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Notas de Romance
 
Ed Greenwood Traz a Saga de Shandril em Perspectiva
Por Michael G. Ryan
Tradução por Marcus Vicinius Facin Brisolla, Curitiba-PR; revisado por Daniel Bartolomei.


O homem que primeiro soprou vida nos Reinos Esquecidos e deu origem a um mago chamado Elminster, projetista e autor, Ed Greenwood retorna mais uma vez ao mundo que criou com uma estonteante conclusão para a Saga de Shandril, que se iniciou com a edição revisada e expandida de seu livro Spellfire (1988) e continuou na compilação de Crown of Fire. O terceiro e ultimo livro da saga, Hand of Fire, é uma nova narrativa que está destinada a deixar os fãs de Grennwood, Shandril e Faerûn atônitos e querendo mais.

Então porque uma trilogia após Spellfire ser um livro solo por tantos anos? Foi difícil para Ed retomar o personagem e o tempo de Shandril após todo este tempo? É difícil para ele escrever de uma perspectiva feminina (e o que é isto sobre Ed usando um vestido e saltos altos?)? E, apenas por curiosidade, quem ele iria escolher como elenco num filme dos Reinos Esquecidos? Ele alguma vez cansou-se de Elminster (e como estão os preparativos para qualquer livro futuro sobre o Sábio)? O que ele lê, ele ainda joga RPG e o que ele acha de tudo isso?

Ed saiu-se muito bem ao responder estas perguntas e muitas mais, oferecendo a seus fãs inspiração dentro de sua visão dos Reinos Esquecidos, sua opinião sobre trilogias de fantasia e planos para o futuro…

Muito, muito tempo atrás (antes da TSR, Inc., comprar os direitos sobre os Reinos Esquecidos) eu descobri que não gostava de "trilogias de fantasia pré planejadas". Eu não tinha nada contra séries ou livros posteriormente relacionados a outros livros baseados no mesmo contexto, mas eu havia desenvolvido um desgosto por narrativas feitas e planejadas para três lançamentos de livros. (O Senhor dos Anéis foi dividido em três livros por seu editor original, porém seu sucesso levou muitos editores a pensar que fantasias deveriam ser feitas em trilogias). Na minha opinião, quando estas sagas literárias escritas-para-serem-três eram experimentadas pela maioria dos escritores, os leitores terminavam com um primeiro livro descobrindo-o-problema-e-introduzindo-as-personagens (que algumas vezes de fato moviam-se muuuito devagar), então um livro do meio onde todos-apressam-tudo-e-lutam-mas-nada-se-resolve e por fim um livro de conclusão rufem-as-trombetas-salvem-o-mundo-do-grande-destino. Ao invés disto, eu queria que todo livro de fantasia que eu lesse fosse único, como um conto completo, então se os leitores nunca soubessem que existiam outros livros envolvidos no mesmo contexto ou personagens, eles assim mesmo poderiam aproveitar aquele que encontraram, como um todo.

Eu estava então relutante quanto a uma "trilogia de Shandril", especialmente quando fui solicitado para "introduzir os Reinos" com uma série de romances, e eu certamente queria mostrar Águas Profundas, Cormyr, os Harpistas, os Cavaleiros de Myth Drannor, a Companhia dos Aventureiros Enlouquecidos, Elminster, as Sete Irmãs e assim por diante (após bons cinqüenta anos de Reinos publicados-como-um-conjunto, eu ainda tenho uma enorme "lista de queros" de até aqui pessoas esquecidas, organizações e lugares a enfocar). Assim que as coisas se concentraram, eu me mantive ocupado detalhando o mundo em termos de jogo, outros escritores tomaram outras direções com romances, e a TSR se concentrou em publicar livros que eram pequenos demais para contar uma "história completa" com a profundidade e riqueza que eu queria e ainda ter uma sala para uma ação de movimento rápido. Eu não estava contente com o modo que Spellfire apareceu impresso pela primeira vez, porque um terço do romance teve que ser editado, e o infeliz resultado (deixando de lado a amplitude e o cenário dos Reinos) era que os vilões Malaugrym "por trás das cenas" se perderam, e então os heróis pareciam ter sido insensivelmente abandonados por Elminster e os Cavaleiros partiram sem uma boa razão (o epílogo na republicação de Crown of Fire, que é o único texto de ficção novo naquele livro, mostra algumas das razões deles).

O "novo" Spellfire coloca os Malaugrym de volta, no entanto ele ainda é um livro muito mais curto do que o necessário para contar a minha narrativa original sobre Shandril… então quando me foi oferecida a chance para "terminar" a Saga de Shandril escrevendo um terceiro livro, eu me atirei nela.

Hand of Fire praticamente se escreveu sozinho, em um mês e meio, e é, eu acho, a melhor narrativa direta que eu já escrevi nos Reinos Esquecidos. (Elminster in Hell foi uma forma de narração mais audaciosa, mas pode não ser para o gosto de alguns leitores, e o livro certamente não segue os "clássicos" e então isto acontece sacando espadas, conjurando magias).

Voltar ao passado e olhar por cima dos ombros de Shandril para ver o que havia acontecido, e escrever mais sobre suas aventuras, foi tão fácil para mim quanto respirar. Eu conheço os Reinos Esquecidos original, como se fosse um local real de verdade, e eu posso mentalmente "caminhar" nestes terrenos, observar personagens conhecidos e ver os anos passarem e eventos acontecerem… ou voltar no tempo e encontrar algo que eu ainda não havia informado. Eu simplesmente voltei ao passado e vi o que aconteceu com Shandril e relatei isto ao leitor. Eu sabia que Narm e Shandril estavam viajando por terra tentando chegar a Lua Argêntea e que os Zhents, o Culto do Dragão, os Magos Vermelhos de Thay e vários indivíduos "solitários" ambiciosos tentaram tomar o fogo primordial dela. Eu sabia que ela tentara acompanhar uma caravana e eu pude mostrar aos jogadores dos Reinos Esquecidos algo sobre como é viajar em caravanas (como são organizadas as carroças? Que autoridade um mestre de caravana tem? Como guias e guardas de caravanas geralmente trabalham?) na região da Costa da Espada e das Terras Centrais do Ocidente - em outras palavras, colocar sorrateiramente uma boa medida de Conhecimento dos Reinos no livro e destacar brevemente uma cidade sem lei que eu amo (Scornubel, a "cantina Guerra nas Estrelas" ambientada nesta parte dos Reinos Esquecidos). Assim, Hand of Fire tornou-se uma corrida tumultuada, na qual todos os caras maus acima mencionados tentavam agarrar o fogo primordial, e Mirt, o Agiota, Sharantyr dos Cavaleiros de Myth Drannor e outros tentavam proteger e ajudar Shandril e Narm. Nada é como parece à primeira vista, um perverso mago até este ponto esquecido em publicações é introduzido, e maus momentos são vividos por todos - em outras palavras, todos os ingredientes de uma boa aventura entrelaçam-se. Eu espero que seja uma. :}

Eu deveria mencionar duas coisas aqui: todos os livros de Shandril se passam antes do Tempo das Perturbações, convenientemente "no passado" dos Reinos Esquecidos de hoje, e a página da Wizards of the Coast tem algumas passagens "fora de cena" que não se encaixariam no livro, e um novo conto, "How Wisdom Came to the Maimed Wizard", que esclarece um pouco mais o que acontece a um dos perversos magos. Opa, eu acho que deveria mencionar uma terceira coisa: Hand of Fire tem mais magos perversos em cena do que a maioria dos leitores vão querer contar! Tudo isto e um personagem contratado, cujo nome profissional é "a Lâmina Negra do Destino!".

Escrever sobre personagens humanas e não humanas de qualquer sexo, para constar, não é algo que eu ache difícil. Se eu o faço bem, claro, outros é que irão julgar, porém eu sempre achei isso desafiador e divertido. A maioria dos escritores observa pessoas reais ao redor deles, o tempo todo, para captar hábitos, movimentos e maneiras de como a comunicação verbal e não verbal (toques e gestos) é utilizada, e muitos escritores (incluindo eu) irão ocasionalmente tentar as coisas antes de escrevê-las. Por exemplo, eu uma vez peguei emprestado um vestido de minha irmã e tentei correr com ele, e um par de saltos bem altos de minha namorada para tentar pular e duelar com espadas com eles - não porque eu queria chocar ou entreter as pessoas ao meu redor (no entanto, eu consegui!), mas porque eu queria saber "como era" antes de escrever sobre isto, para assim fazer a coisa certa. Shandril é uma pessoa real para mim - mas ela não é eu. Ela é mais teimosa e impulsiva, ela é mais solitária e mais apaixonada e ela é mais jovem e ansiosa para ver e fazer tudo… e isso só para começar. Ainda isto não significa que eu não consiga compreendê-la e escrever de acordo - assim como eu nunca fui o velho, gordo e manhoso bebedor de vinho que Mirt é agora, mas eu posso escrever suas histórias também. E uma vez que você leia Hand of Fire, por favor, tenha certeza que tudo que se necessita para descrever as cenas de Azoun e Tessaril é imaginação; eu não tenho que jogar-atuar com/como eles primeiro! As pessoas que me deixam saber se fiz as coisas bem, claro, são meus fãs - que são as mesmas pessoas me recriminam se faço as coisas superficiais ou os perturbo demais. Fãs dos Reinos Esquecidos são como uma enorme família da qual eu faço parte, e eu nem sempre posso satisfazer a todos, mas eu ESCUTO todas as reclamações, comentários e elogios para continuar a tentar me comunicar melhor, assim como para trazer os Reinos Esquecidos mais vivamente à vida para todos. Eu recebo retornos (cara, e como recebo retornos), e estou esperando muitos de Hand of Fire. Para todos que esperaram desde 1987 para que eu entregasse uma "trilogia de Shandril", me desculpe por fazê-los esperar por tanto tempo, mas está pronto então mergulhem e divirtam-se, e, por favor, me avisem se gostaram. Eu espero que eu seja um escritor melhor do que eu era em 1987, e eu sei que a TSR, agora Wizards, tem crescido através dos anos, e assim todos os que escrevem sobre os Reinos Esquecidos podem ser mais ousados nas narrativas que fazem. Como sempre, se você realmente gosta ou não gosta de algo em meus livros, ou se você deseja mais de um elemento e menos de outro, por favor, deixem-me a par (e meus editores que sofrem à tempos!). Escreva uma boa carta impressa, à velha maneira, e envie para o Departamento de Livros, e, por favor, não espere uma resposta - mas, por favor, também esteja avisado que o bom pessoal da Wizards (e eu) lemos tudo. Nós fazemos isto por você; nos ajude a sempre tentar melhorar para a próxima vez.

Como jogador e fã tanto de fantasia como de D&D, eu jogo alguns dos populares jogos de "fantasias" sonhando acordado. Um destes sonhos é "Se eu mandasse na Wizards" e outro é "Se eu fizesse um filme sobre Reinos Esquecidos/Dragonlance/Greyhawk/D&D". Então vamos sonhar juntos por um momento sobre "e se" Hollywood quisesse fazer a Saga de Shandril como um filme ou (ops) uma trilogia de filmes. Quem eu gostaria que interpretasse Elminster? Bem, eu sempre gostei de Nicol Willianson (veja sua interpretação de Merlin em Excalibur, e tire o cabelo vermelho, o brinco e o elmo de ferro), mas nenhum ator pode permanecer jovem e ativo para sempre. O Gandalf de Ian McKellen na Sociedade do Anel chegou muito perto, também, apesar de precisar de uma borrifada de malicia e uma pitada de extravagância. John Rhys-Davies ou Robbie Coltrane poderiam interpretar Mirt bem (baseado em seus Indiana Jones e Henry V de Branagh, respectivamente), e eu realmente não faço idéia quem faria um bom Narm, Shandril, Sharantyr, Tessaril, Florin, Azoun, Jhessail e assim por diante. Minhas primeiras escolhas estão todas muito velhas hoje, e eu geralmente penso em dar para atores relativamente desconhecidos (ou para alguns dos excelentes atores Shakespearianos que eu vejo regularmente no Festival de Stratford em Ontário, Canadá) uma chance que nos sirva melhor. Eu tenho visto Douglas Campbell interpretar Falstaff em Stratford três vezes em três anos, por exemplo, e ele faria um Mirt superlativo. Eu tenho certeza que todo fã da Saga de Shandril vai ter suas próprias preferências e escolhas, e eu prefiro deixar desta maneira: Eu adoraria ver um BOM filme, não importa quem esteja nele, que possamos estimar se formos fãs dos Reinos, e também mostrar a não jogadores, não acostumados com fantasia, amigos e colegas de trabalho e dizer, "é isto que eu amo", e orgulhar-se disto e não se desculpar pelo filme.

Eu geralmente tenho sido questionado se estou cansado de Elminster ou gostaria de "tirá-lo da jogada" e me voltar para outras coisas. Outros acreditam que Elminster sou eu, e eu não ousaria fazê-lo. Eu digo não para as duas opções: Elminster NÃO sou eu, mas acho que não irei me cansar dele nunca. Se me deixassem observar os Reinos Esquecidos à minha maneira, eu não acredito que teria feito Elminster, o herói, ou até mesmo personagem principal de um romance, mas eu o teria usado como a figura "do Velho Contador de Histórias" ou um personagem secundário, concentrando-se assim em jovens aprendendo a serem heróis (como Shandril). No entanto, as séries de Elminster são resultado direto de eu escutar o que os fãs quiseram e pediram por, e então quiseram mais de: Vocês demandaram El, vocês o tiveram. :} Eu posso revelar (pois as pessoas que responderam os seminários dos Reinos Esquecidos na Gen Com já sabem) que eu estou trabalhando duro na publicação de Elminster's Daughter para o próximo ano… (já publicado nos EUA) e eu estou planejando um grande romance Wizards of the Coast e Ed Greenwood por ano, mais ou menos, pelo menos pelos próximos cinco anos (agora terei de ser misterioso em dizer o que estes projetos serão). Eu gostaria de começar escrevendo aquela "lista de queros" que mencionei antes, e eu quero que os fãs dos Reinos Esquecidos saibam que se eu o fizer não será porque "estou enjoado" de Elminster. Se você está enjoado de Elminster, por favor, nos avise; eu estou aqui para servir os fãs dos Reinos Esquecidos, não para impor minhas preferências a ninguém.

Alguns de vocês podem não saber quem este estranho cara barbado e animado, Ed Greenwood, é, de qualquer maneira; eu sei pelo fluxo continuo de cartas através dos anos, que alguns de vocês acreditam que eu sou um personagem fictício ou "produzido" pela TSR. Eu sou real. Eu sou canadense, nascido onde é hoje um subúrbio de Toronto, na província de Ontário, e um fã de longa data de fantasia/si-fi/livros-em-geral. Eu trabalhei como funcionário de uma biblioteca por trinta anos, agora estou com 43 anos de idade (2002) e vivo em uma chácara no interior, a leste de Toronto. Jogadores me conhecem melhor como o criador do Forgotten Realms original. Incluindo livros de jogo, eu escrevi ou co-escrevi ou tive uma mão na produção de mais de 160 livros publicados, incluindo os romances Spellfire e Elminster: Making of a Mage. Eu tenho sido editor e colunista da Dragon Magazine por muitos anos, e sou um Membro Vitalício Diplomado da RPGA e Membro Ativo Vitalício da EFFA (Escritores de Ficção Científica e Fantasia da América). Eu publiquei milhões de artigos e colunas, ganhei a Escolha do Jogador (incluindo a eleição para o Hall da Fama) e o Prêmio Originalidade, co-escrevi todos os três Forgotten Realms cenário de campanha e produtos populares semelhantes como As Ruínas da Montanha Subterrânea e Drow of the Underdark. Eu participei como eu mesmo em revistas em quadrinhos publicadas por duas editoras, publiquei contos de todos os gêneros que posso me lembrar, de horror até fantasia Arthuriana, amo colecionar e ler livros, e - chega de me gabar. O que eu mais gosto em tudo isso é fazer novos amigos e conversar com eles (ou jogar com eles, desde Horror de Arkham a Kingmaker até Yacht Race).

Tentar escolher um livro favorito entre os que eu escrevi é como tentar escolher um de seus filhos como favorito para conhecimento público, e eu irei admitir apenas uma quedinha pelos Guias de Volo, Spellfire, Elminster: The Making of a Mage, Elminster in Hell, Hand of Fire e The Kingless Land (o primeiro de meus quatro romances Band of Four da TOR Livros; o quarto, só para constar, tem o título de The Dragon´s Doom e será lançado em maio de 2003 - e não é meu ultimo livro nas terras de Aglirta). Das minhas colaborações, eu prefiro Cormyr, pois Jeff Grubb é tanto um grande amigo como um escritor impressionante; eu adorei fazer o projeto (e ser permitido a colocar tal profundidade nos Reinos, publicados, pelo chefe do Departamento de Livros na época, Brian Thomsen, que é hoje meu editor na TOR). Eu estou tão ocupado como sempre estive, prestidigitando colunas para a página da Wizards, colunas para a Dragon Magazine, material para conhecimento de jogo, romances e contos em abundância (num típico ano recente eu farei dois romances e iniciarei um terceiro, dois produtos de jogo e seis a oito contos). Eu ainda tenho muito de Faerûn para explorar e eu quero tentar todos tipos de outras coisas também. Eu gostaria também de ver vários outros livros de outros autores sendo publicados, pois eu sou um leitor faminto! Minha chácara está lotada com alguns 80.000 livros (nada raro, apenas toneladas e toneladas de massa de livros de bolsos, velhos e novos, junto com uns poucos lindos livros de arte de fantasia e capas duras), e eu tenho meus "autores favoritos", vivos e mortos, desde Roger Zelazny, Terry Pratchett, Spider Robinson, Ellis Peters, Lord Dunsany, Patrícia McKillip, P.G. Wodehouse, Jack Vance até J.R.R. T - bem, eu poderia passar o dia todo apenas os escutando! Eu acho que um bom rato de biblioteca tem de ler de tudo e continuar lendo, provando tudo desde um pouco de horror, livros infantis até faroeste, e eu o faço. Eu tenho uma queda por mistérios excêntricos (como a série Shugak de Dana Stabenow e os livros de Reid Bennett lamentavelmente terminados de Ted Wood); livros com estilo de narrativa simples, como os clássicos da ficção cientifica Alexei Panshin de Anthony Villiers ou os romances Khaavren de Steven Brust; e contos humorosamente contados.

Eu estou preocupado, pois dificilmente posso jogar RPG ou mestrar em Forgotten Realms, atualmente, e eu quero voltar a fazer isto... e estou encantado pela profundidade e explicações cuidadosas de conhecimento dos Reinos à campanha por Steve Schend, Eric Boyd, George Krashos, Grant Christie, Bryon Wischstadt, Tom Costa e outros, e pelos romances que realmente "capturaram o espírito dos Reinos" para mim, como Elfshadow de Elaine Cunningham, Homeland por Bob Salvatore, Masquerades por Jeff Grubb e Kate Novak e The Simbul's Gift por Lynn Abbey. Todos os dias surgem novos contos e artigos de Forgotten Realms por muitos diferentes escritores que eu li e empolguei-me com prazer - e espero que sempre surjam. Eu adoraria morrer feliz, cerca de três séculos a frente, com Forgotten Realms ainda fortalecendo-se a minha volta, com fãs em todo lugar do mundo fazendo dos Reinos seus próprios. Tem sido uma incrível jornada para mim até aqui. Eu espero que tenha sido divertido para todos que provaram Forgotten Realms, e eu espero que continue assim.
Dê uma olhada em alguns dos títulos que Ed Greenwood trabalhou (em ordem alfabética por título):

The City of Raven's Bluff
Cormyr: A Novel (com Jeff Grubb)
Crown of Fire (Livro 2 da Saga de Shandril)
Death of the Dragon (com Troy Denning)
The Drow of the Underdark
Elminster in Hell
Elminster in Myth Drannor
Forgotten Realms/Os Reinos Esquecidos (versão D&D; com Skip Williams, Sean K Reynolds e Rob Heinsoo)
Forgotten Realms/Os Reinos Esquecidos caixa (versão AD&D; com Jeff Grubb)
Hand of Fire (Livro 3 da Saga de Shandril)
Menzoberranzan (com Doug Niles e R.A. Salvatore)
Secrets of the Magister
Silver Marches/Fronteiras Prateadas (com Jason Carl)
Silverfall: Stories of the Seven Sisters
Spellfire (Livro 1 da Saga de Shandril)
The Temptation of Elminster
Volo's Guide to Baldur's Gate




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