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Reinos da Fronteira
 
Adaerglast, a Terra dos Magos
 
Por Ed Greenwood
Tradução por Marcus Vinicius Facin Brisolla – Curitiba-PR; revisado por Daniel Bartolomei Vieira.


Adaerglast, a Terra dos Magos

Este reino aparentemente pastoril de fazendas costeiras é um dos mais prósperos – e perigosos – nas Fronteiras.

Os fazendeiros de Adaernen trabalham duro todo dia, transportando e espalhando esterco, arrancando ervas daninhas e cavando o solo para uma irrigação cada vez mais eficiente. No passado eles levaram vidas tranqüilas, sabendo que suas plantações sempre conseguiriam bons preços na cidade vizinha de Yallasch dos cidadãos e dos capitães mercantes que aportavam ali para comprar comida para as muitas bocas famintas em Calimshan.

Tudo isso mudou quando dois magos jovens, taciturnos e muito observadores, vindos de Murghôm, chegaram. Acreditando que as terras fazendeiras de Adaern eram ideais, eles construíram um castelo em Myrinjar. Seguros atrás de seus robustos muros, defendidos por muitos guardiões animados e conjurados, eles começaram a trabalhar a magia nas terras ao redor.

O forte deles tornou-se conhecido como “O Castelo dos Sonhos Negros”, pois as magias que eles arquitetaram enviava visões-sonhos para toda Adaernen, revelando os dois magos como os governantes por direito, escolhidos pelos deuses, de Adaerglast. Logo, mercenários brutais intrometidos apareceram nas terras, comandados por construtos (conjuntos de armaduras vazias animadas) controlados pelos magos à distância. Horrores de elmo que serviam de guarda costas acompanhavam os dois magos todo o tempo, protegendo Lorde Iraun e Lorde Srivven contra possíveis traição de seus próprios mercenários.

Os magos (citando um mercador Adaernense que fugiu e não pretende retornar) “davam ordens como se fossem deuses”, e todos que ficavam em seu caminho eram amaldiçoados ou destruídos magicamente. Os bens e propriedades de tais “traidores” eram confiscados e seus parentes e servos vendidos como escravos.

Não se passou muito até que os magos tornaram-se governantes absolutos de Adaerglast, mantendo sua corte em Myrinjar e tentando controlar negócios em Yallasch. Foi necessária uma aliança de todos os magos e templos Yallaschianos contra os dois, apoiados por ameaças de ajuda de Halruaa e Águas Profundas, para – até o momento – dissuadir os Lordes Altos Magos a tentar conquistar a cidade.

A dupla sinistra voltou a trabalhar em novas e mais poderosas magias, e a obrigar seus súditos a cultivar ainda mais eficientemente. Infelizmente para aqueles que seriam rebeldes e magos que estupidamente visitam o reino, trabalhos mágicos funcionam todos muito bem em Adaerglast. Os dois magos-reis sempre observam suas terras – e criaturas suspeitas ou hostis são atacadas por magias de longo alcance que fazem com que suas cabeças ou extremidades explodam. Qualquer um magicamente protegido é repetidamente atacado por mercenários montados, os Mãos Enviadas dos Lordes (“os Mãos” para Adaerneses), ajudados por monstros invocados. Uma vez que os intrusos estão incapacitados, uma imagem projetada de um dos Lordes Altos Magos pode aparecer para interrogá-los. Seres derrotados que conhecem o paradeiro de tesouros mágicos podem ser transformados em formas bestiais até que seu conhecimento possa ser mais bem explorado.

Grupos de aventureiros contratados para destruir os Lordes Altos Magos por Fronteiras vizinhas temerosas, por mercadores com base na Orla de Vilhon e por interesses mercantes Calishitas depararam-se todos com falhas sangrentas. Os magos-reis destruíram Zhentarins e Magos Vermelhos e expulsaram um emissário de Halruaa. Enviados Calishitas tentaram fomentar uma rivalidade entre os dois com ataques mágicos preparados para parecer ser trabalho de um dos Lordes Altos Magos contra o outro, mas isto também falhou.

Aventureiros, e especialmente magos, são aconselhados a não entrarem em Adaerglast e a manterem-se atentos quando em Yallasch: os magos-reis estão preocupados em observar esta cidade freqüentemente e em comandar números cada vez maiores de agentes contratados em seu submundo.

Os governantes de Adaernen (Iraun: NM, humano Mulan, Esp2/Mag17; Srivven: NM, humano Mulan, Mag18/Arch2; ambos possuindo muitos itens mágicos) assassinam e queimam todos os magos que caem em suas mãos após tomarem toda mágica que o infeliz possuir. É dito que seu castelo em Myrinjar é cheio de magias de aprisionamento, ligadas por feitiços que fazem com que um item ou feitiço seja ativado contra intrusos se outra é perturbada.

Iraun e Srivven vieram do extremo oriente de Murghôm, aonde uma escola de magia foi destruída em uma batalha entre estudantes renegados e seus mestres. Sabe-se que estes dois, sobreviventes da escola fadada a destruição, saquearam criptas de magos por toda Faerûn e apoderaram-se de feitiços de magos vivos em Mulhorand. Seu poder em batalha mágica aberta pode não ser inexpugnável, mas em Adaerglast, protegidos pelas garras de muitas magias-prisão, eles são formidáveis de fato.

“A Costa Jardim” permanece sendo um premio resplandecente para qualquer um capaz de derrotar os magos-reis (o que é, indubitavelmente, o porquê dos sátrapas gananciosos – que ficam seguros em Calimshan e enviam bandos de guerra contratados, assassinos e aventureiros – continuem tentando). As fazendas alvoroçadas de Adaerglast estão entre as mais produtivas e eficientes de toda Faerûn.

O símbolo deste reino é uma cesta em vime cheia de frutas vermelhas arredondadas (tomates, a maioria das pessoas imagina) em um campo circular branco do qual a borda é um anel púrpura de raios saindo em arco em todas as direções, sobre um fundo verde.

Assentamentos: Myrinjar.



Sobre o Autor

Ed Greenwood é o homem que lançou os Reinos Esquecidos em um mundo que não os esperava. Ele trabalha em bibliotecas, escreve fantasia, ficção científica, terror, mistério e até histórias de romance (às vezes coloca tudo isto em um mesmo livro), mas está ainda mais feliz escrevendo Conhecimento dos Reinos, Conhecimento dos Reinos e mais Conhecimento dos Reinos. Ainda existem alguns quartos em sua casa com espaço para empilhar seus escritos.

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