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Reinos da Fronteira
 
O Baronato do Grande Carvalho
Por Ed Greenwood
Tradução por Marcus Vinicius Facin Brisolla – Curitiba-PR.


O Baronato do Grande Carvalho

Esta terra ocupa as altas e arbóreas colinas lateral norte do Rio Scelptar, pouco abaixo de suas nascentes na densa e quase intransponível Floresta Qurth.

O Barão Brammath Freen, uma vez um nobre menor de Chessenta (um generoso, idoso e digno LN humano Mulan Gue4/Ari3), governa um reino florestal pouco povoado mas militarmente capaz de pequenos lugarejos e muitos monteiros (o Barão tem uma pequena guarda pessoal de sete Gue4-6, e um Mago Baronial, mas a maioria de seus súditos são arqueiros habilidosos, muito capazes de defenderem-se, sendo Rgr1-5 que conhecem a Floresta do Grande Carvalho bem). O Mago Baronial é o grisalho, de fala seca e cínico, mas sábio e de bom coração Ammuth Lorkan (um LN humano Tethyriano Mag8). O lar do Barão é o Forte Grande Carvalho, uma torre decrépita coberta de trepadeiras ligada a uma mansão, construídas sobre uma ponta de rocha que se sobressai da margem norte do Scelptar. Muito mais velho que o baronato, o complexo tem grandes calabouços e masmorras e – rumores insistem – numa ligação escondida com os Reinos Abaixo (o Subterrâneo), mas muitos de seus calabouços não são seguros e muito do Forte não é utilizado, abandonado ao pó, limo e ao crescimento de fungos.

Sessenta e poucos verões atrás, o forte foi o lar do “Duque Rosnador”, um cortesão exilado de Tethyr por sua licantropia... e o roubo do tesouro de um barão. O cortesão, um combatente de aparência impressionante, chagou como simplesmente Arlos Pethmur, mas deu a si mesmo o título de Duque e tornou-se amado por seus súditos por seu governo gentil e justo. O idoso Duque do Carvalho simplesmente desapareceu numa primavera, e um persistente conto local clama que ele caiu de uma das escadas secretas de dentro das muralhas do forte, ou foi pego por uma das armadilhas de suas masmorras e ainda permanece lá, mofando perdido junto a suas moedas roubadas.

“Carvalhenses”

Fazendas de lavouras e caça das florestas alimentam amplamente os Carvalhenses, mas o baronato tem tradicionalmente comercializado pouco (além de xarope da floresta, vinhos de fruta e trabalhos xilográficos) com a ampla Faerûn. Mercadores viajante são bem-vindos, é claro; as moedas adquiridas pela cuidadosa hospitalidade das estalagens de Grande Carvalho (há uma loja próxima a cada estalagem, aonde mercadores podem comprar os xaropes floresta, trabalhos xilográficos e vinhos de fruta feitas pelos Carvalhenses) compram muitas coisas não disponíveis de outra forma no baronato. O negócio local que cresce mais rápido é atualmente a acomodação, cura e provisões de companhias de aventureiros que vem ao Baronato para explorar as ruínas do Forte Caminhar dos Deuses e a, há muito abandonada, fortificação anã de Cavas Cupreas.

Carvalhenses dizem que o Forte Caminhar dos Deuses foi uma orgulhosa cidade-fortaleza de homens nos dias da grande Netheril. Atualmente, é um grande vale de ruínas amontoadas assoladas por aranhas e ettercaps, aonde pedras comumente quebram sob os pés para levar intrusos aos calabouços escuros aonde tesouros ou a morte aguardam.

É dito que os deuses caminham por estas ruínas assombradas por aranhas quando as estrelas estão posicionadas. Em certas épocas do ano, Carvalhenses insistem, Garagos se esgueira pelas ruínas, matando todas as criaturas que encontra – exceto a Lady Dançarina (a deusa Sharess) e O Esquecido (a sinistra e sombria figura de Jergal).

Ver e Sobreviver

Para alguns sábios, nobres decadentes e companhias de aventureiros por toda Faerûn, o Encontro dos Três (ou o Uivo, como é algumas vezes chamado, após o som que Garagos produz quando encontra as divindades que não pode matar) é uma das maravilhas dos Reinos que se “deve ver”. Esta tradição é a origem do provérbio “Vê-los e Sobreviver a eles”, que sobrevive hoje como palavras de alerta utilizadas pelos secretos seguidores do deus Savras: “Ver e Sobreviver”. Alguns sábios dizem que aqueles que se preparam para ver os avatares dos três deuses de uma vez (e sobreviva quaisquer ataques de Garagos) ganham o poder de visão da verdade (que também revela as auras das criaturas, muito parecido com uma combinação de detectar o caos, detectar o mal, detectar o bem e detectar lei) por 1 dia por nível de experiência do observador. Claro que, para que este poder seja de alguma utilidade, o observador deve de alguma maneira escapar das ruínas vivo, evitando as barreiras de lâminas que Garagos pode lançar de suas mãos, e o dreno de energia que Jergal provoca ao passar por criaturas vivas. Sharess não ataca ninguém, mas sua paixão e beleza enquanto dança é tal que muitos observadores são cativados e permanecem fascinados, incapazes de desviar o olhar enquanto os outros avatares atiram-se sobre eles (um personagem deve fazer um teste de Inteligência para cada rodada que estiver vendo a Lady Dançante; qualquer falha resulta em parar de olhar pela próxima rodada; o teste da jogada posterior é a chance do personagem escapar da fixação).

Os Vários Locais

Cavas Cupreas é uma pequena cidade subterrânea sobre uma empoeirada e exaurida mina de cobre. Os anões se foram quando o cobre acabou, apesar de alguns afirmarem que criaturas do Subterrâneo mataram ou os expulsaram. Muitos monstros rondam a fortificação atualmente e alguns bandos de aventureiros até buscam Cavas Cupreas para adquirir experiência ao enfrentar tais inimigos.

O “vilarejo” de Grande Carvalho é atualmente apenas um punhado de casas arruinadas, um moinho depredado, usado apenas poucos dias por ano como uma carpintaria, e uma estalagem diante das portas do Forte Grande Carvalho, O Velho Carvalho (Pobre/Barata), que é administrada pelos homens do Barão, e serve como alojamento para servos quando não há visitantes. No passado, o vilarejo fora muito maior, e lar de uma Arvore Falante – um carvalho de enorme tronco – todos os resquícios da criatura agora desapareceram. Alguns acreditam que ele foi queimado anos atrás pelo clérigos de Baelros (Talos), que acreditavam que ele era “uma coisa vil” da qual “o poder negro sobre a terra” tinha de ser destruído.

As florestas ao redor do Baronato crescem sorrateiramente e mais de um visitante perdeu-se nas trilhas que se emaranham na mata densa, as fazendas e aldeias que antigamente eram encontradas estão agora cobertas de vegetação, reclamadas pela floresta.

Assentamentos: Nenhum.



Sobre o Autor

Ed Greenwood é o homem que lançou os Reinos Esquecidos em um mundo que não os esperava. Ele trabalha em bibliotecas, escreve fantasia, ficção científica, terror, mistério e até histórias de romance (às vezes coloca tudo isto em um mesmo livro), mas está ainda mais feliz escrevendo Conhecimento dos Reinos, Conhecimento dos Reinos e mais Conhecimento dos Reinos. Ainda existem alguns quartos em sua casa com espaço para empilhar seus escritos.

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