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Notas de Romance
 
Relações Sociais dos Drows
Por Sean K. Reynolds
Tradução por Marcus Vinicius Facin Brisolla.



A maioria do mundo da superfície conhece pouco sobre a sociedade dos elfos negros, exceto por alguns estereótipos: Dominados pelas fêmeas sacerdotisas de Lolth a Rainha Aranha, os machos são serviçais e escravos, e a magia está em toda parte. Para muitos da superfície estas informações são mais do que suficientes, porém enquanto estes estereótipos são baseados na realidade, eles apenas dão uma vaga idéia à superfície do que é a vida entre os elfos negros. Drow, assim como os humanos e outros seres civilizados, comem, apaixonam-se, casam, criam filhos e têm família. Na realidade, graças a longevidade dos elfos negros e pelas freqüentes reviravoltas na sociedade drow, as relações entre os drow são geralmente mais complexas do que as de uma família humana típica.

Funções dos Sexos

Lolth é a deusa patrona dos drow, e eles devem sua existência no (ou, para ser preciso, seu banimento para o) Subterrâneo a ela. Dada sua participação na origem dos elfos negros, não é surpreendente que a maioria das cidades drow, e deste modo a maioridade entre todos os drow, prestem homenagem para a Rainha Aranha. Com seu patronato vem seu rígido dogma da superioridade feminina e inferioridade masculina. Nestas sociedades fêmeas controlam quase todo o poder, deixando os machos recolherem os restos. Tradicionalmente, fêmeas ingressam no clericato e servem Lolth como suas sacerdotisas, enquanto machos ingressam o exército ou (raramente) estudam magia. Sacerdotisas são treinadas nas artes da guerra, e geralmente esquadrões e exércitos são liderados pelas infames sacerdotisas da Rainha Aranha, no entanto normalmente elas se mantêm longe dos caminhos perigosos e dão ordens a oficiais machos experientes, alguns dos quais são mantidos sob controle por ameaças físicas ou mágicas ou até por aberta dominação mágica.

Magia é a única maneira real que um macho em uma sociedade Lolthiana pode ganhar algum poder verdadeiro. Mesmo o mais experiente general macho e veterano de muitos conflitos pode ser morto por um acidental insulto a uma sacerdotisa-aranha, porém um mago de igual status é muito mais valorizado simplesmente porque eles são raros e de maior utilidade. Ainda assim, mesmo o mais talentoso mago macho é técnica e socialmente inferior a mais baixa sacerdotisa fêmea - um fato que muito ressente os magos machos. Num mundo onde eles estão fadados a servidão graças ao acidente de seu sexo, um mago macho que pode transcender espaço e tempo e, que deve comportar-se obsequiosamente perante sacerdotisas fêmeas que mal podem concentrar poder para recuperar um joelho arranhado, leva a uma existência frustrada.

O texto acima descreve a maioria das cidades de elfos negros, no entanto um número significante de cidades drow tem uma estrutura social totalmente diferente. Por exemplo, a cidade de Sshamath é comandada por magos machos, com fêmeas sacerdotisas de Lolth postas de lado em papeis menores. (esta ordem em Sshamath é devida ao grande número de nascimentos de machos nos últimos séculos, atrelado ao aumento de pesquisas em antigos locais mágicos e uma temporária falha da magia divina). Visto que Sshamath têm sobrevivido, mesmo sendo um tormento constante na visão oficial de Lolth sobre a sociedade drow, significa que outras sociedades drow incomuns podem existir, como aquelas comandadas por militares ou hereditariedade de nobres ao invés da fé.

No entanto, a maioria das sociedades drow refletem a deidade que veneram. Algumas podem ser construídas sobre a filosofia de Kiaransalee, uma deusa menor drow dos mortos vivos e da vingança. Em um local como este, os drow no comando podem ser aqueles com a habilidade de controlar e criar mortos vivos, ou serem mortos vivos. Vhaeraun, um deus em ascendência dos drow machos, ladinagem e vida no mundo da superfície, tem uma visão mais balanceada dos sexos, procurando igualdade mas exigindo a ruína da vigente matriarquia de Lolth. As colônias que seus seguidores vêm criado na superfície tem uma distribuição muito mais igualitária do poder entre machos e fêmeas, embora seja ligeiramente voltado em favor dos machos graças ao velho rancor contra as fêmeas e por existirem menos fêmeas do que machos entre os fiéis de Vhaeraun. Ghaunadaur, uma velha e bizarra deidade das gosmas e gelatinas, que ressente a usurpação de Lolth do território Subterrâneo, preocupa-se pouco se seus seguidores são machos ou fêmeas contanto que sirvam aos seus interesses. Enquanto nenhuma cidade drow da atualidade é conhecida por oficialmente endossar Ghaunadaur, algumas comunidades e cultos existem e tem hierarquias baseadas inteiramente no poder e lealdade. A maioria das culturas drow incomuns estão ligadas a Eilistraee, a filha benevolente de Lolth (e irmã de Vhaeraun), que é patrona de todos os drow bons, especialmente daqueles que desejam conviver pacificamente com outros seres da superfície. Seguidores de Eilistraee geralmente devem esconder-se nas cidades da Rainha Aranha, no entanto aqueles afortunados a viver num lugar onde possa expressar sua fé, gozam de uma igualdade social entre os sexos como aqueles drows de Vhaeraun, exceto pela corrupção do mal, vingança e vitória que os seguidores da família dela carregam com eles. Contudo a grande maioria segue os ensinamentos de Lolth, e o restante deste artigo considera uma cidade Lolthiana.

Nobreza

A maioria das sociedades drow tem algum tipo de classe nobre. Diferente das sociedades humanas e outras sociedades, nobres drows são significativamente diferentes dos plebeus, pelo menos em termos de habilidades mágicas. Por exemplo, muitos drows nobres desenvolvem a habilidade de detectar magia, levitar ou sentir a natureza de outros seres através de mera força de vontade. Esta diferença provavelmente é proveniente das origens da maioria das cidades drows, que são fundadas por indivíduos ou famílias excepcionais de elfos negros, os quais então passam seus traços excepcionais a sua prole, que, por sua vez, tornam-se a classe nobre da cidade em crescimento. Estas habilidades geralmente (fundem-se, somam-se), assim plebeus introduzidos em famílias nobres para melhorar as linhagens sanguíneas ou expandir a família, podem ser pais de nobres com poderes, mesmo que para eles mesmos faltem estas habilidades. Aqueles raros nobres que as linhagens sanguíneas são tão fracas a ponto de não manifestar os traços nobres, geralmente possuem aparatos mágicos para compensar esta falta; mais comuns entre os nobres são itens mágicos que expandem suas habilidades, como em freqüência, poder ou versatilidade.

A não ser que deseje permanecer incógnito, a maioria dos drows nobres vestem-se apropriadamente a seu gosto, com roupas finas, equipamentos superiores (mesmo para elfos negros, entre os quais o mais baixo soldado geralmente tem pelo menos uma arma obra-prima), e uma, quase palpável, aura de superioridade, ameaça e poder. Plebeus rapidamente aprendem a reconhecer um nobre que se aproxime e a ficar fora de seu caminho quando estão de mau humor. Na tradicional sociedade drow, plebeus são apenas levemente menos desperdiçáveis que escravos; se dada a escolha entre sacrificar um escravo e um drow plebeu para alcançar um objetivo, um elfo negro escolherá o escravo, porém se a única maneira de sucesso é eliminar o plebeu, aquele plebeu só é bom morto.

Aqueles com talentos incomuns na guerra ou magia podem alcançar status similar ao de um nobre, e estes indivíduos são geralmente aceitos nas casas para aumentar o prestigio e poder desta. O Mestre de Armas Zaknafein, pai de Drizzt Do´Urden, era um destes indivíduos. Ele nasceu como um plebeu, porém foi permanentemente ligado a Casa Do´Urden graças a sua fantástica perícia com armas; a ele foi até permitido utilizar o nome Do´Urden, e graças ao tempo em que foi amante da Matrona Do´Urden, seus filhos são totalmente nobres membros da casa.

Na maioria dos casos, o melhor que um plebeu pode almejar é tornar-se amante de um nobre influente. Tal situação traz grandes privilégios e a oportunidade de viver luxuosamente sem precisar trabalhar. Infelizmente tais compromissos não duram muito já que o nobre pode enjoar-se do amante, ou outros membros da casa podem usar o amante como um peão em seus jogos mortais e doentis uns contra os outros. O plebeu elevado, pela falta a experiência em intrigas que os verdadeiros nobres têm, pode insultar seu companheiro ou outro membro da casa, o que geralmente resulta em tortura e morte ou, se o nobre for tolerante, expulsão da casa e um retorno vergonhoso a vida de plebeu.

Trabalho

Como as pessoas na superfície, a maioria dos elfos negros tem algum tipo de trabalho que os mantém ocupados, seja agricultura, confecção de itens, trabalhar numa venda, ou qualquer tarefa comum similar. A maioria dos seus dias de trabalho decorrem de maneira similar aos dos povos da superfície, mantendo velhos feudos, bisbilhotando e tentando sustentar a si próprios e suas famílias. Pairando acima desta fachada comum estão as sombras das sacerdotisas da Rainha Aranha, das quais nominalmente é esperado que compensem mercadores por seus itens, mas está inteiramente dentro de seus direitos clamar qualquer coisa que desejem em nome da Rainha Aranha. Muitas vezes um joalheiro ou lapidador foi reduzido a pobreza, pois seus trabalhos eram tão desejados por sacerdotisas que não desejavam pagar; após hipotecarem suas casas e venderem suas posses para manterem-se no negócio, estas pobres almas geralmente estão destinadas a trabalhar em templos ou casas nobres como um pouco mais que escravos talentosos para sanar seus débitos. Tal cruel ironia é uma deliciosa forma de humor para as sacerdotisas-aranha.

Diferente das comunidades da superfície, cidades drows nunca têm problemas com desemprego ou desabrigados. Aqueles drows nesta situação rapidamente tornam-se vítimas, seja na escravidão, assassinato esportivo por nobres entediados, sacrifícios para Lolth ou violência indiscriminada praticada contra aqueles que não têm casa, igreja ou família para protegê-los. Por causa deste sinistro espectro assombrando todos os drows pobres, a maioria escolhe alistar-se nas forças militares da cidade ou de uma casa nobre, já que eles sempre podem utilizar mais soldados, não importa quão pouco treinado. Apesar de tudo, a vida de soldado pelo menos provê refeições e abrigo, e, apesar do risco ocasional de morte, é uma escolha muito mais segura do que viver como desabrigado nas ruas onde as sacerdotisas-aranha caminham.

Cortejo

Os drows lolthinianos vivem em uma sociedade matriarcal onde a herança de propriedades, títulos e direitos de nascença passam de mãe para filha. Carregar uma criança é um sinal do poder feminino e uma habilidade que os homens nunca terão. Por causa destes fatores, mulheres drows normalmente desejam tantos filhos quanto seu número élfico de gestações permitir. Como as fêmeas tem todo o controle, relações entre homens e mulheres tem alguns protocolos, e é a mulher quem decide quem serão seus amantes e quanto tempo a relação durará. O conceito de cortejo como entendido pelos humanos e outras raças da superfície é quase desconhecido para os drows; numa sociedade onde machos não tem valor e a vida vale pouco, ter um longo processo de envolvimento com outra pessoa é ineficiente. Além disso, a idéia de um macho perseguir uma fêmea tímida ou desinteressada é uma aberração, pois isso coloca o macho em uma posição de poder e a fêmea num papel serviçal. Qualquer macho que tentasse praticar tal tática seria rapidamente torturado e sacrificado em nome da Rainha Aranha por sua impertinência. Em vista disto, "cortejo" é de responsabilidade das fêmeas, que escolhem seus parceiros como selecionam um bom animal de raça, e dos machos é esperado que consintam. Muitas vezes a seleção de um parceiro é o inicio de uma rivalidade mortal entre diferentes fêmeas, enquanto lutam pelo espécime escolhido. Estes machos geralmente terminam feridos nos jogos mortais das fêmeas, e mais de uma vez uma fêmea "desistiu" de um macho apenas para deixá-lo esfolado e morto no leito de sua rival.

Amor

Entre os cruéis e egoístas elfos negros, praticamente não se ouve falar de amor. Parceiros de longa data vivem juntos por razões práticas, não românticas, como carreiras complementares, atrativos físicos, o legado de produzirem muitas herdeiras mulheres, influência política e assim por diante. Famílias mantêm-se juntas porque isto lhes dá proteção contra seus inimigos de outras famílias (mesmo assim rivalidades dentro das famílias podem ser tão mortais quanto perigos de fora). Pais vêem seus filhos como meios para alcançar mais poder e prontamente sacrificam estas crianças (machos mais do que fêmeas) se isto for a chave para um grande poder. Crianças rapidamente perdem sua ingenuidade inocente e aprendem as terríveis verdades da sociedade drow, logo após, vendo seus pais como severos atormentadores, que nem mesmo mantém os predadores do mundo à distancia até que as crianças possam afastá-los por si mesmas. Nos raros casos onde parceiros drow desenvolvem algum afeto um pelo outro, é geralmente quando o macho é um excelente espécime fisicamente, tem prestado excelentes serviços e nunca tenha causado embaraços para a fêmea. Nestes casos, a ligação é mais parecida com aquela de uma mimada ou insensível matrona e seu pomposo cãozinho de estimação; o macho é um animal de estimação tratado com carinho, mas que ainda assim será mal tratado se comportar-se muito mau. Mais raro ainda, é uma honesta ligação amorosa entre um pai e um filho, que só é possível se o pai é de alguma forma resistente às pressões da sociedade drow e passe esta característica para sua criança. Zaknafein e seu filho Drizzt dividiam tal ligação; o desprezo do pai por sua cruel raça e o desejo de uma vida diferente também desenvolveram-se no filho, e uma vez que descobriram que dividiam tal segredo, tornaram-se tão próximos como em famílias humanas. Infelizmente para este famoso par, sua aversão pelo estilo de vida drow foi descoberto, (tudo tão banal, como viver em segredo é extremamente pesaroso) e Zaknafein foi sacrificado para Lolth.

Casamento

Numa cultura onde fêmeas dominam e machos são pouco mais que escravos, a idéia de uma fêmea legalmente ligar a si mesma a um único macho pelo resto de sua vida, é absurda. Casamento não existe nas cidades de Lolth. Fêmeas tomam qualquer amante que desejem e escolhem novos assim que se cansam do antigo. Se os elfos negros pudessem facilmente apaixonar-se, as coisas poderiam ser diferentes, porém tais conceitos estão fora de questão para os drows, desde do inicio da vida, pelos ensinamentos da Rainha Aranha.

Educação Infantil

Os drows dificilmente são pais dedicados. Entre as classes nobres, um jovem drow é criado por tutores e parentes mais velhos, e normalmente ele ou ela vêem seus pais apenas algumas vezes por ano. Machos nobres são enviados para a milícia da cidade ou academia arcana, dependendo de seus talentos, enquanto fêmeas nobres ingressam na igreja e estudam os ensinamentos da Rainha Aranha, em cada caso vendo cada vez menos suas famílias. (Graças a grande longevidade dos drows e o número de anos necessários para alcançar a maturidade, estas academias são como internatos e treinam as crianças por quatorze anos ou mais, geralmente deixando as crianças irem para casa uma vez por ano, para encontros religiosos ou familiares importantes). Esta prática apenas reforça a falta de afeição dos drows por seus próprios descendentes, ligações fortes entre pais e filhos não podem formar-se quando os pais são praticamente inexistentes na vida de seus filhos.

Entre os plebeus, ocorre um processo similar, no entanto geralmente os pais não têm recursos para pagar tutores particulares e assim a responsabilidade recai primariamente aos parentes. Plebeus talentosos são recrutados para as academias de magia ou clericato, o resto aprende o oficio de seus pais ou são mandados para escola militar. Como acontece com os nobres, os pais estão sempre emocional e fisicamente distantes. Se para a criança é permitida um ambiente familiar normal (pelos padrões da superfície), eles podem ter a chance de crescer sem serem emocionalmente indiferentes, e a sociedade drow pode mudar para melhor.

Família

Elfos negros vivem por algumas centenas de anos, e fêmeas tem a capacidade de gerar crianças pelo menos uma vez a cada cem anos. Graças a isto, famílias drows tendem a ser maiores que aquelas dos elfos da superfície, que reproduzem-se mais lentamente (tanto em função de seu maior tempo de vida comparado ao dos drows ou no intuito de não superpopular suas terras). Por exemplo, Drizzt Do´Urden teve cinco irmãos, no entanto um irmão foi morto na noite em que nasceu (por outro irmão de Drizzt, suficientemente inescrupuloso). Estas grandes famílias ajudam a atenuar as responsabilidades dos pais de criar os filhos mais novos (responsabilidade que é passada para os irmãos e irmãs mais velhos). Rivalidades entre irmãos podem ser competitivas e mortais (como provou o irmão de Drizzt), assim como as fêmeas são superiores aos machos, filhos nascidos primeiro são superiores aqueles nascidos posteriormente.

Com seu longo tempo de vida, elfos negros tem a possibilidade de ter várias gerações em uma família, vivos ao mesmo tempo. No entanto isto é reduzido, em partes, pela violência na sociedade drow e as conspirações de vários membros da família contra outros, a maioria das famílias plebéias têm avós e bisavós ainda vivos e convivendo com os membros mais novos da casa. Já que elfos negros continuam válidos até os últimos anos (e uma vez que se tornam inválidos geralmente são mortos), estes grandes anciões não são um fardo para a família e agem como seus guias, professores, guardiões do conhecimento e recordadores de velhas rixas. Um membro muito velho de uma família é alguém a ser respeitado e temido, pois eles tem sobrevivido aos jogos de Lolth por séculos, tendo aprendido e adaptado-se a prosperar em um ambiente de traição e caos.

Drows nobres são pouco diferentes. Com mais a ganhar com a eliminação de rivais e superiores, existe menos incidência de muitas gerações entre nobres e suas casas, e aqueles no poder geralmente mantêm seus próprios descendentes sob rígido controle ou os matam. Por exemplo, nada é conhecido sobre as tias ou irmãs da Matrona Malice Do´Urden, todas as quais razoavelmente devem ter sido sacerdotisas de poder significante. Numa família de seis irmãos, Drizzt não conheceu nenhum outro membro da família exceto seu próprio pai, e apenas após tornar-se adulto.

O Teste

Nos arredores das cidades da Rainha Aranha, existem cavernas abandonadas e lares de antigos monstros. Algumas destas são habitadas por horríveis criaturas que são metade drow metade aranha. Estas coisas torturadas, conhecidas como driders, são os excluídos da sociedade drow, pois eles falharam no teste da Rainha Aranha. Todos os promissores drows que atingem um certo nível de poder são testados por Lolth. Ela testa sua lealdade, sagacidade e seu poder. Àqueles bem sucedidos no teste são permitidos a continuar vivendo na sociedade drow. Os que falham são amaldiçoados com o crescimento de patas de aranha de sua parte inferior e tornarem-se inchados e irreconhecíveis em sua parte superior. Não mais belos, mas ainda sentindo a necessidade de estar próximo a outros drows, estas maléficas e odiosas criaturas espreitam nos arredores das civilizações drow, caçando drows perdidos e quaisquer outras criaturas que cruzem seu caminho. O Teste de Lolth, como é conhecido (o único teste descrito como tal na sociedade drow), é sussurrado entre as pessoas comuns e usado como uma ameaça pelas sacerdotisas contra os nobres mais obstinados. A existência dos driders é mais uma evidencia que a Rainha Aranha é absolutamente má, cruel e possivelmente insana, até agora outras divindades são conhecidas por testar seus seguidores de tempos em tempos, mesmo entre os maus, Lolth é a única que deliberadamente deforma seus seguidores de maneira tão horrível e os deixa vivos (a maioria dos deuses maus se contenta em explodir aqueles que falham no teste ou caem no esquecimento).



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