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Livreto de Mintiper
 
Trilha de Brumas
Parte Seis
Por Eric L. Boyd
Tradução por Airton Alves Medina; revisado por Daniel Bartolomei Vieira.


Mintiper Lua Prateada é um dos lendários bardos dos Reinos Esquecidos, e contos de suas aventuras têm sido há muito recontados ao redor do fogo da lareira através do Norte em formas musicais, poéticas e narrativas. Transcrito no Reduto dos Sábios em Lua Argêntea pelo Guardião do Reduto, o Livreto de Mintiper é uma compilação das baladas, poemas e contos do Harpista Solitário. Páginas selecionadas deste diário foram anotadas e passadas para as mãos deste cronista e vão ser reveladas aqui em uma coluna periódica.



Trilha de Brumas

Ga ‘nomos vem, ga ‘nomos vão,
Agora olhe os ga campos de toda região.
Ga homens naturalmente levam toda a ga ‘lória,
Novamente esquecidos, a mesma velha história!

(REFRÃO)
Nós podemos estar aqui, nós podemos estar lá,
Como os homens naturalmente nós estamos em qualquer lugar!
Nós podemos ser belos, assim como os povos élficos,
Ga Povo, veja, eles acham que são os únicos!
Nós podemos ser robustos, assim como os anões,
Pelo menos nós não somos receosos de embarcações!
Nós podemos ser pequenos, assim como os hin,
Pelo menos nós temos cabelo em nosso queixo, sim!
Nós podemos ser ferozes, assim como os orcs,
Pelo menos nós não temos paladar de porcos!
Nós podemos estar aqui, nós podemos estar lá,
Ga trilhas enevoadas correm por qualquer lugar!

Ga ‘nomos vem, ga ‘nomos vão,
Agora olhe as ga árvores de toda região.
Ga elfos naturalmente levam toda a ga ‘lória,
Novamente esquecidos, a mesma velha história!

(REFRÃO)

Ga ‘nomos vem, ga ‘nomos vão,
Agora olhe as ga gemas de toda região.
Ga anões naturalmente levam toda a ga ‘lória,
Novamente esquecidos, a mesma velha história!

(REFRÃO)

Ga ‘nomos vem, ga ‘nomos vão,
Agora olhe os ga cachimbos de toda região.
Ga hin naturalmente levam metade da ga ‘lória,
Novamente esquecidos, a mesma velha história!

(REFRÃO)

Ga ‘nomos vem, ga ‘nomos vão,
Agora olhe o nada de toda região.
Ga orcs naturalmente levam toda a ga ‘lória,
Oops, não é nossa culpa, e não é nossa história!

(REFRÃO)

gnomo bêbado na cantiga intitulada "Ga Nomos"
atribuída a Mintiper Lua Prateada
Ano da Bota (1343 CV)

Observações do Guardião

Você alguma ficou curioso sobre como os gnomos começam brigas em tavernas? Isto inspirou uma pequena quantidade de versos mal elaborados que são favoritos de gnomos bêbados, particularmente aqueles que se sentem menosprezados ou negligenciados. Os versos listados são, acredita-se, o trabalho original do Harpista Solitário, ainda que incontáveis versos adicionais tenham sido criados por vários gnomos para ofender com qualquer audiência. Credita-se Mintiper Lua Prateada por ter escrito esta cantiga durante sua famosa viagem longa e difícil através da Floresta Alta, enquanto Heverseer Pluma dos Ventos, proprietário da estalagem Sprite Cantante, afirma ter escutado sua primeira performance no Ano da Queda da Lua (1344 CV), no bar da taverna Harpa de Sete Cordas, na vila de Secomber, em uma noite que os Cavaleiros da Floresta de Turlang vieram à cidade.

O Harpista Solitário pode ter escrito esta pequena canção como um modo de agradecimento ao Povo Esquecido por sua ajuda em acelerar sua passagem através da Floresta Alta. A referência a “trilha enevoada” na ultima linha do refrão sugere que forma de ajuda pode ter sido tomada: A Trilha de Brumas é um meio pouco conhecido de viagem mágica parecida com uma série de portais [1] e que acredita-se datar antes do ápice de Netheril e Eaerlann. [2] Criada por gnomos ilusionistas [3] trabalhando em conjunto com os Altos Magos de Eaerlann, a Trilha de Brumas servia originalmente como um meio de transporte mágico pelo qual gnomos tinham escapado da escravidão dos Netherese e puderam se mover aproximadamente mais ao norte e mais a leste da Floresta Alta sem temer serem recapturados. [4] A Trilha de Brumas conecta muitos lugares das guarnições élficas na fronteira Eaerlanni-Netherese com uma fortaleza élfica no coração de Eaerlann desde a reconstrução como a Cidadela das Brumas. [5] As Trilhas de Brumas levam mais adiante ao sul e oeste, permitindo aos gnomos fugirem com segurança de seus antigos mestres. [6]

Os gnomos que ainda vivem na Floresta Alta [7] devem ter guiado Mintiper e seus companheiros ao longo de no mínimo parte da Trilha de Brumas durante sua viagem longa e difícil em direção ao sul, e o Harpista Solitário aparentemente desenvolveu uma suspeita de vasta este rede de trilhas mágicas havias e tornado. A Trilha de Brumas certamente aparenta conectar a maioria das comunidades gnomas umas com as outras e com os maiores povoados de outras raças, funcionando como uma rede comercial oculta e acelerando a viagem entre comunidades gnomas distantes. [8]

A Trilha de Brumas deve levar, no mínimo, tão distante ao sul como Amn, já que uma ramificação da “trilha enevoada” leva diretamente para dentro da taverna Trilha do Mangual. Uma taverna rude e desorganizada em Amn, na cidade de Purskul, este ponto de encontro favorito para meio-orcs trabalhadores do campo é comumente conhecida como o Mangual Espancador por suas freqüentes brigas de taverna. Rudemente, gnomos bêbados aparentemente sentem prazer em “estraçalhar” a Trilha do Mangual a caminho da Trilha de Brumas e então cantam sua favorita cantiga, bêbados, para a o público. Se sobrepujados pelos suinícos clientes reunidos na inevitável briga subseqüente, a Trilha de Brumas fornece um meio simples e seguro de saída pelo qual fugir. [9]

Notas do Cronista

[1] Uma série de portais é uma linha de portais mágicos que conectam duas ou mais destinações através de uma série de localidades intermediárias. Um exemplo de tal é a Estrada da Princesa Perdida, que conecta as Colinas Púrpuras de Tethyr com tais diversas localidades como a parte mais a nordeste de Amn, a boca do Rio Chionthar, a Ponte dos Homens Caídos, o salão de festas Silavene em Águas Profundas, e a confluência do Rio Delimbiyr e o Córrego Unicórnio. Uma outra série de portais é usada como uma rota escravagista entre a cidade drow de Karsoluthiyl no Subterrâneo para fora da costa de Portão de Baldur e o posto avançado drow de Kyorlamshin nas profundezas da Montanha Subterrânea. Muitos outros exemplos de séries de portais podem ser encontrados no Secrets of the Magister.

Ainda que isso sirva em grande parte com a mesma função como uma série de portais, a Trilha de Brumas é na verdade uma série de caminhos fixados através da Fronteira Etérea. Alguém pode somente dar um passo para dentro da Trilha de Brumas em certos pontos já fixados através de Faerûn, conhecidos como pontos de nexo. Um pretenso “andarilho da bruma” é obrigado a conhecer a localização precisa do ponto de nexo, já que magia e psionicismo têm provado ineficazes em localizá-los, e mover alguma parte de sua forma física através dele. Para acessar a Trilha de Brumas, o ponto de nexo deve também ser completamente oculto em algum tipo de magia de ilusão tridimensional, tais como aquelas criadas por uma magia imagem silenciosa ou imagem silenciosa aprimorada. A natureza exata da ilusão criada é irrelevante, ainda que a maioria dos conjuradores cria a ilusão de algum tipo de portal. Finalmente, um pretenso andarilho da bruma deve estar carregando um tipo especifico de gema, e o tipo exato requerido varia de ponto de nexo para ponto de nexo.

Uma vez na Trilha de Brumas, um andarilho da bruma pode viajar ao longo de uma das trilhas de bruma espessa conectada a este ponto de nexo até ele alcançar o próximo ponto de nexo. Todos os pontos de nexo possuem no mínimo uma trilha conduzindo para longe através da Fronteira Etérea, e enquanto alguns possuem dúzias de alternativas. Ao alcançar um ponto de nexo, um andarilho da bruma é instantaneamente transferido de volta ao Plano Material Primário, e ele deve reentrar no ponto de nexo normalmente, sujeito a todas as condições listadas acima, para reiniciar o movimento ao longo da Trilha de Brumas.

Enquanto caminha ao longo da Trilha de Brumas, um andarilho da bruma pode ver objetos no Plano Material Primário como se através de uma bruma espessa. A Trilha de Brumas nunca aparenta passar através de objetos físicos no Plano Material Primário ou se erguer longe do solo. A Trilha de Brumas simplesmente redireciona a si própria (e qualquer coisa nela) ao redor de qualquer novo impedimento físico do Plano Material Primário que seja colocado em seu caminho aparente. Não é possível mover mesmo que seja um passo para trás ao longo da Trilha de Brumas ou um passo para fora dela em qualquer direção, nem é possível interagir de qualquer modo com as vizinhanças da Fronteira Etérea. Do mesmo modo, criaturas do Plano Etéreo não podem interagir com andarilhos da bruma de qualquer modo, ainda que ambos possam ver e ouvir um ao outro se estiverem em estreita proximidade física. Se dois grupos estão se movendo em direções opostas ao longo da mesma ramificação da Trilha de Brumas, a ramificação automaticamente bifurca e então restitui para que então os dois grupos pareçam passar um pelo outro a uma distância de 6 m ou algo assim. Andarilhos da bruma podem cobrir tantos quilômetros (relativo ao Plano Material Primário) por hora quanto possuírem pontos de Inteligência, ainda que seja possível mover mais lentamente se desejado. Grupos que desejam permanecer juntos não podem se mover mais rápido do que a criatura mais lenta entre eles, à medida que não é possível carregar ou puxar alguma coisa ao longo da Trilha de Brumas.

[2] Os primeiros estágios da Trilha de Brumas foram estabelecidos cerca de –3150 CV, e o Povo Esquecido tem expandido esta rede de trilhas etéreas com adaptações e funcionamentos através dos dias de hoje.

[3] Elfos de Eaerlann instruíram candidatos com potencial entre o Povo Esquecido na arte da feitiçaria, em grande quantidade como eles haviam instruído os humanos de Netheril na Arte há muitos séculos atrás. A maioria dos aprendizes gnomos demonstrou uma afinidade natural por magias de ilusão e enganação, e, unida com sua necessidade de se esconder das magias dos arquimagos Netherese, o Povo Esquecido desenvolveu a tradição de se especializar na escola de ilusão e enganação,o que continua através dos dias de hoje.

[4] Os Netherese escravizaram o Povo Esquecido por séculos, apesar de uma série de revoltas fracassadas, os empregando como artesões e inventores. Pequenos grupos de gnomos regularmente escapavam do cativeiro, mas a maioria era rapidamente descoberta e morta pelos Netherese.

Os elfos de Eaerlann começaram a silenciosamente ajudar os pequenos grupos de gnomos refugiados que chegavam em suas fronteiras cerca de –3520 CV, uns meros doze anos após a descoberta dos Pergaminhos de Nether. O Povo Esquecido foi inicialmente hospedado em câmaras subterrâneas escavadas sob guarnições élficas fronteiriças, mas, temendo a fúria dos arquimagos Netherese em caçarem seus escravos fugitivos, os elfos de Eaerlann começaram conduzir o Povo Esquecido através da Floresta Alta em direção ao Sul, distante da esfera de influência de Netheril.

Após muitas revoltas fracassadas, aqueles do Povo Esquecido que permaneceram escravizados pelos Netherese finalmente ganharam sua liberdade durante a Era de Prata de Netheril por se recusarem a trabalhar. Magias de controle mental, enquanto bem sucedidas em manter os gnomos na linha, se provaram ineficazes em produzir invenções de qualidade, então os Netherese finalmente demonstraram piedade, graças em parte aos esforços diplomáticos dos embaixadores de Eaerlann, e todos os gnomos escravos de Netheril foram emancipados em –2387 CV.

[5] A Cidadela das Brumas, uma estrutura delgada triangular de três torres sobressaindo de duas grandes construções e um pátio fechado, é um castelo isolado nas margens mais ao norte da Floresta Alta. A torre mais alta abriga um estábulo para pégasos, bem guardado por elementais do ar e do fogo enfeitiçados e somente acessível via uma exposta escadaria interna que se ergue através de uma única vasta câmara.

A Cidadela é lar do enigmático Mestre das Brumas (CN humano Clr9 de Leira/Ilus26), um poderoso, longevo ilusionista e esmorecido clérigo da Senhora das Brumas, que pode ter uma vez sido o clérigo de posto mais alto de toda a fé baseada em Milvarune. A Cidadela é oculta em uma antiga bruma protetora que antecede a construção do castelo por milênios. O Mestre das Brumas desenvolveu uma série de magias que o permite engatilhar o despertar da bruma protetora do mesmo modo que a magia boca encantada é engatilhada, na maioria de todos os casos, por intrusões ou ações específicas de intrusos. Em adição, o Mestre das Brumas pode cobrir toda a Cidadela em brumas rodopiantes à vontade. O atual clérigo emprega o Anel de Sarbossa de Undarl, um item mágico único que o habilita alterar forma (como a magia de mago de 9º nível) à vontade e pode possuir outros poderes também.

Os empregados domésticos e aliados do Mestre das Brumas incluem Iltmul (LN humano Mon11de Helm), um membro de elite dos Cavaleiros da Vigilância Eterna, Cherissa Mintaeril (CB humana Gue9) que venera a Senhora da Sorte e que ganhou grande fama a serviço de Cormyr, e Azure (NB humana Inv12), uma maga enigmática de Lua Argêntea. Cada um dos aliados e empregados acima mencionados utiliza um símbolo de proteção, habilitando-os a se moverem através da Cidadela à vontade sem engatilhar as defesas da bruma protetora.

A Cidadela é preenchida com antigas portas dimensionais de construção élfica, que são pontos invisíveis que se movem rapidamente quando alguém entra em certos caminhos até outros pontos invisíveis, em outro lugar na Cidadela. Algumas destas ligações funcionam nos pisos superiores das três torres da Cidadela, apesar de serem anteriores à construção da atual fortaleza, um enigma que somente o Mestre das Brumas solucionou. As portas dimensionais estão de algum modo ligadas à Trilha de Brumas, mas não é possível acessar a rede de trilhas etéreas através de sua utilização.

Construída no Ano da Lua Secreta (1294 CV) pelos agentes do Mestre das Brumas, a Cidadela das Brumas esta em cima das fundações de uma antiga fortaleza élfica abandonada cerca de -4300 CV no final da Guerra das Sete Cidadelas. Os antigos porões e passagens sob a Cidadela das Brumas foram uma vez um de cinco arsenais secretos estabelecidos pelos elfos dourados cambions de Casa Dlardrageth cerca de -4500 CV. O arsenal Dlardrageth, que pode um após o outro ter sido construído em cima das ruínas da fortaleza anterior datando antes do auge de Aryvandaar, eram armazéns de artefatos mágicos recuperados das ruínas do Império Vyshaantar e defendidos pelos demônios guardiões encarregados. Agentes elfos dourados de Siluvanede descobriram quatro dos cinco arsenais Dlardrageth durante a Guerra das Sete Cidadelas, incluindo um que agora esta sob a Cidadela das Brumas, habilitando as casas menores de Siluvanede empunharem os terríveis legados do Império Vyshaantar que eles encontraram dentro dos arsenais contra seus irmãos elfos da lua em Eaerlann (Mais informações do atual status da Casa Dlardrageth podem ser encontradas no Cloak & Dagger).

Após a derrota de Siluvanede, o Povo Belo de Eaerlann descobriu o arsenal subterrâneo que agora esta sob a Cidadela das Brumas. Arquimagos de Eaerlann envolveram o arsenal com proteções mágicas, para que então aprisionasse o mal que permanecia dentro das câmaras mais profundas do arsenal. O arsenal estava intocado por séculos, até suas câmaras superiores vazias foram dadas completamente para o Povo Esquecido cerca de -3150 CV para servir como abrigo para feridos para a Trilha de Brumas.

Cerca de -1700 CV, os gnomos foram forçados a erigir proteções adicionais ao redor do antigo arsenal e abruptamente parar de usá-lo como um lugar de caminho central da Trilha de Brumas. Um ou mais dos demônios vinculados que tinham há muito tempo protegido os legados do Império Vyshaantar tinha planejado escapar das antigas catacumbas inferiores do arsenal, e somente a ação desesperada de um pequeno grupo de gnomos da floresta e elfos da lua aventureiros conseguiram impedir os demônios libertos de escapar também das catacumbas superiores.

Hoje, as catacumbas superiores da Cidadela das Brumas são ainda defendidas por todos os tipos de ilusões, armadilhas, e guardiões mágicos e monstruosos pelos gnomos, e elas são o lar para um ou mais demônios parcialmente libertos também. Os túneis e câmaras contém aproximadamente três dúzias de pontos de nexo através dos quais é ainda possível acessar diretamente quase todo ponto de nexo encontrado na parte mais ao norte da Floresta Alta, também como aqueles que estão no meio das ruínas de antigas guarnições élficas ao longo da margem mais a leste da Floresta Longínqua.

[6] A maioria dos gnomos que escapou da escravidão pelos Netherese fez seu caminho através das terras mais ao sul, muito além da esfera de influência de Netheril. A viagem através do Norte foi facilitada pela Trilha de Brumas, que, nestes dias, se estendia tão distante ao sul como canal agora conhecido como o Rio Chionthar e tão distante a leste como cadeia de montanhas agora conhecidas como os Picos das Tempestades.

[7] Aproximadamente duas dúzias de comunidades de gnomos da floresta permanecem dentro da parte mais ao norte e mais a leste dos alcances da Floresta Alta, todas em estreita proximidade de no mínimo um ponto de nexo da Trilha de Brumas. A maior parte de tais vilas possuem entre 100 e 300 habitantes, e o total da população de gnomos da floresta na Floresta Alta mal excede a 5.000.

[8] Hoje a Trilha de Brumas cruza muito da parte mais ao norte da Floresta Alta e liga-se com as comunidades gnomas, as ruínas de antigas colonizações gnomas, e várias cidades de outras raças espalhadas através da parte mais à oeste e mais ao norte de Faerûn. Ela tem sido estendida de tempos em tempos novamente pelos gnomos ilusionistas, e o mais famoso dos quais foi indubitavelmente Fitzmilliyun Aro Condutor de Faísca, o lendário criador do Castelo de Ilusões antes da queda de Ascalhorn.

Em adição para com aqueles que estão dentro das profundezas da Floresta Alta, um ou mais pontos de nexo da Trilha de Brumas estão dentro das ruínas de Dolblunde (nordeste de Águas Profundas), as ruínas de Forte Portão do Inferno (datando de antes dos dias de Ascalhorn), e as ruínas de Myth Glaurach (detalhada no Livreto de Mintiper #4: Myth Glaurach), também como entre o Castelo de Ilusões, a Floresta Casca de Troll, a Floresta Esquecida, e as Colinas Trielta. Um outro nexo dizem estar no meio da há muito esquecida Toca Gnoma Shinglefell, mas a exata localização do lugar de nascimento de Fitzmilliyun tem estado perdida mesmo para o Povo Esquecido, sugerindo que no mínimo uma ramificação da Trilha de Brumas não esta mais conectada com o resto da rede de trilhas.

Colonizações gnomas que englobam ou estão próximas a um ponto de nexo da Trilha de Brumas incluem Anga Vled (oeste de Elturel), Beldenshyn (ao longo do Rio Sinuoso), Elbencort (leste de Riatavin), Forharn (nos Picos Brancos, norte do Percurso), o Braço Amigo (uma estalagem na estrada comercial de Portão de Baldur até Beregost), Broquel Rígido (próximo às Colinas Trielta), Skultan (leste de Daerlun), Stormpemhauder (nas profundezas da Floresta das Aranhas), Lágrimas de Tempus (no cruzamento da Estrada Skuldask e Trajeto Thundar), e outras incontáveis localizações fora da trilha conhecidas somente pelo Povo Esquecido. Cidades tais como Portão de Baldur, Elturel, Elversult, Evereska, Salão de Mitral, Inverno Remoto, Vale da Cicatriz, Lua Argêntea, Sundabar, Suzail, Thentia, e Águas Profundas, também possuem um ou mais pontos de nexo da Trilha de Brumas.

[9] A Trilha do Mangual possui uma atração adicional para gnomos largamente desconhecidos fora de suas comunidades nas Colinas Trielta. Um efeito protelado de magia selvagem do Tempo das Perturbações que esta centrada no bar da taverna confere, a gnomos de sangue puro que derramem sangue em seus confins, imunidade à maldição da licantropia até a próxima lua cheia. As Colinas Trielta tem tido numerosas incursões de homens-toupeira desde o Tempo das Perturbações, uma infestação atribuída a Urdlen, o Rastejador Sinistro. Assim, gnomos guerreiros das Colinas Trielta rotineiramente visitam a Trilha do Mangual, e incitam uma briga de taverna que é simplesmente um modo divertido de assegurar que um pouco de sangue seja derramado.

Referências

Introdução

Referências gerais a Mintiper Lua Prateada são citadas na primeira coluna do “Livreto de Mintiper”.

Trilha de Brumas

  • Vindo da perspectiva das raças de grande longevidade, homens (humanos) são conhecidos por desmatar florestas para trabalhar a terra e para procriar como coelhos. Elfos, também conhecidos como o Povo Belo, se referem a si mesmos como Tel’Quessir, um termo élfico que significa “as Pessoas”. Não elfos são N’Tel’Quess, um termo élfico que significa “Não Pessoa”. Anões, também conhecidos como Povo Robusto, não são geralmente conhecidos como marinheiros ou nadadores, com os Anões Loucos sendo a única exceção conhecida. Halflings, também conhecidos como o Povo Pequeno, geralmente crescem cabelos em cima de seus pés e não em seus rostos. Orcs, também conhecidos como Povo Feroz, possui uma bem conhecida semelhança a javalis (porcos). Gnomos, também conhecidos como Povo Esquecido, vivem em florestas (se eles são gnomos da floresta) ou terrenos montanhosos (se eles são gnomos das rochas). Gnomos são geralmente pequenos, valorizam suas barbas, e são conhecidos por suas habilidades em lapidação.

  • Halflings são referidos como "hin" no Empires of the Shining Sea, pág. 84, e no Demihuman Deities, pág. 176.

  • A taverna Harpa de Sete de Cordas, a estalagem Sprite Cantante, e a vila de Secomber são discutidas no Volo’s Guide to the Sword Coast, págs. 79-85, 212-213, 225-226, The North: Cities, págs. 63-64, e The North: The Wilderness, pág. 76.

  • A participação de Mintiper nos Cavaleiros da Floresta de Turlang, um grupo de bandidos ativos na margem mais ao sul da Floresta Alta, é discutida na Dragon #187, págs. 48-51, e FOR4Code of the Harpers, págs. 64-70.

  • O ensino de magia pelos elfos de Eaerlann para os Netherese no inicio de –3830 CV, a escravidão dos gnomos das rochas e da floresta pelos Netherese, a função prestada pelos elfos de Eaerlann em ajudar os gnomos fugitivos em se esconder nas guarnições élficas fronteiriças e no ensino individual dos gnomos na arte da magia de ilusionismo, e a liberdade final da população gnoma de Netheril em –2387 CV são todas discutidas no Cormanthyr: Empire of Elves, págs. 11, 15, 24, 33-34, 38, Netheril: The Winds of Netheril, pág. 16, e Powers & Pantheons, págs. 136-137.

  • A Cidadela das Brumas e o Mestre das Brumas são discutidos no FR5The Savage Frontier, pág. 51, The North: The Wilderness, págs. 11-12, 52-53, Hellgate Keep, págs. 7, 13, e Cloak & Dagger. Os Cavaleiros da Vigilância Eterna são brevemente discutidos no Faiths & Avatars, pág. 69.

  • Casa Dlardrageth, Siluvanede, e a Guerra das Sete Cidadelas são discutidas no Cormanthyr: Empire of Elves, págs. 32-33, 83, Hellgate Keep, págs. 9-12, 22-24, 32, Dragon #228, págs. 34-35, e Cloak & Dagger.

  • Undarl era o Mago Real de Athalantar. Ele era secretamente um malaugrym, uma raça metamorfa que, séculos após, batalhou contra os Harpistas durante as Guerras da Harpa das Estrelas, ora se disfarçando como um yuan-ti, ora como um humano. Veja Elminster: Making of a Mage (capa mole), págs. 313-314, e Dragon #228, pág. 28. Sarbossa é um tipo de pedra ornamental imaginada poder estender magias de metamorfose, como descrito no Volo’s Guide to All Things Magical, pág. 49.

  • Brumas Protetoras são detalhadas no Volo’s Guide to the North, págs. 226-229, e Volo’s Guide to the Sword Coast, págs. 228-231.

  • A Estrada da Princesa Perdida é detalhada na Dragon #268, pág. 88-91.

  • Karsoluthiyl e Kyorlamshin e a série de portais que os conecta são detalhados na Dragon #227, pág. 17, e Drizzt Do’Urden’s Guide to the Underdark, pág. 120.

  • Colonizações Gnomas através dos Reinos, incluindo muitas listadas acima, são detalhadas em uma futura edição da Dragon magazine como parte da coluna New Adventures of Volo por Ed Greenwood. As ruínas de Dolblunde são discutidas na Dragon #234, págs. 34-35, Cult of the Dragon, págs. 44-45, e Drizzt Do’Urden’s Guide to the Underdark, pág. 47. A vila de Stormpemhauder é detalhada no The Secret of Spiderhaunt, págs. 10-13. A vila de Lágrimas de Tempus é detalhada no Volo’s Guide to the Sword Coast, págs. 118-119, 211-212.

  • Fitzmilliyun Aro Condutor de Faísca (também soletrado Fhzmilliyun Aro Condutor de Faísca), Toca Gnoma Shinglefell, e o Castelo das Ilusões são detalhados no FR5The Savage Frontier, pág. 40, e The North: The Wilderness, pág. 45.

  • Homens-toupeira são detalhados no Demihuman Deities, págs. 158-159.



Sobre o Autor

Eric L. Boyd escreveu artigos para a Dragon Magazine, Dungeon Adventures, e Polyhedron Magazine. Seus créditos no desenvolvimento de jogos incluem Faiths & Avatars (Crenças & Avatares), Volo's Guide to All Things Magical (Guia de Volo para Todas as Coisas Mágicas), Powers & Pantheons (Poderes & Panteões), Demihuman Deities (Divindades Semi-Humanas), Drizzt Do'Urden's Guide to the Underdark (Guia de Drizzt Do'Urden para o Subterrâneo), Cloak & Dagger (Manto & Adaga), e o Faiths & Pantheons (Crenças & Panteões). Em adicional escreve sobre seu jogo mundial favorito, Eric dirige o desenvolvimento de um grupo de software em Ann Arbor, Michigan.

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