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Reinos da Fronteira
 
Bedorn
 
Por Ed Greenwood
Tradução por Marcus Vinicius Facin Brisolla – Curitiba-PR.


Bedorn

Uma verdejante terra costeira de águas calmas, vegetação rasteira e traiçoeiros pântanos que a protegem contra qualquer um que tente invadir pelo Shaar, este pouco conhecido reino é bastante próspero. A cidade de Portão Manchado, nominalmente independente, marca seu limite norte; o único assentamento costeiro ao sul da boca de Scelptar, Oparl, é o centro de Bedorn.

Bedorn ostenta cidadãos com todo tipo de riqueza, poder e excentricidade – mas apenas os destemidos e poderosos ousam bisbilhotar ao redor do reino para descobrir quem lá vive e o que fazem.

O reino tem sido por muito tempo o pouco conhecido parque de diversões privado dos ricos sátrapas de Calimshan, aonde eles podem celebrar caçadas à bestas, festanças de um mês, ou jogos mortais envolvendo monstros e campeões lutando até a morte; ou ter paisagens alteradas para seu deleite. Como resultado, ostentando todas as maneiras de palácios do prazer que se possa imaginar, e celebrando banquetes ou caçadas, Bedorn há muito tornou-se o que é hoje: um reino com paisagens modificadas pelas mãos do homem de grande beleza, dominada por extensas clareiras de “gramados verdes” ou musgo (tão vastos, até, apetitosos, e cultivados de tal maneira, diferente de todas as outras em Faerûn) e árvores plantadas e podadas de maneira a criar visões prazerosas para os olhos, e adornadas com as pedras empilhadas dos muitos enormes (geralmente grandiosamente ornamentados exageradamente) palácios, ladeados por herbários e terraços que desaparecem nos pântanos arbóreos das redondezas. Os ricos decadentes do ano anterior estão enfeitados com novas mansões reluzentes e arrojados palácios, e nenhum vestígio de empobrecimento pode ser encontrado no centro do reino (dentro e imediatamente ao redor de Oparl).

A População Atual

Nobres ricos, mercadores aposentados e arquimagos ou altos clérigos que desejam reclusão para seus estudos vivem aqui em enormes casas, mantendo seguranças (geralmente tão entediados quanto à riqueza de seus uniformes) contra intrusos e possíveis invasões de nômades e piratas. O ultimo ataque deste tipo, um saque pirata em Oparl, foi sanguinolentamente repelido por uma revoada de gárgulas enviados para a batalha por um dos magos residentes (Ilcanorr de Luthcheg, um homem de cabelos negros, belo e cansado NM humano Turami Mag20/Acm1/Epic2 que possui barba pontiaguda no queixo e um grande número de gatos de estimação perfumados e coloridos) que se retirou para Bedorn por causa dos ataques de seus rivais – e vizinhos amedrontados – que estavam interferindo em suas pesquisas, principalmente no aperfeiçoamento de itens conhecidos como os sete defesas circulantes, pelas quais sete armas mágicas estariam ligadas de tal forma a um único ser – evento ou situação predeterminada – podendo preparar um ou mais deles para liberar magias ofensivas, mesmo que as varinhas não estejam sendo empunhadas por ninguém, e podem desta maneira serem escondidas atrás de painéis, tapeçarias ou quadros em aposentos diferentes. Gárgulas e golens são guardiões comuns de propriedades em Bedorn.

O obscuro Ilcanorr é provavelmente um dos verdadeiros governantes de Bedorn, uma terra que aparenta não possuir qualquer governante além dos servos e guarda-costas de cada dono de terras, e a freqüente “justiça” caprichosa dispensada por aquele dono (mas na verdade é secretamente governado – mesmo que frouxamente – por um punhado dos mais poderosos donos de terras, trabalhando juntos por trás da cena para influenciar o resto).

Além de vastos exércitos de serviçais caseiros (administrados por procuradores, castelões, castelãs, camareiros-mor, senescáis e todos tipo de outro título de grandeza para empregados de alto escalão), malabaristas, adestradores de animais, cozinheiros, taverneiros e outros profissionais devotados ao trabalho de dar prazer a estes cidadãos abastados, Bedorn possui um tipo de negócio: fazendas de criação aonde raros, incomuns (algumas vezes monstruosos) animais de estimação são criados, domados e treinados para venda em Calinshan, Chessenta e o Tashalar. Os Encantamentos Bons de Tantar, ao leste de Oparl, produzia pergaminhos mágicos, poções de cura e de amor, globos de luz para iluminar comércios e casas; portas e trancas com armadilhas de fogo; e adagas mágicas (como adagas brilhantes +1 que uma vez ligados ao sangue de seus compradores poderiam ser infalivelmente encontradas por aquele individuo se a menos de 21 metros, por uma habilidade semelhante a magia localizar objetos, não necessitando de nenhuma aptidão mágica do ser conectado) para vender aos ricos. Ela foi recentemente destruída numa explosão que deixou magias fazendo efeito espontaneamente de tempos em tempos nas ruínas, fatalmente desencorajando buscas.

Assentamentos: Oparl.



Sobre o Autor

Ed Greenwood é o homem que lançou os Reinos Esquecidos em um mundo que não os esperava. Ele trabalha em bibliotecas, escreve fantasia, ficção científica, terror, mistério e até histórias de romance (às vezes coloca tudo isto em um mesmo livro), mas está ainda mais feliz escrevendo Conhecimento dos Reinos, Conhecimento dos Reinos e mais Conhecimento dos Reinos. Ainda existem alguns quartos em sua casa com espaço para empilhar seus escritos.

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