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Reinos da Fronteira
 
Arthyn
 
Por Ed Greenwood
Tradução por Rafael Guimarães de Oliveira, Revisado por Yure C. Machado.


Arthyn

Grande Cidade

Um porto orgulhosamente independente, às margens do Lago de Vapor, Arthyn* tem um humilde porto, mas sempre foi uma importante cidade comercial, graças a ricos depósitos de cobre e ferro nas colinas à sua volta. Forasteiros ainda preferem as primorosas adagas feitas na cidade, conhecidas como “Garras de Arthyn”, do que outras facas. Nas décadas mais recentes, o centro de fundição foi enriquecido por uma forte população de artesãos e fazendeiros, que evitam conflitos e mantém tumultos longe de sua cidade. (A Chacina de Mukshar foi uma boa lição).

Arthyn era o lar da Bruxa das Brumas, cujos medicamentos salvaram as vidas de muitos forasteiros em dias passados. Ela morreu há décadas atrás, mas os medicamentos produzidos através de processos e ingredientes secretos ainda são vendidos na cidade, e os forasteiros cresceram acreditando que “a cura está às mãos em Arthyn.” Um templo em homenagem à Lathander, A Mesa do Amanhecer, foi recentemente estabelecido perto do antigo templo de Chauntea em Arth, justamente para satisfazer as necessidades dos enfermos e moribundos que vêm para a cidade na esperança de trocar tudo por vida e saúde. A Mesa da Amanhecer é dirigida pelo jovem Darraskyn Eldron, (NB, humano Tashalan Clérigo 4 [Lathander]) que trabalha cordialmente com a Harvesthand do Feixe Brilhante, dos jardins murados do templo de Chauntea (LB, humana Calishita Clériga 9 [Chauntea]).

Os dois templos são patrocinados e controlados pelo lorde de Arth, que é mais um chefe policial e um magistrado do que um prefeito; o lorde Harrond Tralvus (um grande, avermelhado, bigodudo mal encarado, humano Gue6 LN de Chondathan) mantém as prisões e comanda a torre de vigia (dezesseis Gue 2-4 em armaduras de couro, que patrulham em grupos de seis, usando uma variedade grande de armas, e são respeitados pelo povo de Arthyn, mais uma milícia de dezessete mercadores usando distintivos, que pagam taxas mais baixas por responderem quando chamados pela corneta de Vigília; forasteiros devem saber que estes homens com distintivos incluem muitos aventureiros com grande competência em combate). O lorde de Arthyn faz o julgamentos de todas as causas, feitos em praça pública e que são verdadeiros espetáculos, justos e legítimos, onde advogados podem argumentar a favor ou contra a pessoa acusada, e os argumentos mais eloqüentes normalmente favorecem o veredito. A política pública é feita pelo lorde de Arth, mas é formulada pelos donos de terras de Arthyn e passada à Tralvus.

Arthyn sempre foi um porto de contrabando. Uma caverna no mar, recém descoberta, contendo caixotes com pontas de lanças e ferraduras (provavelmente destinado para algum antigo conflito Calishita); os que a acharam foram encontrados mortos ou saíram apressadamente da cidade.

O emblema de Arthyn é uma picareta branca (com a cabeça para cima e esquerda) e uma muleta, cruzada diagonalmente em um círculo verde. Em batalha isto é simplificado com um “X” branco em braçadeiras de seda verde usados pelo povo de Arth.

(*)Nota do Revisor: Durante o texto o autor também se refere a cidade pelo nome de Arth, sendo uma variação da nomenclatura original ou talvez um apelido.



Sobre o Autor

Ed Greenwood é o homem que lançou os Reinos Esquecidos em um mundo que não os esperava. Ele trabalha em bibliotecas, escreve fantasia, ficção científica, terror, mistério e até histórias de romance (às vezes coloca tudo isto em um mesmo livro), mas está ainda mais feliz escrevendo Conhecimento dos Reinos, Conhecimento dos Reinos e mais Conhecimento dos Reinos. Ainda existem alguns quartos em sua casa com espaço para empilhar seus escritos.

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