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Livreto de Mintiper
 
Fogo Dourado
Parte Sete
Por Eric L. Boyd
Tradução por Airton Alves Medina; revisado por Ricardo Costa.


Mintiper Lua Prateada é um dos lendários bardos dos Reinos Esquecidos, e contos de suas aventuras têm sido há muito recontados ao redor do fogo da lareira através do Norte em formas musicais, poéticas e narrativas. Transcrito no Reduto dos Sábios em Lua Argêntea pelo Guardião do Reduto, o Livreto de Mintiper é uma compilação das baladas, poemas e contos do Harpista Solitário. Páginas selecionadas deste diário foram anotadas e passadas para as mãos deste cronista e vão ser reveladas aqui em uma coluna periódica.



Fogo Dourado

Lá reside um ancião de cor dourada entre as árvores mais altas de uma grande floresta. Semelhante aqueles veneráveis gigantes da floresta, ele viu o passar de incontáveis estações e ainda permanece inflexível. Por seu rei, este ancião foi encarregado de proteger contra o mal, propagar a justiça, e demonstrar misericórdia em relação a todos aqueles que habitam sob os galhos da floresta, e ele nunca hesitou em seu compromisso com esta lealdade.

Nos anos anteriores ao seu chamado, o ancião de cor dourada batalhou contra todos os tipos de ameaças contra aqueles que habitavam em seu domínio, se elas fossem hordas orcs enfurecidas ou incêndios periódicos que causavam desmatamento de tempos em tempos. Ainda, apesar de seus esforços, muitas espécies dentro do domínio do dragão dourado caíram vitimas de doença e fome, e a frágil trama da vida da floresta se tornou fraca.

Finalmente, veio um dia, em um escaldante verão quente e seco, quando relâmpagos lançados pelo Senhor das Tempestades incendiaram grandes partes da floresta no mesmo tempo em que uma horda orc dizimava tudo em um frenesi destruidor. Como era seu habito, o ancião de cor dourada se esforçou vigorosamente para apagar as chamas e destruir os orcs, porém sem sucesso. O incêndio resultante queimou por semanas, matando árvores, arbustos, animais, pássaros, insetos, e criaturas inteligentes, deixando somente devastação em seu rastro. Aqueles que escaparam das chamas caíram nos braços dos orcs sedentos de sangue. Exausto pelos seus esforços e ferimentos e confuso pelas suas falhas, o guardião dracônico da floresta ficou em seu covil por umas longas décadas dormindo, atormentado pelos pesadelos sobre o que poderia acontecer com as árvores enquanto ele dormia.

Quando o dragão dourado finalmente despertou, a carbonizada floresta sobre seu covil havia renascido. Um amontoado de vida vegetal tinha avidamente invadido os vales abertos mais recentes, e as populações de animais, pássaros, e insetos tinham mais do que recuperado suas quantidades e saúdes originais. Mesmo as raças inteligentes tinham enormemente aumentado em número, já que a fertilidade da floresta da qual eles colheram seu sustento tinha enormemente renovado, e eles aparentavam menos suscetíveis ao toque deteriorante da Senhora da Doença. Impressionado pelo o que aconteceu com o passar dos anos desde o grande incêndio, o ancião de cor dourada empregou a tarefa de encontrar a criatura ou criaturas que tinham realizado este milagre e prometeu ficar ele mesmo a serviço dele ou deles.

Por muitos anos, o ancião procurou por aquele ou aqueles que tinham restaurado sua amada floresta, mas sem resultados. Finalmente, o dragão dourado encontrou um homem vestido de verde que estava começando a por fogo em uma árvore caída em uma antiga extensão de terra da floresta.

Se apressando para apagar a chama, o ancião de cor dourada reclamou, “Com que direito você vai destruir estas árvores sagradas e tomar as vidas daqueles que residem sob seus galhos?”

O homem de verde replicou, “Com que direito você vai oprimir vidas novas e permitir que a doença e podridão destrua aqueles que estão vivos?”

Por um ciclo da lua os dois debateram, até que finalmente o ancião se rendeu. O dragão dourado concordou em servir o homem de verde por tanto tempo como a vida de um carvalho, e então comparou os resultados de seus trabalhos com os esforços anteriores do ancião. Ainda que isso preocupasse muito o ancião, ele seguiu as ordens do homem de verde, separando os fracos e os velhos dos rebanhos, colocando fogo sobre toda a floresta, e permitindo todas as espécies de predadores caçarem pelas florestas — mesmo os orcs.

Quando finalmente o carvalho caiu, dois séculos haviam se passado. O homem de verde chamou seu iniciado dracônico para seu lado e pediu que ele olhasse nos arredores das árvores. Para o espanto do ancião, a grande floresta prosperou com vida, e os infortúnios que tinham anteriormente importunado aqueles que residiam em seu domínio tinham amplamente diminuído. Com o recente vislumbre, o dragão disse estas palavras neste tom:

Protegida como o tesouro de um dragão,
Um bosque terá acabado.
A vida renasce e perdura,
Isso é realizado pelo Fogo Dourado.

E desde esse dia, o ancião conhecido como Fogo Dourado atua como a mão da natureza, tudo no longo alcance dos interesses da justiça e misericórdia. Sinceramente, a grande floresta se tornou seu mais valioso tesouro.

parábola intitulada "Pelo Fogo Dourado"
atribuída a Mintiper Lua Prateada
Ano da Queda da Lua (1344 CV)

Observações do Guardião

Frequentemente citada pelos seguidores de Mielikki e Silvanus, esta parábola explica um dogma das várias crenças druídicas: Todas as espécies ficam mais satisfeitas por permitir a mão da natureza, porém rude, eliminar a fraqueza e doença do ciclo da vida e permitir a nova vida florescer. O conto de Mintiper também sugere quanto dano a pessoa certa pode infligir no seu meio-ambiente se suas boas intenções são extraviadas, e ele fala da devastação ambiental que mesmo um ancião benevolentemente inclinado pode praticar.

Ainda que Mintiper tome cuidado para manter o cenário e personagens principais desta parábola ocultos, a referência as “árvores mais altas da grande floresta” encaixa com uma lembrança da viagem longa e difícil do Harpista Solitário através da Floresta Alta, sugerindo que Mintiper fala da colonização de Árvores Altas na região mais a nordeste desta grande floresta. [1] Além disso, muitas descrições em séculos recentes de um grande dragão de ouro voando sobre a Floresta Alta e usando seu sopro ardente para incitar precisos incêndios na floresta fornece peso adicional para esta conclusão.

Determinando que esta parábola chegou primeiro em comum circulação no Ano da Queda da Lua (1344 CV), isso aparenta que provavelmente Mintiper encontrou o “ancião de cor dourada” do qual ele fala durante sua viagem longa e difícil em direção sul através da Floresta Alta, e que Fogo Dourado, como alguns têm começado a chamar o dragão de ouro da parábola, está de algum modo ligado com os druidas da Floresta Alta. [2] Em adição, ainda que a identidade do “homem de verde” nesta parábola não seja revelada, Eu suspeito que ele possa ter sido Sinklayr Serenidade Verde, o antigo Druida Venerável do Norte da fé de Mielikki, e agora um Adepto Hierofante. Quem mais seria melhor capacitado para vantajoso adequar à instrução de um ancião dourado nos dogmas de varias crenças druídicas? [3]

A última linha de “Pelo Fogo Dourado” sugere que Fogo Dourado adotou toda a Floresta Alta como seu tesouro, e que, em sua totalidade, a Floresta Alta é verdadeiramente um dos maiores tesouros do Norte. Alguns, porém, tem interpretado as palavras do Harpista Solitário querendo dizer que o tesouro do Fogo Dourado inclui outros tesouros preciosos também e está escondido em algum lugar dentro da Floresta Alta. Se tal for o caso, de qualquer forma, eu não sei de descrições ditas nas quais qualquer porção do tesouro do Dragão Druida tenha sido recuperado.[4]

Notas do Cronista

[1]De sua fundação cerca de -4.500 CV, a cidade-árvore élfica de Teuveamanthaar era a capital e maior cidade de Eaerlann, o reino de elfos da lua que estava dentro da extensão mais ao norte e mais a leste da Floresta Alta entre as ruínas de Aryvandaar. Construída no topo de escarpado lateral de cumes, Teuveamanthaar era conhecida por seus grandes carvalhos, que se erguiam sobre o resto da floresta como gigantes da colina em relação a jovens humanos e cujos troncos era dito ser da largura da maioria das vilas humanas do norte.

A queda de Eaerlann no Ano da Maldição (882 CV) levou ao abandono de Teuveamanthaar, mas estimulou a ação pelos seguidores de Mielikki em impedir a abandonada cidade-árvore de cair nas garras dos demônios do Forte Portão do Inferno. Apesar dos perigos do vizinho Vale Superior, os seguidores da Ranger Suprema têm mantido uma forte presença na abandonada cidade élfica desde então, tendo repelido os ataques associados de ambas as hordas orcs e grupos de carniçais liderados por demônios em repetidas ocasiões.

Teuveamanthaar é agora conhecida como Árvores Altas, e as antigas árvores da cidade — que acredita-se estarem entre as mais antigas da Floresta Alta — são o lar para aproximadamente duas dúzias de, na maioria das vezes, druidas seniores da fé de Mielikki. Os druidas de Árvores Altas ocupam somente uma minúscula fração de toda a cidade, mas eles procuram preservar tão muito da antiga colonização de Eaerlann como possível. Uthgang Jyarl (N humano Illuskan Drd14), Grande Druida do Norte, lidera o Circulo de Árvores Altas e é conhecido pelos humanos e elfos igualmente como o Regente de Teuveamanthaar, um titulo que sugere que os Teu’Tel’Quessir podem um dia retornar. Três iniciados do 11º Círculo, Elighaer Teushandor (N meio-elfo da lua Drd11 de Mielikki), Sarragh dos Pardais (N humana Illuskan Drd11 de Mielikki), e "Vaeros Escudo de Fogo" (veja abaixo), servem diretamente ao Grande Druida, e quinze iniciados de posto inferior o servem em ordem. Em adição, muitos outros druidas seniores da fé fazem seu lar no meio da atual cidade-árvore, incluindo Dalanaer Llundlar (N meio-elfa do sol Mag15/Drd7 de Mielikki), Sinklayr Serenidade Verde (N humano Netherese Drd18 de Mielikki), e Vanuseed (N ente Drd12 de Mielikki).

Os remanescentes abandonados de Teuveamanthaar vivem no alto acima do solo da floresta, conectadas por uma rede de pontes de corda magicamente protegidas e preservadas. Somente um punhado de escadas de corda leva até o solo, e elas são normalmente puxadas para cima, para dentro das árvores. Antigas proteções datando do passado, nos dias antigos de Eaerlann, ainda protegem as habitações de Árvores Altas do fogo mágico e não mágico, o perigo do golpe de relâmpagos, e a ameaça de podridão e doença. Os habitantes de Teuveamanthaar criaram fabulosas habitações dos vazios detalhadamente formados dos troncos e galhos das grandes árvores enquanto elas cresciam, e estas câmaras ainda existem hoje, amplamente imutáveis desde o dia em que seus habitantes élficos partiram para terras ao sul e oeste. Apesar do Povo Belo de Eaerlann ter levado quase tudo de valor com eles quando Teuveamanthaar foi abandonada, umas poucas relíquias mágicas e não mágicas que eles deixaram para trás são ainda encontradas ao acaso.

[2]Nascido no Ano da Árvore Queimada (890 CV), “Fogo Dourado” é um dragão de ouro antigo cujo verdadeiro nome é Aerosclughpalar. Por muitos anos o “ancião de cor dourada” residiu disfarçado de humano entre os druidas de Árvores Altas, que o conhecem como Vaeros Escudo de Fogo. (Somente Sinklayr Serenidade Verde, Uthgang Jyarl, e uns poucos dragões de ouro e de prata sabem da verdadeira identidade de Fogo Dourado). “Vaeros” (N(LB) dragão de ouro Drd11 de Mielikki) é de fato um Iniciado do 11º Círculo da ramificação do Ramo da Árvore da igreja de Mielikki, e muitos seguidores da Nossa Dama da Floresta suspeitam que “Vaeros” possa eventualmente suceder Uthgang Jyarl como o Grande Druida do Norte.

Ainda que Aerosclughpalar não seja considerado um tratante pelos outros dragões de ouro, ele possui posições filosóficas em divergências com a maioria dos outros de sua espécie. O Dragão Druida, conforme aqueles que são cientes de sua verdadeira identidade às vezes o chamam, ainda reconhece Sua Resplandecência Lareth, Rei da Justiça, como seu senhor e o soberano de todos os dragões de ouro em Abeir-Toril. No entanto, o grande ancião ouro e Aerosclughpalar têm se engajado em uma serie de prolongados debates filosóficos em poucas ocasiões que eles se encontraram, cada um se esforçando, até agora sem sucesso, para convencer o outro das virtudes de sua aproximação filosófica da vida.

[3]Cada uma das várias crenças da natureza, incluindo igrejas de Chauntea, Eldath, Silvanus, e Mielikki, possui suas próprias hierarquias druídicas, incluindo Círculos, Iniciados, Druidas, Arquidruidas, Grandes Druidas, Druidas Veneráveis, e Druidas Hierofantes. Dessa forma, por exemplo, há somente quatro Grandes Druidas do Norte ao mesmo tempo, cada qual venera um dos poderes previamente mencionados.

Em adição a Sinklayr Serenidade Verde, conhecidos Druidas Hierofantes ativos nos Reinos incluem Aubaerus, o Mestre dos Corvos dos Picos do Trovão (N humano Drd16 de Silvanus), que reside em uma grande caverna acima do Lago Sember, Khamlautas Iriphar de Cormyr (N humano Drd17 de Silvanus), que desapareceu nas Terras Rochosas antes do Tempo das Perturbações com planos para restaurar sua ecologia natural, Pheszeltan da Floresta Esquecida (N humano Drd17/Dis4), o qual tem perambulado e treinado outros druidas, Senhora Sombra da Lua Crystalembers de Ilighôn (N elfa Drd22 de Silvanus), uma dos três lideres do Enclave Esmeralda, e Shintala Cume Profundo de Ilighôn (N humana Drd30 de Silvanus), Grande Cabala do Enclave Esmeralda.

[4]O tesouro de Fogo Dourado é dificilmente reconhecido como tal, por ele verdadeiramente amar a Floresta Alta em sua plenitude. No entanto, o Dragão Druida estabeleceu o que poderia ser chamando de “esconderijo do tesouro” por toda a grande parte mais ao norte da floresta. Cada tal “esconderijo” consiste de um bosque de bizárvores, uma espécie altamente valorizada que é agora completamente rara, cuidadosamente formada através dos séculos em esculturas vivas de dragões do passado. Prolongados encantamentos (semelhantes à magia globos de luz) colocados pelo Fogo Dourado que fazem estas bizárvores tremeluzirem com esferas de luz saltitantes, levando alguns viajantes a erroneamente concluir que tais bosques são habitados por fogos fátuos. Os bosques do Fogo Dourado são certamente protegidos contra intrometidos, mas aqueles de coração puro podem viajar através deles livremente. No centro de cada tal bosque está uma única árvore feita de ouro, prata, ou alguns outros metais preciosos e protegidas com uma ilusão permanente para parecer uma bizárvore viva. Tais árvores devem tipicamente valer mais do que 20.000 po em metais preciosos somente, e algumas têm um ou mais itens mágicos dentro de seus troncos, tais como as Bolotas Âmbar do Circulo da Floresta da Lua, o Manto de Pelos de Tappan, e a Foice de Prata de Soranth.

Referências

Introdução

  • Referências gerais a Mintiper Lua Prateada são citadas na primeira coluna do “Livreto de Mintiper”.

Fogo Dourado

  • Fogo Dourado, um dragão de ouro disfarçado de humano, é discutido no FR5The Savage Frontier, pág. 8, e The North: The Wilderness, pág. 67.

  • Eaerlann é discutida no FR5The Savage Frontier, págs. 39, 49, 51, The North: The Wilderness, págs. 7-8, 13, 52-53, 55-58, 61, The North: Cities, pág. 61, Cormanthyr: Empire of Elves, págs. 33, 34, e Netheril: The Winds of Netheril, págs. 5, 16, 65, 91.

  • Árvores Altas e os druidas de Árvores Altas, incluindo Sinklayr Serenidade Verde e Uthgang Jyarl, são discutidos no FR5The Savage Frontier, págs. 8, 51, e The North: The Wilderness, págs. 20, 51, 52, 53, 55, 56, 57, 67, 68.

  • Uma nomenclatura dracônica é fornecida na Dragon #260, págs. 56-58.

  • Lareth, o rei dos dragões de ouro, e os dragões de ouro dos Reinos em geral são detalhados no FOR1The Draconomicon, págs. 18, 20, 36, 42-43, 57.

  • O Druida Hierofante Khamlautas Iriphar de Cormyr é discutido no FR4The Magister, pág. 6.

  • O Hierofante Aubaerus o Mestre dos Corvos é discutido no Forgotten Realms: DM’s Sourcebook of the Realms, pág. 18, e Forgotten Realms: Running the Realms, págs. 31-32.

  • O Druida Hierofante Pheszletan da Floresta Esquecida é discutido no Forgotten Realms: Cyclopedia of the Realms, págs. 45, 51, Forgotten Realms: A Grand Tour of the Realms, págs. 93, 95, e Elminster’s Ecologies: Appendix I: Hill of Lost Souls, págs. 3, 6, 18.

  • A Senhora Sombra da Lua Crystalembers e Shinthala Cume Profundo são detalhadas no The Vilhon Reach: Dungeon Master’s Reference, págs. 26-31.

  • Bizárvores e madeira de bizárvore são detalhadas no Volo’s Guide to All Things Magical, pág. 64, Ruins of Myth Drannor: Campaign Guide to Myth Drannor, pág. 14, e Dragon #125, pág. 16.

  • Tappan o Eterno, o deus barbudo dos korred, e o valor mágico do cabelo de korred são discutidos na Dragon #119, págs. 42-44.



Sobre o Autor

Eric L. Boyd escreveu artigos para a Dragon Magazine, Dungeon Adventures, e Polyhedron Magazine. Seus créditos no desenvolvimento de jogos incluem Faiths & Avatars (Crenças & Avatares), Volo's Guide to All Things Magical (Guia de Volo para Todas as Coisas Mágicas), Powers & Pantheons (Poderes & Panteões), Demihuman Deities (Divindades Semi-Humanas), Drizzt Do'Urden's Guide to the Underdark (Guia de Drizzt Do'Urden para o Subterrâneo), Cloak & Dagger (Manto & Adaga), e o Faiths & Pantheons (Crenças & Panteões). Em adicional escreve sobre seu jogo mundial favorito, Eric dirige o desenvolvimento de um grupo de software em Ann Arbor, Michigan.

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