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Personagens dos Reinos Esquecidos
 
Arte por Enrico Tomasetti
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Imagem: Exclusiva do site.

Sammaster
Terras Centrais do Oriente

Pesquisado por Ivan Lira e Vinícius Marconi

É incerto as informações relevantes sobre o nascimento de Sammaster. A origem de seus pais também são um mistério, embora muitas lendas revelam que talvez seu pai outrora foi um nobre, um pirata ou um necromente e que sua mãe era um demônio extraplanar sob disfarce, uma encarnação da deusa Sharess, uma escrava foragida, uma ninfa das florestas ou uma sacerdotisa de Mulhorand. Infelizmente tudo isso não passam de teorias.

Deduz-se que Sammaster tenha nascido em 800 CV e que a Sembia é sua Terra natal. Porém os primeiros registros sobre sua pessoa advém de um mago viajante chamado Mnethos. Ele era um guarda de caravana e um aventureiro itinerante que viajou boa parte de Faerûn no início do século IX CV. Mnethos relata em seus registros sobre o aprendiz Sammaster ao qual o destaca com "muito potencial mágico", pois seu fascínio por Mystra o tornou um grande erudito nos conceitos da Arte.

Após algum tempo Sammaster desvinculou-se de Mnethos e partiu por toda Faerûn em busca de um novo mestre que lhe fornecesse mais conhecimentos mágicos. Ele não obteve tanto êxito, assim ele naturalmente desenvolveu um grande potencial autodidata nos estudos sobre a Trama. Isso chamou a atenção de sua adorada Mystra. Ao alcançar a idade natural de 50 anos Sammaster foi agraciado com a presença de Mystra que surgiu diante dos seus olhos. Após uma dezena juntos a deusa da magia lhe fez uma proposta. Ela consistia em conceder uma parte de seu poder ao mago. Ele prontamente aceitou e assim Sammaster se tornou o primeiro Escolhido de Mystra desde as Sete Irmãs.

Mystra indicou Elminster como novo mestre de Sammaster. Deste modo o mago foi ao Vale das Sombras na Torre do Sábio onde iniciou um novo aprendizado. Durante o tempo em que ficaram juntos a personalidade de ambos os magos se colidiu e essa desavença veio à tona quando Elminster revelou ao aprendiz que Azuth era um confidente e consorte da Deusa de Toda a Magia. Sammaster era apaixonado pela deusa e isso gerou um desapontamento e raiva por parte dele que foram redirecionadas para a pessoa de Elminster ao qual o aprendiz já tinha desenvolvido uma antipatia. Ele ficou na companhia de Elminster por três estações e então partiu. Amargurado com as revelações do sábio, Sammaster se tornou mais obcecado com relação à magia e as fontes do poder de Mystra. Uma semente ruim se instalou em si e isso renderia muitos frutos nocivos no futuro.

Por volta de 855 CV Sammaster viajava pela fronteira de Cormyr e os Vales quando encontrou uma caravana escravista dos Zhentarim. Houvera um confronto sangrento onde Sammaster com seu poderoso fogo prateado dizimou praticamente todos que viu pela frente. Naquele momento a sanidade de Sammaster estava abalada e assim brotou-se uma loucura em sua mente e uma busca desenfreada por poder que nunca o satisfazia.

Após um turbulento relacionamento com Alustriel, um clérigo de Bane chamado Algashon surgiu na vida de Sammaster o influenciando e criando mais conflitos em sua mente insana. O clérigo, comandado pessoalmente por Bane, tinha o plano de além de criar um tirano, também desvendar os poderes do fogo prateado. Essa relação culminou no confronto de Sammaster contra Alustriel, pois Algashon o convencera de que Mystra, Elminster e Alustriel eram os responsáveis pela infelicidade do mago. Laeral Mão Argêntea e Khelben surgiram para ajudar Alustriel. Os Três conseguiram derrotar o insano Sammaster. Azuth surgiu e retirou o dom de Mystra de seu corpo enfermo e o deixou lá. Algashon saiu de seu esconderijo e conjurou uma magia sobre ele que o curou.

Arte por Enrico Tomasetti
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Imagem: Exclusiva do site.
Sammaster e Algashon desapareceram por algum tempo. Foi a partir dessa época que Sammaster começou a fazer suas profecias de um futuro onde os dragões mortos-vivos dominariam Faerûn. Sammaster ficou conhecido posteriormente como o Primeiro Profeta. Por volta de 902 CV ele e Algashon fundaram o Culto do Dragão e criaram seu primeiro dracolich, o dragão vermelho Shargrailar. Com o tempo o culto se espalhou e originou várias células que criaram mais dracoliches. Isso chamou a atenção dos Harpistas que prontamente rivalizaram as atividades das células. Durante esse período Sammaster criou o Tomo do Dragão para armazenar e preservar o conhecimento promovido por seus estudos ao Culto.

Uma batalha decisiva entre os Harpistas e o Culto aconteceu em 916 CV quando as forças de ambos se colidiram na fronteira meridional de Cormanthor. o exército harpista estava fadado a derrota quando sacerdotes de Lathander apelaram ao Senhor do Amanhecer que os ajudassem contra o mago louco. Lanthander ouviu as orações de seus devotos e enviou um avatar ao campo de batalha que imediatamente desintegrou todas as criaturas mortas-vivas que protegiam Sammaster. Depois da troca de alguns ataques Sammaster foi morto pelo Deus do Amanhecer, embora o mago louco antes conseguisse ferir o avatar. Contudo Sammaster havia preparado magias de contingência caso ocorresse algum problema. Então sua consciência, antes de seu corpo explodir, foi transportada para uma filacteria preparada que foi levada por um comparsa seu, Zotulla, que também estava de posse do Tomo do Dragão.

Em 1282 CV no Ano das Muitas Névoas surgiu um lich no alto das Montanhas Boca do Deserto perto do Caminho das Sombras. Ele se intitulava Sammaster e juntou muitos servos, dragões sob seu controle. No Ano da Cobra Negra em 1285 CV, um grupo de aventureiros paladinos conhecido como a Companhia dos Doze confrontaram Sammaster e seu exército nas montanhas nas montanhas. O lich foi derrotado e desapareceu sem deixar pistas.

No Ano dos Dragões Ladinos, em 1373 CV, Sammaster retornou completando finalmente a transformação do mythal de Fúria Dracônica, unindo sua filacteria a câmara que serviu como proteção do antigo mythal de Fúria Dracônica de forma que os efeitos do mythal já não fosse mais constrangido pelo aparecimento da Estrela Rei-assassino nos céus, mas unido à sua própria força vital. Apenas dragões lich permaneceriam não afetados pela infinita e intensificada Fúria Dracônica de Sammaster, onde anciões de todas as espécies teriam que se aliar ao Culto e aceitar sua transformação em um Sagrado, ou sofrer loucura permanente. O lich então pôde reafirmar seu controle sobre as células individuais do Culto do Dragão por toda Faerûn. Da Ilha do Bronze nas Ilhas Piratas às Montanhas de Dragonback, e do cume dos nórdicos Picos dos Cavaleiros às Montanhas Celestes, os membros do Culto transformaram suas fortalezas secretas em laboratórios nos quais dúzias, se não centenas, de dragões pudessem ser transformados em dragões lich em um curto período de tempo.

Seus planos de conquista foram arruinados quando um grupo de aventureiros conduzidos por Dorn Graybrook e Karasendreith desvendaram a origem da fúria dracônica e confrontaram o lich, destruindo seu corpo e sua filacteria.

Nos Últimos Dias de Glória:

Esse personagem ainda não apareceu na campanha.

Fontes sobre o personagem:

Suplemento de jogo

Culto do Dragão (suplemento traduzido pelo UDG)

Romances

The Rage
The Rite
The Ruin



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