of Elves, págs. 139 a 142.

  • A Casa Alenuath é identificada como uma casa de elfos da lua no suplemento Elves of Evermeet, págs. 39 e 101 (uma menção errônea se refere a eles como uma família de elfos dourados).

  • O Clã Estrela de Ferro dos anões do escudo é discutido no suplemento FR11Dwarves Deep, págs. 13, 53 a 54 e 58, e no suplemento Cormanthyr: Empire of Elves, págs. 34 e 37. Anões da Estrela de Ferro são descritos no suplemento FR11Dwarves Deep, pág. 13, como tendo sido intimamente se aliado com os elfos após a queda de seu reino em 207 CV. Híbridos de anões e elfos, conhecidos como “anelfo” no singular e “anelfos” no plural, são descritos como tendo sido comuns nos dias de Eaerlann, conforme descrito no suplemento FR11Dwarves Deep, pág. 6.

  • Durngrym era um aventureiro incantatar ativo há 700 anos antes de 1.358 CV como descrito na revista Dragon #90, pág. 8.

  • Ecamane Prata Genuína chegou ao Norte Selvagem com a intenção de redimir as ações malignas dos arcanistas Netherese no Ano do Amanhecer dos Dragões (588 CV), como descrito no suplemento Cormanthyr: Empire of Elves, pág. 41. Sua história completa é narrada no mesmo Cormanthyr: Empire of Elves, págs. 41 a 42, no suplemento Fall of Myth Drannor, pág. 8 e no suplemento The North: Cities, págs. 46 a 48.

  • Jaluster de Chifre Ascal é discutido no Livreto de Mintiper #4 – Cripta da Mão Negra e no suplemento Pages from the Mages, pág. 63.

  • Nyaalsir, o Olho das Estrelas, é identificado como um importante e ativo mago no Vale Superior em 882 CV no módulo Hellgate Keep, pág. 5.

  • Symrustar Auglamyr é um personagem importante no romance Elminster in Myth Drannor e é detalhada no suplemento Cormanthyr: Empire of Elves, págs. 113 e 122, e no suplemento Fall of Myth Drannor, págs. 25, 26, 27, 31 a 32, 54 e 63. Ela nasceu em –97 CV, morreu em 261 CV, foi ressuscitada como uma Escolhida de Mystra em 261 CV, e morreu em 713 CV durante a Guerra das Lágrimas. É descrito no suplemento Fall of Myth Drannor, págs. 21 e 26, que a primeira vez que ela encontrou Elminster e Khelben ao mesmo tempo foi em 712 CV, porém encontrar Khelben em 590 CV não contradiz este fato. Symrustar Auglamyr era uma conjuradora terciária porque não possuía nível suficiente (20º, de acordo com o suplemento Cormanthyr: Empire of Elves, pág. 140) em 590 CV para ser uma conjuradora secundária. Apesar de ser uma maga de 24º nível quando morreu em 713 CV, de acordo com o suplemento Fall of Myth Drannor, pág. 63, ela era somente uma maga de 12º nível (e 8º nível de clériga de Mystra) em 650 CV, de acordo com o suplemento Cormanthyr: Empire of Elves, pág. 122, e portanto não poderia ter sido uma arquimaga de 20º nível em 590 CV (ainda que tenha criado uma magia de 9º nível em 348 CV, como descrito no suplemento Fall of Myth Drannor, pág. 54, isto é facilmente explicado como sendo um trabalho de Mystra falando através de seus lábios, uma ocorrência bastante comum para um Escolhido de Mystra).

  • A criação e poder do quase mythal que envolve o Forte Portão do Inferno é discutido no módulo Hellgate Keep, pág. 5. As proteções que envolvem Lua Argêntea são discutidas no suplemento The North: Cities, págs. 45 a 46 e 48, e na revista Dragon Annual #1, pág. 60.



Sobre o Autor

Eric L. Boyd escreveu artigos para a Dragon Magazine, Dungeon Adventures, e Polyhedron Magazine. Seus créditos no desenvolvimento de jogos incluem Faiths & Avatars (Crenças & Avatares), Volo's Guide to All Things Magical (Guia de Volo para Todas as Coisas Mágicas), Powers & Pantheons (Poderes & Panteões), Demihuman Deities (Divindades Semi-Humanas), Drizzt Do'Urden's Guide to the Underdark (Guia de Drizzt Do'Urden para o Subterrâneo), Cloak & Dagger (Manto & Adaga), e o Faiths & Pantheons (Crenças & Panteões). Em adicional escreve sobre seu jogo mundial favorito, Eric dirige o desenvolvimento de um grupo de software em Ann Arbor, Michigan.

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