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Reinos da Fronteira
 
Alamontyr
 
Por Ed Greenwood
Tradução por Marcus Vinicius Facin Brisolla – Curitiba-PR; revisado por Daniel Bartolomei Vieira.


Alamontyr

Cidade Grande

Esta tranqüila e pacifica cidade, porto de pescadores e mercado de fazendeiros, possui um velho e arruinado castelo e muralhas num estado um pouco melhor de manutenção. A primeira parada Fronteiriça para caravanas vindas do sul pela Estrada Dourada, Alamontyr é protegida pelo seu Duque Escudeiro (Bardran Thulmaer, NB, humano Thethyriano, Gue14) e seus Cavaleiros Grifos (quarenta Gue5-8 montados que patrulham o reino incansavelmente e são conhecidos por afixar varinhas mágicas às suas lanças). O Duque de idade avançada, um homem troncudo e grandalhão com um enorme bigode branco, é amado por seu povo – não apenas em Alamontyr, mas no Reino da Estrela Fumegante ao leste. Decente e conservador em sua justiça, ele geralmente consulta líderes religiosos locais antes de tomar decisões políticas.

Alamontyr é o lar da Casa de Valkur, um templo dedicado a Valkur, o Poderoso, adorado como o protetor daqueles que navegam o perigoso Lago do Vapor; A Porta da Lua Prateada, um pequeno (uma casa convertida no) templo de Selûne; e O Salão da Justiça, um modesto templo de Tyr. Uma antiga mansão está sendo reconstruída nas formas de um castelo em miniatura, enquanto serve como oratório para o Cavaleiro Vermelho, o qual os Cavaleiros Grifos veneram. Eles a adotaram como sua patrona pessoal após um incidente que eles não discutem, e que ocorreu há algumas dúzias de anos atrás.

A segurança relativa de Alamontyr (saqueadores nômades vindos de Shaar foram derrotados pelos Cavaleiros Grifos muitas vezes e parecem ter perdido o interesse em atacar a cidade) e o governo benevolente tem atraído artífices, e a cidade atualmente abriga a maior concentração de artesões de minúcias, carpinteiros, oleiros, vidraceiros, joalheiros e alfaiates dos Reinos das Fronteiras. Seus produtos são largamente exportados. No entanto, agentes de Chessenta, Portão Ocidental e os Magos Vermelhos (os mais agressivos), estão altamente interessados em descobrir oportunidades de corrupção na próspera Alamontyr.

O Forte Zhentil tem se mantido fora do conjunto de vilões locais por mais de uma década; seu agente estupidamente tentou assassinar o Duque do Escudo para que ele pudesse ser substituído por um governante fantoche – e foi desmembrado por alguns Cavaleiros Grifos entusiastas, que embarcaram as partes do corpo para diferentes membros do Conselho do Forte Zhentil governante. Um cavaleiro audacioso até pregou um lembrete no seu pacote, que dizia: “Não se esqueçam de alimentar os beholders, lembranças”. (Uma infestação de esporos gasosos durante uma noite na cidade parece ter sido a resposta a esta zombaria; eles parecem ter surgido literalmente do nada, e mais de um habitante acredita que todos apareceram de um portal mágico – ou seis).

A cidade é também ameaçada por baixo, por criaturas do Subterrâneo incomodadas pelas escavações dos Alamontanos na direção das Donzelas do Escudo a procura do outrora abundante cobre encontrado no local. Em pelo menos três ocasiões, estranguladores foram encontrados nas adegas de Alamontanos ou em criptas e esgotos pela cidade. Boatos estão crescendo de que alguém (ou algo) na cidade está ajudando – ou até adorando – estes “seres com tentáculos”.

Além disso, o idoso Duque do Escudo não nomeou nenhum sucessor, Cavaleiros Grifos rivais cobiçam seu título, e o clero local – para não mencionar estrangeiros intrometidos – parece possuir suas próprias idéias sobre quem deveria governar.

O símbolo de Alamontyr é um escudo prateado mantido no ar por duas asas brancas, sobre um fundo pardo. O escudo ostenta um grifo com as patas dianteiras levantadas olhando para direita, e sua base (extremidade inferior) goteja três grandes e rubras gotas de sangue. Os estandartes pardos dos Cavaleiros Grifos trazem um escudo alado plano.



Sobre o Autor

Ed Greenwood é o homem que lançou os Reinos Esquecidos em um mundo que não os esperava. Ele trabalha em bibliotecas, escreve fantasia, ficção científica, terror, mistério e até histórias de romance (às vezes coloca tudo isto em um mesmo livro), mas está ainda mais feliz escrevendo Conhecimento dos Reinos, Conhecimento dos Reinos e mais Conhecimento dos Reinos. Ainda existem alguns quartos em sua casa com espaço para empilhar seus escritos.

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