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Notas de Romance
 
A Safira Crescente: Chondath e a Igreja de Waukeen

Por Thomas M. Costa
Traduzido por João Claúdio.



A Safira Crescente, uma ordem mercenária jurada para defender uma deusa, mas curvada à vontade de mortais.

Chondath: Chondath, uma confederação de cidades-estado, antigas glórias perdidas devido às ávidas ambições de seus governantes no passado. O poder de Waukeen é ascendente, devido os Chondathans terem um vício comum, seu foco cultural em riqueza e aquisição. Lá, Waukeen compartilha o patronato de mortais com Helm, deus dos guardiões; Lliira, deusa de alegria; Malar, deus da caça; Talos, deus das tempestades; e Tempus, deus da guerra. Prestígio e influência são freqüentemente e diretamente presas a riqueza, e não é por acaso que a nobreza mercantil possui uma forte posição na sociedade. O constante fluxo comercial mantém povo indo e vindo em longas jornadas, e conduz a tolerância crescente de várias maneiras e para com estrangeiros. Não obstante, a maioria do Chondathans ocupa suas vidas com intriga, manipulações secretas e comercio com terras distantes (ou, pelo menos, investimentos em comércio administrado por outros).

A desperta cidade-estado de Arrabar é a capital de Chondath e é onde poder político se funde. A cidade se encontra na ligação de duas proeminentes rotas comerciais: a costeira “Corredor de Esmeralda” e a sulista “Estrada Dourada”. Seus habitantes são pescadores, comerciantes, artesãos e mercenários. Entre este último grupo se encontra os membros de companhias mercenárias, como a Safira Crescente (que aqui descansam depois das missões), e os membros de exércitos privados permanentemente presentes na capital.

O mais resplandecente edifício na reluzente Arrabar, até mais que o templo de Waukeen, é o Generon, o palácio governante do Lorde de Arrabar e de toda Chondath, Eles Wianar. Sua cúpula imponente brilha em ouro e prata, e quartéis e pontos fortes do exército pessoal de Wianar impressionam. Ao longo dos muros externos da cidade estão várias casas nobres, cada uma com seu próprio exército privado. Arrabar mantém poder militar suficiente para promover destruição em qualquer lugar.

Wianar é um mago frio e calculista de grande poder. Ele rege o reino com poder, contrariedade e deslealdade. Enquanto Chondath exigir seus homens e mulheres sãos para que sirvam ao exército, Wianar manterá um grande exército pessoal e uma rede de espiões bem ativa ao longo da Orla de Vilhon. As principais cidades soberanas são governadas por seus próprios soberanos, e Wianar não faz nada para impedir as intrigas que os nobres difundem entre si. Na realidade, ele os deixa empreenderem guerras fora de Arrabar como desejarem. Além disso, Wianar promove conflitos por disputas insignificantes, feudos existente há muito, e traição. Ele continua recebendo seus impostos e, em troca, lhes proporciona novas tropas mercenárias e a permissão de governar suas cidades como bem pretenderem. Ele sabe que tais artifícios mantêm os nobres ocupados lutando entre si, que serve para encobrir seus próprios atos contra as terras e cidades independentes ao redor de Chondath. Apesar de suas manipulações, Wianar deseja restabelecer Chondath a sua antiga glória, e muitos conterrâneos desejam o mesmo, mesmo se eles não possuem nenhum amor por Wianar.

Contraditoriamente, apesar de ter um mago como regente, Chondathans desconfiam de magos e do uso freqüente de magia. O povo em Chondath ainda acredita que Arrabar mantém uma peste mágica mortal a ser liberada por algum futuro lunático. Esta convicção se origina do uso abusivo de magia na Guerra Podre que matou centenas em ambos os lados. Execuções de magos não são incomuns em Arrabar e nas outras cidades soberanas de Chondath. Na realidade, muita importância é dada no costume de reconhecer o nível cultural da pessoa pela pintura de pontos na testa: Um ponto significa que você pode ler, dois que você pode escrever, e três que você pratica magia, preferivelmente magia divina.

A Igreja de Waukeen: Mais conhecida por patrocinar companhias de aventureiros que apresentam um prospecto razoável de retornar algum lucro e prometem um dízimo mínimo de vinte por cento, a igreja de Waukeen, deusa do comércio, do dinheiro e da riqueza, também é conhecida por patrocinar companhias mercenárias. Estas companhias, como a Safira Crescente de Arrabar, fazem freqüentemente o papel típico de mercenários, eles freqüentemente também guardam caravanas de comércio ou remessas de bens da igreja pelos mares. Para estes guerreiros, a vida de um mercenário é a mais justa forma de comércio que os põe em serviço da Amiga dos Mercadores. Eles se vêem como o próprio exército de Waukeen.

Waukeen é uma divindade relativamente jovem e trabalhadora que ama riqueza, não para si mesmo, mas para o que pode ser feito e adquirido com ela. Ela gosta de barganhar e da correria e barulho de uma feira. Ela rege sobre transações feitas por cima ou debaixo dos panos, legitimas, ou assim como comércio no mercado negro. Ela é vibrante, vivaz, e interessada na inovação. Ela também pode ser teimosa, e isto às vezes a deixa em dificuldade.

Waukeen foi amplamente admirada e invejada antes do Tempo das Perturbações, quando os deuses foram banidos para o mundo mortal durante um tempo. Porém, sua igreja sofreu muito durante a Interdiçao de Waukeen, um período durante uma década o qual ela estava desaparecida e presumida morta embora os outros deuses já tivessem voltado aos céus. Na verdade, Waukeen foi mantida em uma forma mortal contra sua vontade no Abismo pelo demônio lorde Graz'zt e só escapou com a ajuda de heróis mortais. Embora Waukeen tenha começado a revitalizar a fé de seus adoradores, a opinião do mundo externo pode levar mais tempo para recuperar. Todos os tipos de rumores relativos ao desaparecimento de Waukeen e seu retorno ainda estão sendo pregados como: Alegações de que ela está realmente morta ou que ela se consorciou com demônios são os mais prejudiciais e persistentes contos, contos que às vezes levam seu seguidor a atos perigosos ou desesperados para defendê-la.

Waukeen prega que o comércio mercantil é o melhor caminho ao enriquecimento. Aumentando a prosperidade geral por grandes civilizações e felicidade por povos inteligentes pelo mundo, trazendo as pessoas mais próximas a Era Dourada que está à frente. Não destrua nenhum bem de comércio, não pregue nenhuma restrição ao comércio, e não propague nenhum rumor malicioso que poderia prejudicar o comércio de alguém. Desafie e refuta rumores sem provas que poderiam impactar negativamente quando ouvidos. Fieis de Waukeen devem doar dinheiro livremente aos mendigos e negócios semelhantes, ambos para demonstrar a generosidade da deusa e a riqueza a ser ganha através de seu serviço. Quanto mais moedas todos tiverem, maior o desejo de gastar e comerciar em lugar de acumular, e quando mais coisas são compradas, todo o mundo se torna o mais rico, e a Era Dourada fica mais próxima. O Clero é vinculado a isto: "Me adore, e você conhecerá a riqueza. Manter seus recursos é me venerar, e os compartilhar semeia seu sucesso futuro. Clame por mim em um negócio, e eu o guiarei a sabedoria. O corajoso encontra o ouro, o cuidadoso o mantém, e o tímido o valoriza”.

Conseqüentemente, Waukeenar, como o clero da Amiga do Comerciante é conhecida, estão a viajar ajudando os comerciantes pelo mundo ou membros de templos em grandes cidades que servem como financiadores e casas de troca, armazéns seguros, e às vezes (secretamente) repasse de bens roubados, todas as trocas com taxas. O clero possui ordem de doar 25% de sua renda para a igreja, investir em empreendimentos que possuam esperança razoável de sucesso se eles forem administrados por adoradores devotos de Waukeen, e considerar outros investimentos prósperos por empresários que farão oferecimentos significativos à divindade. Waukeenar não manipulam o comércio por meio de rumores, aumento de procura, alfândega, e semelhantes. Porém, crítica pública e fortemente tais táticas que no passado levou a igreja a negar oficialmente empreendimentos de tais coisas, ela ordena que seus clérigos ajam tal trabalho com a maior sutileza possível, de forma que ninguém que suspeite possa provar. Enriquecimento pessoal é o sinal de um clérigo sábio, mas isto deve ser feito por investimentos próprios, não atos abertamente ilícitos. Enquanto Waukeen não desaprovar uma aproximação desvirtuosa do comércio, que também inclui uso de mercados negros, a igreja dela será povoada por pessoas de todos os alinhamentos, incluindo aqueles que trabalham contra o mal no mercado ilícita e aqueles que guardam sua riqueza para a manipulação de tal. Isto às vezes pode conduzir a um conflito interno dentro da igreja. Na maioria destes casos são feitos tratos, a igreja é protegida, e a riqueza trocada para ou solucionar ou “empapelar” o ocorrido.

Para mais informações sobre a Safira Crescente, leia o romance do mesmo nome (The Sapphire Crescent) por Thomas M. Reid. Mais informações sobre a deusa Waukeen podem ser encontradas no livro Crenças e Panteões.



Sobre o Autor

Thomas M. Costa é um membro profissional em um comitê na Casa norte-americana de Representantes. Ele tem sido um contribuinte de vários produtos da Wizards of the Coast como Demihuman Deities e Raças de Faerûn e é o autor e co-autor de vários artigos da Revista Dragon Magazine e do website da Wizards of the Coast.

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